domingo, 16 de dezembro de 2012

Primeira Vitória Fora

foto retirada deste video.

Não vi e nada posso falar acerca das incidências do jogo. Mas é de assinalar a primeira vitória fora, depois de uma quase vitória contra o Varzim e algum azar em Santo Tirso. Quatro jogos se passaram depois do pesadelo de Fafe, nada mais que a melhor sequência da época: 7 pontos em 12 possíveis.
As crónicas que chegam de Amarante foi de uma exibição segura e de um resultado justo, apesar das contrariedades, antes e, mais uma vez, durante o desafio. Realce para a eficácia: marcamos mais golos num jogo que nos cinco realizados fora do Bessa esta temporada.

Entramos sem Petit e sem ponta de lança de raíz, talvez na tentativa de explorar a velocidade no ataque: Pedrinho, Zé Manel e Wellinton os homens da frente; Carlos Santos na defesa e Zé Tiago para os lugares dos expulsos no último jogo. Zé Lopes voltou a ser primeira opção para revitalizar o meio-campo (e mais cedo que a semana passada), o jovem Claudio Lopes também jogou (def-dir?) para compensar a expulsão de Caio. 

Importantes foram os três pontos, antes do importante embate da próxima semana, contra o Chaves. Estamos a onze pontos do primeiro classificado, a sete do terceiro e temos mais oito que a linha de água. 

sábado, 15 de dezembro de 2012

O regresso






Candidato único, João Loureiro será novamente o presidente do Boavista.


"Loureiro, cabrão, pede a demissão!", foram os cânticos de há 5 anos, quando, em 2007, abandonou a presidência do Boavista, dez anos após tomar posse, um campeonato e muitas dívidas depois, estando ligado ao melhor e ao pior Boavista da história. Entrou num clube organizado, limpo de dívidas, deixou-o num estado moribundo, financeiramente caótico e quase inviável. 
Por todos os motivos, o grau de exigência nesta nova era será alto, pautado pela seriedade, de sobrolho franzido pelos associados. O velho ditado encaixa na perfeição: gato escaldado de água fria tem medo.

Mas, quanto a mim, o que importa discutir é "porquê agora"? Percebe-se que nunca deixou o background, dá ideia de ter estado sempre por perto, nos bastidores do teatro, até pela ligação, por exemplo, com ABJ, Maio ou Rijo, tido por alguns como marionetas do presidente, com os objetivos únicos de manter a SAD com as portas abertas e contas fechadas. O "porquê agora" estará relacionado com a revitalização, com a reposição da justiça, com o regresso aos palcos principais, sendo essa a esperança de qualquer adepto axadrezado. Ou alguém acredita que isto seria para andar em campeonatos não profissionais?

Confiar ou não, só o próprio o poderá justificar. O máximo que se pode fazer enquanto adepto será um custoso reset a tudo que se passou nos últimos anos de presidência, a tal gestão ruinosa que nos deixou a respirar por uma palhinha e esperar. A margem de erro e o capital de confiança são diminutos, por tudo que envolve a figura JL para os boavisteiros. Para os sérios e conscientes, pelo menos. 

É esperar para ver, exigindo o máximo de transparência e seriedade para com os incansáveis adeptos e para com o símbolo. Fora com os discursos bacocos, com as lágrimas de crocodilo, com as declarações de amor à pátria axadrezada. Os adeptos querem organização, trabalho sério e o reerguer do clube. É só isso que se exige.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Para rir


Mesmo não sendo para levar a sério:

Octávio Moreira, treinador do Varzim: "Não percebi, o árbitro estava a fazer um bom trabalho. Nós é que nos sentimos prejudicados, houve uma bola que entrou na baliza do Boavista. O Varzim tem razão de queixa do árbitro da partida (...) faz parte desta forma de estar do Boavista, esta forma agressiva que sempre os caraterizou." 

Fica o resumo do jogo e neste link as declarações (min 4:30) do poeta poveiro.


video


domingo, 9 de dezembro de 2012

Empate injusto


Bom jogo das duas equipas, resultado algo injusto pela superioridade mostrada pelo Boavista em grande parte do desafio.

Conseguiu-se dar sequência às melhorias dos últimos dois jogos, depois do desastre de Fafe, apesar do resultado negativo. Navas, Carraça e Petit fazem um dos melhores meio-campos do campeonato, todo o jogo da equipa ganha com estes três em campo. Dão consistência, pressionam, dão sequência à posse de bola. Excelente jogada do primeiro golo, uma das muitas em que se conseguiu chegar à área com perigo, Petit a finalizar de cabeça. Vantagem justa ao intervalo.
Não deixamos de controlar na segunda parte, nem deixamos de criar as melhores situações para aumentar a vantagem (Petit primeiro, depois Fary) mesmo com boa réplica por parte do Varzim.
Minuto 70 vira a história (e a justiça..) do jogo: expulsão de Paulo Campos e penalty assinalado por mão na bola de Caio (a juntar à substituição de Petit). Atitude e crença abnegadas, mesmo quando em inferioridade numérica e física (já com Carlos Santos a defesa esquerdo e sem ponta de lança), foi do Boavista a melhor oportunidade, Wellinton a desperdiçar isolado dentro da área.
Cabeças quentes e revolta contra aquilo que se passava dentro das quatro linhas resultou na expulsão de Alfredo e Petit.

Em bom plano os centrais (alguns cortes in extremis, principalmente por Simão Coutinho), Paulo Costa dá segurança e consistência à ala esquerda.

Óbvias razões de queixa do trio de arbitragem: exagero de cartões amarelos para ambos os lados (se bem que Paulo Campos foi bem expulso), perda do controlo do jogo e do critério nas faltas assinaladas. Erro enorme, um fora de jogo mal tirado na primeira parte ao Boavista, já que o passe de Zé Manel, mesmo antes do ressalto no defesa adversário, foi executado para trás da linha da bola. Ficaria isolado, na grande área, julgo que Fary. O penalty, prontamente marcado pelo mesmo fiscal de linha, deixa muitas dúvidas.


quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Boavista, federação, recurso: Ganhamos.


'Aquela' reunião foi por água abaixo. Em definitivo (embrulha Freitas...).
Mais um patamar ultrapassado na luta com a fpf. Recurso do TAS favorável ao Boavista, pelo que, no mínimo, a federação terá que repetir a fatídica reunião de 2008.

O puzzle dos últimos dias:

Peça 1 - demissão de Maio.

Peça 2 - Apelo do Boavista ao PER, tendo em vista a recuperação (proteção?) do clube, desconhecendo-se ainda se tal será mesmo possível (talvez um género de PEC, a sigla mágica para quem quer inscrever equipas profissionais e deve este mundo e o outro).

Peça 3 - Decisão do TAS, indeferindo o recurso da fpf,

Peça 4 - João Loureiro como candidato à presidência do Boavista (mesmo sendo para rir a cena do "ceder à pressão" e do "em prol da união").

Peça 5 - Notícia do pedido de indemnização.

Para tirar as conclusões.

Sendo o mais factual possível e depois da espera de tantos anos, resta aguardar um pouco mais, já que está mais que visto que isto está muito mexido. Demais para um clube tão moribundo. A candidatura de João Loureiro é o maior sinal que as coisas podem estar a encarreirar para o desfecho que todos os Boavisteiros querem: o regresso à primeira liga e a possível recuperação financeira.


A não perder, o "5 para a meia noite" desta semana, com Petit e Jorge Couto. Falou-se muito e bem do Boavista.




sábado, 24 de novembro de 2012

Agora a sério: mas que é esta merda?


Cedo se ficou com a boca doce. E por mim falo, admito-o prontamente. Há alguns anos que não tinhamos uma inscrição da equipa tão célere, tão silenciosa e calma. A reconstrução da equipa foi avante com os defeitos que já todos pudemos ver, com os erros que os responsáveis poderão assumir, mas construiu-se o possível, dadas as condições.
Desportivamente estamos mal, mas não estamos - ainda - condenados.

O descalabro desportivo não ajuda nada a que se possa continuar a manter tudo e todos a dormir. Percebe-se isso, entende-se o incómodo.

O descrédito é total, mediante não só a demissão (e pelos motivos apresentados, pouco há a dizer) mas, principalmente, pela nomeação do ex-presidente para voltar a exercer um cargo que seja. Do silêncio, da matreirice patente, da frieza com que se gere e manipula o destino do clube.
Os que votaram, os que acompanham o clube, os que são movidos pela paixão inexplicável, sentir-se-ão, naturalmente, defraudados com toda a situação. Irremediavelmente defraudados, digo eu. Desmotivados, descrentes e desconfiados. 

Para quando um "chega desta merda"? E teremos nós, clube, força para isso?

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Que éssamerda?


Dá resultado estar uns dias sem vir à net, pelo menos desportivamente. Numa semana, regressamos às vitórias, não sofremos golos num jogo, perdemos seis pontos na secretaria e mudamos de presidente.

Domingo passado fêz-se o que tinha de ser feito: ganhar, depois de uma das maiores humilhações da história do clube. Com lampejos de raça e força, inspirados por Navas e Carraça, levamos de vencida uma das equipas com menor orçamento do campeonato (recém promovida à 2B). Pela margem mínima e sem sofrer golos, o mais positivo foi mesmo a intenção de reação, mesmo longe de uma brilhante exibição.

Início da semana, notícia da possibilidade da perda de seis pontos por dívidas ao jogador Essame (jogador de 2005 a 07). Estranho, por os impedimentos estarem ultrapassados e pela reação do clube, que afirma ter tudo regularizado com o jogador, conforme acordado com o mesmo. A prescrição do caso poderá ter intereferência no assunto, mas o melhor mesmo é esperar para confirmar se não é mais um tiro para o ar de uma qualquer fonte mal informada ou mal intencionada.
Só isso para justificar a retirada das duas únicas vitórias que tanto nos custaram a conquistar. A confirmar-se, ficaremos em 14º lugar, ainda acima da linha de água. Na luta pelo título, nada disto terá alguma influência, pois claro...

Final da semana, duas notícias, no mínimo, inesperadas: a nomeação de dois novos administradores da SAD(presidente e vogal) e consequente demissão do atual presidente do clube. A razão para tal são problemas de saúde. É daquelas razões fodidas, convenhamos. Se alguém duvida é insensível, apesar de todos os motivos e mais alguns para se torcer o nariz e o sobrolho; se ninguém duvida, é maluco ou desfasado da realidade.  
De enorme realce, o nome do novo presidente da sad, indicado pelo atual presidente demissionário do clube: Álvaro Braga. 

Resumindo, temos aí eleições. Outra vez. É deixar rolar mais para se perceber o filme e o seu enredo e... butar!

domingo, 4 de novembro de 2012

Humilhação


É difícil ter palavras depois de uma derrota destas. Vou tentar.
Do jogo, dizer que, acho que pela primeira vez este ano, repetiu-se um onze inicial. Entramos mal, lentos e cedo se deu espaço ao adversário. Pior: espaço central, eixo da defesa demasiado exposto para o que pode ser aceitável. Aos vinte minutos ainda andava a equipa perdida (com Zé Manel no lugar de Pedrinho) e o Fafe já com vantagem de dois golos, falhando mais quatro situações flagrantes até ao intervalo. Reações, só de bola parada e só por uma vez com perigo (Carlos Santos por cima na pequena área). Impressionou a lentidão da defesa, a facilidade com que o adversário ganhava no um para um, o espaço para rematar com perigo.  
Entrou-se bem na segunda parte (e a favor do vento), criou-se até condições para alterar a história do jogo, por incrível que possa parecer. No espaço de oito/dez minutos, Carraça reduz de livre direto, Fary manda ao poste e o árbitro deixa passar uma mão clara à entrada da área (corte no chão, com a mão), resultando daí o terceiro golo e o início do descalabro. A partir daí... 
Já com Carlos Santos a defesa-esquerdo (entrou Ruben) e Navas como central, quando ainda se tentava discutir o jogo, velocidade e bola rasteira não combinam com os nossos centrais, no meio de olés e duma eficácia tremenda, nem há palavras para descrever.

Negro, um dos dias mais negros vividos pelos adeptos Boavisteiros.


Estas derrotas têm o condão de aprofundar a reflexão. Sobre a época, equipa, mas principalmente sobre o clube. Expõem a dura e crua realidade, que é esta. Por vezes escondida nos resultados para os cada vez menos adeptos e cada vez mais impacientes, a grande questão mantêm-se a mesma dos últimos anos: se vale ou não a pena continuar a competir para simplesmente existir, ir existindo até que o milagre aconteça.
Mesmo sem os problemas com o plantel no ano passado, a competitividade tem mesmo que ser maior que a que se tem visto. Isso é inegável...


sábado, 3 de novembro de 2012

Visita a Fafe


É comum, em conversas de família, falar-se do jogo de Fafe. Histórico, marcante, célebre e inesquecível, dizem os que presenciaram esse jogo, na véspera de São João no ano de 1963.
Vai daí, decidi consultar a nossa Bíblia, "BFC, a primeira história". Partilho convosco um excerto do livro. Vale a pena ler:

"Foi um jogo memorável, tal era o ambiente que o rodeava. Nessa época, os minhotos haviam apostado forte na subida e o resultado do Bessa (2-1) fazia manter intactas as esperanças na passagem.
Do Porto, deslocaram-se alguns milhares de adeptos e amigos do Boavista que, ao chegarem a Fafe, depararam com um clima de hostilidade e intimidação. A terra estava engalanada para vitoriar o vencedor, que não podia ser outro senão o... Fafe. No campo vivia-se um ambiente indescritível de euforia e entusiasmo e, pela instalação sonora, faziam-se as ofertas mais mirabolantes (uma casa para o jogador fafense que apontasse o 5º golo...).
Grande parte dos adeptos boavisteiros foram impedidos de entrar, à força, no superlotado campo, gerando-se um momento de grande tensão.
Neste célebre jogo de Fafe e à semelhança de todos os desafios dessa época, Olímpio de Magalhães, delegado do BFC, depois de constatar as precárias condições, fez com que o Boavista jogasse sob protesto, o que desencadeou uma tal manifestação de hostilidade que o dirigente boavisteiro chegou a temer o pior.
O empate serviu as aspirações boavisteiras, mas desencadeou uma onde de violência dificilmente contida pela Guarda Republicana. A equipa só conseguiu saír do campo três horas depois do final do jogo, com as viaturas escoltadas durante vários quilómetros. Contudo, depois dessa escolta ter deixado a caravana aconteceu uma verdadeira emboscada, com jogadores e dirigentes agredidos e diversas viaturas danificadas.
A comitiva seguiu depois para o hospital de Guimarães, onde os feridos receberam tratamento, chegando ao Porto por volta da meia-noite. À sua espera estava uma enorme multidão. Como era noite de São João, viveu-se uma redobrada euforia.
Desse dia e dessa época, gloriosos para a história do Boavista, recordam-se os nomes: Oswaldo Campos (treinador), Carlos da Fonseca (diretor), Vieira e Norberto (GR), Serafim Ribeiro, Albano, Torgal, António Carlos, Sousa Ribeiro, Leitão, Pinho, Germano, Oliveira Santos e Alfredo.
A partir daí, o Boavista iniciou uma ascensão segura e não mais voltou a viver momentos tão dramáticos."



Defrontamos o Fafe em 89, na primeira divisão, jogo em que empatamos a um, já com Isaías, Bertolazzi e.. João Pinto. No banco, estava outra figura histórica do nosso Boavista, atualmente membro da equipa técnica: o grande Alfredo!

Amanhã, por todos os motivos, só a vitória interessa. A proximidade com o outro grande rival faz-nos sentir ainda mais desejosos do regresso aos palcos principais, aos jogos quentes, aos ambientes hostis, que tanto estamos habituados e tão bem nos... adaptamos. Força Boavista.





segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Primeira vitória


Exibição consistente, equipa aguerrida e concentrada, justa vitória num jogo que fica para a história como o primeiro no Bessa tendo Petit como treinador. E, diga-se, começa a sentir-se a marca da Pantera que está no banco. Na identidade que a equipa já mostra dentro do campo, e até mesmo antes do jogo começar, a insistir aos jogadores para não só agradecerem o apoio como também se dirigirem perto das bancadas, assim como no final. Bom de ver e de sentir.

Três alterações no onze relativamente ao último desafio: Caio no lugar de Simão Coutinho, Pedrinho no de Zé Manel e Fary na vez de Adriano, a ponta de lança. Três homens da casa (dois ex-juniores e um veterano), a juntar aos também oriundos das camadas jovens André Pereira, Carraça, Rúben e Miguel Cid. A aposta e a ponte entre formação e equipa sénior não é só falatório... 


Entramos bem e assim estivemos durante toda a primeira parte. Compactos, objetivos e eficazes nas lutas pelas segundas bolas (Navas e Carraça em muito bom plano), linhas a subir sempre que possível, a tentar pressionar bem alto o adversário (Pedrinho e Wellinton também bem nesse aspeto). Em duas recuperações de meio-campo, forçado o erro do adversário, ganhamos vantagem: primeiro Welinton em jogada individual, depois Fary, após boa assistência de Pedrinho. Mantivemos a rotação alta até ao intervalo, a criar ainda algumas jogadas perigosas, sempre com olho na possibilidade das subidas dos laterais, Campos e André Pereira, e a dar poucas chances de ataque organizado ao adversário.
Segunda parte tivemos um Boavista à espreita do contra-ataque faltando alguma lucidez e objetividade para criar mais perigo e poder matar o jogo com o terceiro golo. Apesar do controlo do desafio caber então ao Ribeirão, nunca o Boavista se deixou dominar, muito menos sufocar, apesar da fadiga evidente. Falha de Ricardo Campos permitiu à equipa visitante reduzir a desvantagem, redimindo-se do erro a cinco minutos do fim, evitando o imerecido empate para os visitantes. 
Tentou-se e bem minimizar os danos provocados pelo cansaço, lançando Zé Manel e Rúben (homem por homem, nas mesmas posições) e Miguel Cid nos últimos dez minutos, para restabelecer alguma da consistência perdida.

Alguns destaques:
Navas é um muro; sabe desarmar e posicionar-se bem, como um bom trinco, inabalável enquanto as forças existem. Hoje teve Carraça mais perto, a fazer dupla na missão de impedir que o jogo chegue aos centrais, dando também mais liberdade a Zé Tiago. Nota positiva para as bolas paradas, quase sempre bem executadas por Carraça, em que foi visível também trabalho de casa.
André Pereira continuou bem a atacar, hoje também acertado a defender. 
Vimos um Pedrinho mais objetivo e prático, coisa rara nele. Veremos se é para continuar.
Última nota para os centrais: Caio esteve bem na estreia, Carlos Santos autoritário onde ele é mais forte, no jogo aéreo, não tão bem a fazer algumas faltas desnecessárias. De resto, estiveram bem 'guardados' pelo meio-campo.

Justíssimos três pontos e primeira vitória da época, esperemos que a primeira de muitas. Sete pontos, os mesmo do nosso próximo adversário (Fafe), a seis do primeiro. 

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

O problema


Para já e desde há 4 anos,o problema é nosso, vivido como um pesadelo sem fim. Pode deixar de o ser, se o Supremo Tribunal Administrativo confirmar a decisão do TACL (como tudo indica) e o cj da fpf, repetindo a pseudo-reunião de 2008, não confirmar as decisões aí tomadas (haverá a possibilidade de prescrição). Aí, o problema passará a ser da federação, como é óbvio. Afinal, como se torna cada vez mais evidente, é mesmo para isso que continuamos a querer respirar por uma palhinha.

A novidade é que foi o presidente da fpf a referir e a relembrar a situação.

domingo, 14 de outubro de 2012

Novo empate


Mais um empate, num jogo equilibrado, muita disputa pela posse de bola e poucas oportunidades de golo. A melhor foi nossa, Pedrinho na área, isolado, a rematar por cima. Houve atitude, entrega e concentração dentro do campo. Houve também uma equipa de arbitragem com mão pesada para os jogadores do Boavista (5 ou 6 cartões amarelos), não tão pesada para os liminanos. Fora dele, estranhe-se, superioridade dos da casa no número de adeptos.

Carraça no meio campo foi a novidade no onze, sem Fary e com Adriano, Zé Manel e Wellinton, numa frente móvel e pressionante, o mais alto e cedo possível. Pressão e disponibilidade para ganhar as segundas bolas, maior proximidade nos jogadores e preocupação em ocupar bem os espaços - principalmente os do meio-campo, no apoio a Navas - na tentativa de ganhar a bola rapidamente o que resulta também em maior proteção ao setor mais frágil, o eixo da defesa, foram as grandes diferenças, tendo em conta o que temos visto. Apesar da dificuldade em fazer circular a bola, conseguiu-se chegar perto da área adversária, em bola corrida (destaque para Zé Tiago, principalmente na primeira parte) e nas bolas paradas que se dispôs (Carraça o marcador de serviço e bem). 
Nota para a estreia positiva do júnior Rúben (no lugar de meio-campo mais ofensivo, Zé Tiago). Pedrinho (por Zé Manel) e Joel (pelo esgotado Adriano) foram os outros suplentes utilizados.

De diferente também a 'alma' que vem do banco, tanto Petit como Rui Borges bastante interventivos. O Boavista dá sinais de uma mentalidade mais agressiva - no bom sentido - mais arrojada identidade de jogo; pressão sem bola, jogo rápido e aberto quando com bola. Só o tempo para se perceber se vamos ser capazes. 

Na classificação o arranque traduz-se num atraso de 9 pontos para o primeiro e pior ataque da prova.
Mas subimos um lugar. Quinze dias até ao próximo desafio, quinze dias para se ganhar fôlego e afinar a máquina.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Solução interna


Petit, Rui Borges e Alfredo formam a equipa técnica. Foi esta a solução encontrada pelas direções do Boavista para treinar a equipa sénior. Bem ou mal, só o futuro o dirá. 

A julgar pela boa prestação de Petit no único jogo que realizou, é negativo se ele arruma em definitivo as botas. Desde que esteja bem fisicamente, provou que pode ainda ajudar (e muito!) a equipa como jogador.
É um risco enorme para aquele que já é uma das maiores figuras do Boavista de sempre. Ser treinador é depender quase em exclusivo dos resultados, e isso, olhando às condições atuais, é tudo menos fácil de alcançar. Por muito grande que seja a vontade - que não duvido que é - por muito que se seja "o primeiro a dar o corpo às balas". No fim, assobia-se sempre o treinador. É inimaginável ver esse cenário no Bessa com Petit...

Um dos responsáveis pela formação do plantel - Rui Borges - assume papel de campo, de treinador-adjunto. Provavelmente, dividirá as funções de treinador com o próprio Petit, digo eu. Um no campo, outro no banco, os dois a comandar. 
Mais tarde veremos mais contornos.

Num primeiro passo é preciso confiança e acreditar que quem escolheu tem dados para avaliar bem os riscos desta opção. 
Nos nomes Petit, Borges e Alfredo, há que confiar. Eu confio.


Força Boavista


Treinador


Factos: más exibições e resultados, pouca evolução como equipa, opções técnicas pouco eficazes, insistência nos erros. Talvez até mesmo a postura dos jogadores no passado Domingo deixam pouca margem de manobra para a continuidade de Amândio Barreiras. Até aqui...

Mais factos: o plantel é, como se sabe, o possível. Como já o disse, de tão evidentes serem as lacunas, acredito que as mesmas não foram colmatadas por insuficiência de recursos. Por isso, venha o treinador que vier, vai ter que se arrumar com um plantel do qual só fazem parte dois centrais e um ponta de lança, por exemplo. Tudo menos tarefa fácil, tudo menos o treinador ser o único e eterno bode expiatório.

Coloca-se a questão: quem para treinador do Boavista? Internamente - e como foi falado nos comentários aqui no blogue - temos Rui Borges. Em notícia avançada pelo JN, pensa-se em Petit. Petit, sem dúvida, útil dentro do campo, como se viu nos minutos que já jogou esta época. Para treinador, julgo ser cedo e espero que não passe mesmo de um devaneio jornalístico. Já Rui Borges, sinceramente, desconheço a sua aptidão. 

Outros nomes de treinadores, neste momento, será difícil a um mero adepto apontar um nome que seja viável, dadas as circunstâncias e desconhecendo quem estará ou não disponível. 
Do que se tem visto na segunda divisão B, nestes últimos anos, o Amarante tem apresentado bom futebol, treinado, até à última temporada, por Arlindo Gomes.  

Mas esperemos pelos próximo dias, sendo que próximo Domingo já há jogo, em Ponte de Lima, frente ao Limianos, terceiro classificado invicto neste campeonato.

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Mau demais


Um terror, péssima exibição. Difícil falar de uma derrota destas, num jogo em que a vitória era o único resultado que interessava e a postura adotada para que tal acontecesse foi tudo menos... compreensível.

Acerca do jogo: Entramos idênticos ao último jogo no Bessa frente ao Vizela; Fary a ponta de lança, Adriano e Zé Manel nas alas, Joel o médio mais ofensivo, Zé Tiago, Navas como trinco. Vinte segundos, remate de Zé Manel fora da área, o lance mais perigoso do Boavista... em toda a partida. Péssima primeira parte de ambas as equipas, com poucas situações de golo e muito mau futebol. Na segunda metade e para nosso azar, o Mirandela percebe que pode ganhar o jogo, mesmo com o Leandro (nosso ex jogador) no eixo do ataque... continuaram as despropositadas faltas nas imediações da área axadrezada - carga a mais para a defensiva - numa delas o primeiro golo do desafio. A pouca reação que se conseguiu ter acabou num passe de Carlos Santos a oferecer o segundo. Incapacidade total em ligar os setores, em ter alguma posse de bola, em conseguir jogar pelas alas, em criar perigo, em jogar minimamente concentrados. Arrepiante.


Acerca da equipa: é inegável que já se devia apresentar algo mais, mesmo com as limitações conhecidas. Se na defesa as opções são reduzidas e os sinais de fraqueza evidentes, o mesmo não se passa nos outros setores. A organização da equipa aquando da posse de bola - a atacar - é quase nula, restando pouco mais que os passes longos da linha defensiva ou uma ou outra tentativa individual como formas de tentar chegar com a bola ao ataque. Muito pouco, mesmo para quem não tem ponta de lança, mas tem médios e, sobretudo, alas que podem desequilibrar.   

Pela atitude, não gostei mesmo do que vi. Desconcentração e desunião dentro do campo são fatores eliminatórios no que toca à organização e evolução da equipa. Preocupante, pelo que não me surpreendia uma mudança de treinador a acontecer já antes do próximo desafio. Três pontos, 13º lugar, zero vitórias e o pior ataque da prova, a juntar à... atitude esquisita demonstrada pelos jogadores, é, convenhamos, mau demais para tudo se manter como está.
 

domingo, 30 de setembro de 2012

Mais um empate com sabor a derrota


Mais dois pontos perdidos, num jogo que não se soube vencer, apesar de se ter criado mais e melhores oportunidades e de se ter conseguido estar por cima grande parte do desafio. Eficácia zero, má adaptação da equipa às circunstâncias do jogo, falta de objetividade e lucidez em momentos que tal não deveria acontecer. E não mesmo. Os apupos no final são a prova disso. Apesar de se ter começado tarde e aos trambolhões, já é mais que tempo de uma vitoriazinha, ainda para mais quando defrontamos adversários com objetivos e argumentos bem inferiores.


O sistema foi idêntico ao da semana passada, com alteração do central (Frechaut por Simão), do médio (Petit por Ismael) e do avançado (Fary por Adriano, que jogou na ala, estando o centro do ataque entregue ao rápido Wellinton).
Mais posse de bola e mais iniciativa na primeira parte, onde criamos algumas oportunidades de perigo e bolas paradas, poucas chances de contra ataque concedidas ao adversário. Um lance de golo para cada lado, mais perigoso o Boavista.
Mantem-se a toada na segunda parte até à expulsão do central do Padroense, num lance em que a velocidade de Wellinton foi decisiva, bem desmarcado por André Pereira. Vermelho, superioridade numérica, livre perigoso desperdiçado. Quando o rumo do jogo fazia prever um Boavista a encostar o opositor às cordas, acontece o contrário, depois da tremideira natural do adversário pós-expulsão.
A saída de Ismael (esteve lento, com e sem bola) para a entrada de Fary não ajudou. Justificava-se a saída do médio, mas nunca por um avançado, deixando o meio-campo e a luta pelas segundas bolas entregues quase em exclusivo a Navas. Joel rendeu Zé Tiago, mas, estranhamente, não para a sua posição, colocando-se demasiadas vezes junto aos avançados, não iniciando ataques nem conduzindo a bola para como se esperaria que acontecesse.
O jogo direto, pelos pés dos centrais, tornou-se usual e, consequentemente, com menor possibilidade de penetrar na defesa contrária. Inexplicavelmente, ao invés de se abrir a frente de ataque, colocando nos médios a capacidade de organizar a posse de bola, e subindo as linhas para rapidamente ganhar a segunda bola...
Realce para a melhor fase do Padroense em todo o jogo, criando duas boas oportunidades para abrir o marcador, a contar com a tremideira do eixo da defesa.

Duas notas:
Navas, a segurança mínima que os centrais exigem que se tenha, caso contrário tudo seria muito mais complicado. Recuperações de bola, boa leitura de jogo, o acerto defensivo que existe é dele, parte do jogo ofensivo que se tem é a ele que se deve. Foi o melhor do Boavista. 
Pedrinho expulso - mesmo com algum excesso de rigor do árbitro no segundo amarelo - é um sinal que tem que mudar o seu jogo se quiser ser útil nesta equipa. Assim, tão pouco consequente, não dá.


Concluindo: complicando o que poderia ser fácil, a confusão instalada quando a equipa tinha mais que condições para sufocar o adversário, a falta de eficácia na finalização (e no último passe), deu no castigo de saír do Padrão da Légua com apenas um ponto. Castigo pesado e, no entender de muitos adeptos, o suficiente para perder a paciência...

Inegável o mau começo, mesmo com os descontos habituais. Quatro jogos, zero vitórias, 3 golos sofridos e um marcado, começa a ser mau demais.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Para ler


E refletir. Ou não. Vai de cada um.

"A presente situação nas Amadoras, para além de grave raia a vergonha para o nome do Clube!", no blogue das modalidades amadoras.

Modalidade que não consiga ser 100% autónoma tem os dias contados, já que da direção do clube chega zero. Dinheiro que entre no clube é para a sad, é para o futebol.

Nós, clube que nem pavilhão tem... 

domingo, 23 de setembro de 2012

Estreia no Bessa com Empate


Empate extremamente amargo, a vitória fugiu no último dos noventa minutos do jogo. Injusto pelo que conseguimos fazer na primeira parte e pelo que resistimos na segunda. Faltou pouco para poder assegurar os três pontos e hoje, ao contrário do que tem acontecido, merecíamos melhor sorte...

Entramos diferentes relativamente aos últimos jogos, com ponta de lança de raíz (Fary) em detrimento de um médio (Joel), compensado o meio campo com a estreia de Petit.
E esteve aqui um dos pontos mais fortes da equipa, o trio de meio campo: Navas, o mais fixo; Petit, o equilibrador; Zé Tiago, o médio mais livre para desequilibrar no ataque e pressionar mais à frente, sem descurar nas tarefas defensivas. Bem na recuperação de bolas, bem a compensar as subidas dos laterais André Pereira e Paulo Campos, muito bem a fazer circulação de bola (de lado a lado, como deve ser!) e a manter o controlo do jogo. Foi assim toda a primeira parte, com um domínio quase absoluto do jogo, a criar oportunidades e a dar muito poucas chances de ataques organizados ao adversário. Um golo de vantagem sabia a pouco ao intervalo, olhando ao domínio e qualidade de jogo do Boavista. 
A segunda parte trouxe maior equilíbrio na posse de bola, com o adversário a tentar subir e importunar o último terço boavisteiro, com o nosso meio campo a bloquear o possível, sofreu-se em demasia com a perda de forças e a dificuldade em saír para o ataque de forma rápida e organizada. Nenhuma das substituições conseguiu dar força e dinâmica ao meio campo, enfraquecido com a saída de Petit e natural desgaste de Navas e Zé Tiago. Não chegou o recuo de Zé Manel e Pedrinho (entrou para o lugar de Wellinton) nem o contributo de Joel (foi dele a perda de bola dividida que ditou o empate), para nos sentirmos mais à vontade no controlo de jogo. 
Ainda assim, um castigo demasiado severo para o que as duas equipas produziram. Reagiu-se em busca do golo da vitória, dois cantos, um livre e uma jogada de perigo em quatro minutos, o que prova de alguma forma que, com um pouquinho mais de reação com o resultado a nosso favor, poderíamos ter 'morto' o jogo...



Destaque individual para Pedro Navas. Incansável a recuperar bolas no meio campo, bem a compensar os colegas. Um muro à frente dos centrais, porque se assim não fosse...
Petit é o que sabemos, impressionante clarividência e sempre na hora certa no sítio certo a fazer quase tudo bem, enquanto houve forças. Saíu tocado, esperemos que nada de grave.
É inegável que esta mentalidade ou sistema de jogo só faz sentido com a presença do ponta de lança. O jogo ofensivo pelas laterais requer uma referência fixa no ataque mas se Fary o consegue ser quando a bola ronda a área adversária, torna-se muito pouco útil em todas as outras fases do jogo. Foi o primeiro a ser substituído, por Adriano, numa fase em que se fazia do contra-ataque a única forma para se chegar à baliza adversária. 
O pior continua a ser o eixo da defesa, isto porque André Pereira fez esquecer as suas últimas exibições. Melhor a atacar que a defender, mas no geral em bom plano. Frechaut não trouxe a segurança que se esperava para o centro da defesa (e... incompreensivelmente intranquilo), o que a juntar à dificuldade de Carlos Santos nos lances rasteiros e rápidos, torna-se complicado ser consistente defensivamente. 

Resumindo, houve uma atitude e uma busca de identidade muito agradável na primeira parte, que esmoreceu na segunda. O que de bom se conseguiu fazer será para manter no próximo desafio, no Padrão da Légua, só assim o resultado deste jogo poderá ser encarado de forma positiva. A continuar a evolução, não tenho dúvidas que conseguiremos ser competitivos.

Eu acredito.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Fora da Taça

 
Eliminados na Taça à primeira ronda, perante um enorme apoio dos adeptos que depositavam - arrisco a dizer - uma grande confiança num bom resultado, é uma tremenda desilusão. 

Aquela entrada no desafio não lembra ao diabo. Apesar das cinco alterações nos titulares, sistema de jogo idêntico ao da semana passada. Desconcentrados, presos de movimentos, com uma atitude passiva em relação àquilo que o jogo ia pedindo, mesmo perante um contínuo apoio vindo das bancadas. Má postura que se prolongou até ao intervalo, com dois golos pelo meio, outros tantos por sofrer, nenhum remate à baliza (vá lá, uma boa tentativa por Zé Tiago, ao lado) e nenhuma jogada de perigo criada.
Na segunda parte, outra atitude valeu-nos cedo o controlo do jogo em procura do golo. Mais rápidos no passe, maior envolvimento dos laterais (ou porque se conseguiu ou porque se quis, já que a primeira subida de um lateral na primeira parte foi já depois do segundo golo adversário), o que nos deu maior profundidade e jogo mais perto da área adversária. Reduzimos numa das bolas paradas, Paulo Campos a 25 minutos do final. Tempo que não se soube rentabilizar em procura do golo, perante o esmorecer de forças no meio campo e as substituições que não inverteram o rumo. Não fomos suficientemente sufocantes para o adversário nem tivemos mais sorte do que a que merecíamos. Eliminados perante um adversário, em teoria, ao alcance.  

A passividade da primeira parte foi de todos, mas a defesa mostrou mais fragilidade, principalmente o lado esquerdo que se voltou a mostrar permissivo demais. E, claro, explorado pelo adversário. O lado direito é o oposto (foi o nosso melhor, o lado direito com P.Campos e Zé Manel).
O meio-campo sofreu alterações (com Navas e Frechaut; Seidi depois da lesão de Simão Coutinho, passando o Frechaut para central), ficando por saber como seria com Zé Lopes e Ismael (entrou já o meio campo de rastos, sem Seidi, quase sem Joel e com menos um elemento, já que Pedrinho entrou para o lugar de Zé Tiago para abrir a frente de ataque), titulares a semana passada. Joel emperrou o jogo (principalmente na primeira parte), apesar da disponibilidade em querer pegar na equipa e empurra-la para o ataque. Soltar a bola cedo ou faze-la circular, nunca fez mal a ninguém, ainda para mais quando as coisas começam a não saír bem. Foi dele o lance mais espetacular do encontro (soberbo remate à barra, ainda em 0-2), arrancou algumas faltas e nem tudo foi mau, mas foram também nos pés dele que muita bola se perdeu demasiado cedo.  


Duas últimas notas negativas: o árbitro, mal na dualidade de critérios na marcação de faltas e na permissão do anti-jogo leiriense. E o relv... o piso sintético, propício a um género de futebasket, em que a bola salta, salta e continua a saltar. Mau demais.  

sábado, 8 de setembro de 2012

É ganhar!


Paulo Campos, Frechaut, Petit, Pedro Navas, Adriano e Wellington já estão disponíveis para o jogo de hoje com o Leiria. Também Zé Manuel é opção, cumprido o castigo. Ou seja, plantel na máxima força.

Comparativamente com o jogo de Vila Verde, haverão muitas alterações no onze e mais opções. Saíram da convocatória João Mendes e os ex-juniores Carraça, Tiago Sousa, Postiga e Claudio Lopes (estes dois últimos titulares). 

Muita curiosidade para ver como se vai apresentar a equipa e o onze inicial.
Paulo Campos deverá entrar para defesa direito; Wellington, Zé Manel e Adriano poderão estrear-se. Expetativa para ver Frechaut, Pedro Navas e Petit. 

Tudo dúvidas para desfazer hoje, às 15h, no regresso do Boavista à Taça. Estou confiante, não só que vamos ganhar, como também o apoio dos adeptos vai fazer-se sentir. Rumo à 2ªeliminatória.   

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Taça




8 de Novembro de 2008, no Bessa frente ao rival Vitória, derrota por dois a zero, data do último desafio do Boavista na competição na qual é o quarto emblema português com mais troféus. Jogavam, entre outros, Tomás, Rui Lima e... Adriano. Este mesmo, o que atualmente faz parte do plantel.
Um mês antes, a contar para a IV eliminatória, a última vitória do Boavista em jogos de Taça de Portugal. No Bessa, frente ao Lousada, vitória por 1-0.
A 30 de Agosto do ano seguinte, a falta de comparência (contra o Pescadores) ditou o afastamento nas duas épocas seguintes.

O regresso é no Domingo, frente ao União de Leiria. É um Leiria a reagir à derrocada da época passada. Perdeu todos os melhores jogadores para equipas da primeira liga, formou o novo plantel com reforços oriundos de divisões secundárias, tal como nós. Conta ainda com dois jogadores emprestados por benfica e sporting.

É o primeiro grande teste da época para o Boavista, jogo em que a vitória e consequente apuramento para a segunda eliminatória (onde já pode encontrar adversários da segunda liga) é o único objetivo.
Relativamente aos 'estrangeiros' e Frechaut, ainda há dúvida acerca da possibilidade da sua utilização, porém, Zé Manuel, cumprido o castigo de um jogo, já é certeza que será opção. E que opção!  

Há 1400 dias que não jogamos Taça. Seria ótimo, neste jogo histórico, contar com um adepto por cada dia de ausência (vá lá, meio adepto por dia, dadas as condicionantes). Espera-se, ainda assim, um grande apoio em Leiria. O clube merece.


segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Sinal verde para a nova época


Primeiro ponto da época, conquistado em Vila Verde, com um justo empate a zero.

E primeira vitória. Bancada cheia, colorida a preto e branco, apoio do início ao fim. Confiança no futuro, como sempre.

Havia a curiosidade de ver a equipa em ação a sério, em jogos a doer, apesar do enorme contratempo: 8 jogadores indisponíveis, provavelmente alguns titulares de fora e ainda menos opções no banco para hoje.  
Entramos com dois jovens nas laterais, André Pereira e Claudio Lopes, Carlos Santos e Simão Coutinho a centrais; Zé Lopes como médio mais recuado, Zé Tiago e Ismael no meio campo e Joel, mais ofensivo, mais perto dos avançados Pedrinho e Postiga.    

A prioridade era mesmo defender bem e o mais longe possível da área, o que foi conseguido na esmagadora maioria das vezes. Na primeira parte estivemos em bom nível, a mostrar uma equipa já com alguma identidade, a procurar jogar rápido e a tentar pressionar o adversário no seu meio-campo. Foi nosso o controlo do jogo e a melhor oportunidade. Houvesse mais objetividade e mais acerto no último passe e estariamos na frente do marcador ao intervalo.
Na segunda parte e com menor fulgor no meio campo, tivemos mais dificuldade em segurar e estender o jogo, obrigando-nos também a maiores apertos defensivos. Limitado nas opções, tentou fazer algo o treinador Amândio aos vinte minutos, tirando Zé Tiago para a entrada de Seidi e refrescando o ataque, Postiga por Fary. Conseguimos reequilibrar, apesar da dificuldade em construir jogo. Com pouco tempo de compensação para as paragens que existiram, acabamos o desafio com dois livres laterais que em nada resultaram. 


Nota positiva para os defesas centrais, a resolverem simples e bem na maioria dos lances.
Zé Lopes também em bom plano, desceu de produção quando deixou de ser o médio mais defensivo. Assim como Ismael, também a mostrar que pode ser importante.
Pedrinho, na maioria dos lances, parece-me pouco objetivo. Com a raça e atitude que nos habituou, mas inconsequente na maioria dos lances, mesmo naqueles que parece conseguir ganhar alguma vantagem...


Vejam aqui o video da oportunidade da primeira parte (parece mão do defesa num primeiro desvio, depois uma boa intervenção do guarda redes adversário). Já agora, este livre foi uma excepção nos lances de bola parada. Estivemos mal, num aspeto que hoje seria ainda mais importante aproveitar. 
  
 
Parece-me que se vai apostar - e bem - neste sistema, com melhorias que poderão surgir quando todos os jogadores estiverem disponíveis. Por isso, estreia positiva também dentro do campo, sem dúvida.





sábado, 1 de setembro de 2012

Reforço


Hoje, na apresentação, confirmou-se mais um reforço: Frechaut. É só esperar para ver como está fisicamente, já que quanto à sua qualidade não há dúvidas, podendo ser muito útil ao que parece ser o setor mais débil da equipa, a defesa.  

 


Enorme a expetativa para o início da nova época, por razões óbvias e até normais, mesmo que muito estranhas pareçam a um Boavisteiro. É só relembrar os pesadelos dos últimos anos e notar as diferenças, sendo que há muito que a moral não está tão alta num primeiro jogo oficial (esperemos que traduzida num forte apoio no Domingo).


É continuar e começar a ganhar em Vila Verde. Domingo, 17 horas.

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Plantel



Já são conhecidos todos os nomes que, para já, fazem parte do plantel 2012/13. 

3 da época passada: Pedrinho, Fary e Paulo Campos (embora este não tenha acabado a época...).

8 faziam parte da equipa junior do ano passado que foi promovida à primeira divisão: Tiago Pinto, Cláudio Lopes, Tiago Sousa, Caio, Pedrosa, Carraça, Zé Alfredo e Postiga.

11 vem de equipas de campeonatos não-profissionais: Ricardo Campos, Simão Coutinho, Carlos Santos, André Pereira, João Mendes, Seidi, Zé Lopes, Zé Tiago, Ismael, Joel e Miguel Cid.

5 do estrangeiro, 4 dos quais brasileiros: Pedro Navas, Wellington, Adriano, William e Varnier (guarda redes australiano).

2 são... Petit e Zé Manuel.

Este ano, até dá algum gosto fazer uma merda destas:



Estou confiante nas contratações feitas aos clubes do nosso 'campeonato', casos de Ismael, Seidi, Miguel Cid, Simão Coutinho, entre outros. Dos brasileiros só o tempo dirá se são mesmo reforços a sério, assim como dos dois mais sonantes, Petit e Zé Manuel. Este último, apesar dos 37 anos, dez golos em cinquenta jogos pelo Trofense, nas últimas duas temporadas...
A defesa, para já, o setor com menos opções. Esperemos pelos próximos dias se nos trazem novidades. Seria bom.
Há que dar tempo e, dando continuidade aos sinais, é um plantel que se adequa bem à nossa realidade, para sermos competitivos e entrar em campo semanalmente com atitude e para ganhar.




O esboço possível, sem contar com a maioria dos juniores, que podem ou não vir a ficar no plantel e desconhecendo ainda algumas posições de alguns jogadores...


Estabilidade e cabeça limpa, é o que se precisa. O resto, somos o Boavista. Estamos aí para dar luta.

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Inscritos!


É oficial, via site do clube: a equipa está inscrita no campeonato da segunda divisão b. Para tal, foram suspensos 38 impedimentos (!) e vamos jogar a primeira jornada a tempo e horas. Somos doutorados neste assunto...

O primeiro passo ou objetivo está dado e, como temos visto, os sinais positivos continuam. Desde a postura discreta (e enquanto o plantel era formado) até à inscrição propriamente dita, tudo contribui para se começar a época como há muito não conseguíamos. A primeira barreira da nova direção foi ultrapassada.  

O plantel é totalmente renovado, o campeonato é renhido e competitivo, certamente com dois ou três outros candidatos ao primeiro lugar.
A equipa: vamos ver amanhã os jogadores, quem fica, quem vai e quem chega. E para alguns, como chegam. 
O apoio: o clube está a fazer por isso, há que corresponder no primeiro jogo da época. No ano passado, em piores condições, contra a Aliados e em jogo que foi adiado devido aos impedimentos, o apoio foi excelente, incondicional. A repetir. Estou confiante que o vai ser também no próximo domingo.


É esfregar as mãos enquanto se espera pelo anúncio do plantel (amanhã), prometido no comunicado. 

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Eles andam aí


À solta. É público, desde 22 de Agosto, na deliberação do cons. disciplina da fpf, os impedimentos já resolvidos e os que foram renovados. 

A primeira vitória da época vai ser mesmo conseguir chegar a Vila Verde na data prevista, não repetindo o que se passou na última temporada. 
Para já, continuam os sinais positivos, e com a discrição que a resolução destes problemas exige, o que é, por si só, uma boa novidade tendo em conta um passado recente.

Enquanto isso, a equipa treina e prepara-se.

Enquanto isso, as modalidades vão fazendo pela vida. 

Enquanto isso, o que nos faz saltar para os jornais é a notícia de que um dos melhores médios portugueses dos últimos 500 anos, vai jogar por nós de borla, pelo mais puro amor à camisola axadrezada.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Estreia adiada


Seria no próximo fim de semana a estreia do Boavista em competições oficiais, no entanto o jogo com o Leiria foi marcado para dia 9 de Setembro, como já é público. Desportivamente é bom para a equipa ter mais tempo para evoluir, aproveitando também o facto da segunda jornada se realizar três semanas após a estreia no campeonato. Não é segredo que a preparação começou tarde e que mais tempo até à deslocação a Leiria só poderá ser útil.

Por mútuo acordo (ou mútua necessidade) ou não, nem importa saber se este adiamento foi pedido por Boavista ou Leiria, já que não passa pela cabeça repetir a ausência da Taça de Portugal nos últimos dois anos. Seria um péssimo sinal.

sábado, 18 de agosto de 2012

Uma vitória

No primeiro jogo do torneio em S.João de ver, ganhamos 3 a 1 contra o Salgueiros 08. Estamos na final, amanhã às 18h.

Bom ensaio, principalmente na primeira parte, em que conseguimos dois golos de vantagem, ambos de bola parada (Simão Coutinho e Paulo Campos). Dominamos o jogo, criamos oportunidades, estivemos bem a defender. Descemos na segunda parte, cansaço e algumas experiências que nos fizeram quebrar um pouco. Finalizamos o jogo a dominar e a marcar o terceiro, por Adriano, isolado, a responder bem a um excelente passe de Zé Tiago. 

Sobretudo, deu para ver que se caminha para uma equipa-base e um esquema de jogo que se adapte aos jogadores que temos. Hoje, Amândio Barreiras voltou a jogar sem nenhuma referência fixa na linha avançada, dois alas abertos e móveis, três médios centro encarregues da maior parte das transições (e um primeiro bloco ao adversário) e um trinco. 

Onze:
Ricardo Campos; Carlos Santos, Simão Coutinho, Pedrosa e Paulo Campos; Miguel Cid (?), Seidi, Zé Lopes e Ismael; Pedrinho e Wellington.

O Ricardo Campos tem duas saídas péssimas. Dois cruzamentos e alguma indecisão em tudo que é bola acima dos dois metros de altura. Apesar disso, gosto da confiança que transmite. 
Simão Coutinho é o líder da defesa, Carlos Santos o central 'durão', complemento que para já é um bom sinal. 
À direita, Campos está aí para cumprir, à esquerda continua problema, apesar do enorme esforço do Pedrosa. E quase marcava um golito. 
Miguel Cid, muito posicional mas em bom plano. Boa leitura de jogo, falta na hora certa, a compensar bem os colegas no campo. É bom um trinco que erra pouco.
Ismael, o que tem mais capacidade técnica para organizar a equipa, sem dúvida. O novo Kadinha, mas de pé direito e com mais pulmão. Muito mais.
Boa velocidade do Wellington. E objetivo, não está com muitas cócegas, aposta mesmo na rapidez. 
O Pedrinho, contra o que seria previsto, não terá a titularidade garantida. Há Adriano (marcou) e mesmo Zé Tiago que hoje entrou bem.

Joel entrou, um género de Guerra da época passada, ainda mais pesado e mais lento. 


Um bom teste, mesmo tendo em conta que o adversário é um recém promovido à terceira divisão. Haja estabilidade para se continuar a evoluir, integrar os reforços e fazer crescer a equipa. Uma semana para ir ganhar a Leiria, caso haja mesmo jogo, já que é há notícias que dão conta de um possível adiamento do jogo, a pedido do clube leiriense.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Amigáveis...


E que amigos nós somos. Ainda não ganhamos na pre-época, o que, dadas as circunstâncias, não é extremamente preocupante. Os relatos que chegam do último jogo são de alguma evolução.

Márcio Santos e Frechaut, confirma-se, não treinam. Pelo menos não jogam. Para já, não passaram de boatos. De Petit, apesar da enorme vontade em o vermos de novo a competir com a mágica camisola, nada. Os treinos deverão ser necessários e importantes, para um 'patrão' a 200%. Seremos pacientes. Há que esperar, até porque a inscrição da equipa (leia-se resolução de possíveis impedimentos, que apesar de estarem no segredo dos deuses, poderão ter alguma influência nesta espécie de black-out informativo) ainda deve estar para acontecer.
Na imprensa, nos últimos dois dias, foram confirmados dois nomes que já treinam há algum tempo, ambos titulares nos amigáveis realizados: o central Carlos Santos (ex-Coimbrões) e Seidi (ex-Padroense). 

Em Touriz, derrota por 3-1. Ontem, dia 15, empate em Albergaria, frente ao Alba, 1-1.

Próximo fim de semana, aqui sim, um 'cheirinho' de competição a sério, talvez o último teste antes do importante jogo que marca o regresso do Boavista à Taça de Portugal. Torneio em São João de Ver, a 30 km do Porto. Era bom um 'aquecimento' no que toca ao apoio à equipa, tendo em vista a deslocação a Leiria, dia 26. 

Venham mais amigáveis, mais jogos, mais evolução. 



 

sábado, 11 de agosto de 2012

Derrota em amigável



Realizou-se no Bessa, vitória do Ac. Viseu por 1-0.
Continuam os testes, muitos jogadores novos (quase todos...), alguns à experiência, outros a experimentarem posições, alguns que vão ficar e outros que seguramente vão ter dificuldade em consegui-lo.

Com pouco mais de uma semana de treinos e ainda com o plantel em formação, é difícil qualquer sinal muito positivo em termos de equipa. Estamos ainda numa fase embrionária, como se entende. 
Individualmente, Ismael e Seidi de novo em destaque no meio-campo (como já tinha acontecido em Felgueiras). Carlos Santos (central, de novo titular), Zé Lopes (esteve lento no meio campo), mais uns destaques de jogadores os quais se desconhece o nome. Problemas evidentes no ataque, visto que Fary se mostra pouco competitivo, a opção que jogou na segunda parte tambem, Adriano desta vez jogou numa ala. A opção Márcio Santos (avançado, jogou por nós em 2003) será muito bem vinda.

Petit esteve no campo mas nao jogou nem se equipou.

Venham os próximos que é bem preciso.

Petit assina


O nosso Petit está de volta.





clique na foto para ler a notícia


domingo, 5 de agosto de 2012

Rola a bola


Esta semana começaram os treinos do futebol sénior e ontem, sábado, o primeiro amigável. Informações oficiais e públicas tem sido nulas, como sabemos. Estratégia, obrigação, impedimentos ou o que for, isto acaba com um gajo, daí a curiosidade extrema que suscitou este jogo, apesar de ainda nem se levar uma semana de treinos.
Coletivamente pouco se mostrou, empate a uma bola com o golo do Boavista apontado por Adriano. 

Algumas notas:

O treinador é Amândio Barreiros, homem da casa e com experiência de segunda divisão. Para quem não conhece ou não se lembra, pergunte à VelhaGuarda. Tó Luís treinador de guarda-redes, Jorge Couto o dirigente no banco.

Não contei, mas rodaram uns 22/23 jogadores. Uma semana de treino, ainda haverá muita coisa a mostrar e melhorar, mesmo de entre os que estiveram melhor e jogaram mais tempo, individual e coletivamente. Deu para ver que Ismael(ex-Joane, titular) é o médio mais criativo, Adriano (que jogou por nós em 2007, ontem a avançado centro de início) está de regresso, assim como Paulo Campos (jogou a médio centro, na 2ªparte). 
Dos resistentes, Pedrinho mantem a mesma onda. Numa equipa organizada e também ele com a cabeça em dia e atinada, tem tudo para ser uma mais valia. Fary mantem-se, se não der para mais, será o que tem sido: a alma da equipa talvez em prol da união e do espírito de luta. 


Esta semana foi o sorteio da segunda divisão norte. Começamos em Vila Verde em menos de um mês, depois no Bessa com o Vizela e fecha-se Setembro no Padrão. Acabamos o campeonato em Famalicão.

sábado, 28 de julho de 2012

Eu não gosto

Nós não gostamos. Eles parecem não querer gostar.

Da gritante falta de informação acerca de tudo que é Boavista e não é futebol (dito assim já para ser um gajo simpático).


Durante anos a fio fomos o clube mais eclético do Norte. Dado o número de modalidades, a quantidade de atletas que diariamente evoluem, quer em formação quer em sénior, com a camisola do Boavista é e sempre foi um enorme orgulho. Uma marca registada axadrezada. A sobrevivência de cada modalidade, nos últimos anos, tem sido o melhor exemplo de como a elas nos dedicamos (os profissionais que lá trabalham), com afinco, paixão, profissionalismo.


Um mero adepto que queira saber se a equipa de futsal se inscreveu na competição sénior, não o consegue. O mesmo com o Andebol. No site do clube, aquela que deveria ser a principal fonte de informação, nada noticia sobre futsal, por exemplo, desde Março. De Ginástica, desde Janeiro. Boxe ou Andebol, desde o ano passado. Afinal, o site é do Boavista FC ou é da Boavista, Futebol SAD?

As modalidades têm blogues oficiais, uns com atualizações mais frequentes que outros, mas... é um exagero a falta de informação. E melhorar esse aspeto até é facilmente conseguido.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Eu gosto

Nós gostamos. Eles parecem querer gostar. 

Se for mesmo para ter estabilidade, organização e trabalho, a formação é, sem dúvida, um dos caminhos a apostar forte.


Nem que se tire a outros, se diminua o tamanho da ambição e objetivos noutro lado. C'est la vie...

domingo, 22 de julho de 2012

Se não fosse a vacina...

Pouco preocupante até porque já estamos vacinados para isto. As condicionantes devem ser enormes, os habituais impedimentos (dos quais pouco se fala), as recentes eleições, a possível re-organização de toda a estrutura, os problema de clube, modalidades e SAD, enfim. A dívida, esse monstro, sempre lá parada à porta, a servir de culpa e desculpa. Nestes momentos, ser Boavisteiro ainda é mais fodido, por muita calma que se tente manter, por muitos clubes a desabar que se vão vendo por aí.

A uma semana do 107º aniversário e pouco ou nada se ouve de alguma coisa. O que até pode ser bom por um lado, dando a ideia de secretismo e organização, pode também ser angustiante para os adeptos. Angustiante não direi, pela tal vacina que todos nós já tomamos, mas aumenta a puta da curiosidade, alimentada pelo enorme bicho que todos temos cá dentro, o amor pelo xadrez. Essa fome inexplicável, cada vez mais difícil de saciar no maior dos clubes. Eu espero, não há problema. Eu e os adeptos que não vão para a porta do pavilhão fazer barulho, a 'profissionalização' acabou com essas coisas. A vacina acalma-nos, apesar dos efeitos colaterais. 


Falta uma semana para Agosto e equipa sénior, nada. Plantéis já se apresentam, outros começam os treinos, alguns até já fazem amigáveis, apesar de no meio da confusão ainda nem se saber ao certo em que divisão se vai jogar. Continua a dúvida entre saber se vamos ser competitivos na época que se avizinha ou simplesmente se vai conseguir competir. É fodido...
Constata-se é que a razia foi mesmo total, em relação ao plantel que sobrou no final da época passada. Emerson, Steven e Bonfim eram alguns dos que sobravam, todos eles já assinaram por outros clubes, restando Pedrinho e Machado. De entradas de jogadores pouco se sabe, nada se fala. De entradas no futebol e de tudo o resto. Comunicados desde as eleições só sobre o arranque da formação no futebol. 
 
 
Será a luta pela sobrevivência, em que competir volta a ser a prioridade. O silêncio é esquisito. Nada de notícias de jogadores ou treinadores, mas também não se ouve de prazos de inscrição ou problemas para superar com os impedimentos. Basta relembrar o terror dos dois ou três últimos anos e notar as diferenças.

Tenta-se só acreditar que as coisas estão no rumo certo, apesar dos problemas não só da SAD, como do andebol, futsal e restantes modalidades. 

Espere-se e que a vacina vá fazendo efeito.

terça-feira, 17 de julho de 2012

Arranque da época


 Já há trabalho de campo no Bessa. Jogo treino contra uma equipa desconhecida (Nogoon El Nostakbal Club Academy), em que se alinhou com um misto de juniores do ano passado e alguns jogadores séniores à experiência. Do jogo nada se pode falar porque nada se viu, pelo menos por parte dos labutadores que pastoreiam aqui no blogue. Ficamos, pelo menos, a saber que se está a fazer testes a alguns jogadores tendo em vista a sua integração no plantel sénior. 

O que me fez mesmo escrever este post foi isto. A aposta forte naquele que, quanto a mim, deve ser um dos principais focos da direção, a formação. Agrada o discurso, agrada a atitude, faz-se crer que realmente a aposta é séria. Almeidinha e Valério juntam-se ao corpo técnico que vai acompanhar os nossos jovens, juntamente com um novo diretor técnico e um psicólogo do desporto. Mais abertura e competitividade à escola Jaime Garcia, porreiro. 

Como venho a dizer, mais que palavras, queremos atitude e seriedade. Resultados. Trabalho. Sinais visíveis de organização. Evolução nos jovens futebolistas. Aproveitar realmente o valor dos jovens, quer na equipa sénior quer nos cofres do clube e não vê-los chegar à primeira liga ou a equipas 'b' sem qualquer tipo de compensação. Como tal e como com o resto, há que dar tempo para se confirmar. Como sempre, há que acreditar.  


Malafaia assina pelo Leixões. Fez 14 jogos a titular na época passada, ficando sempre a ideia que, fisicamente, nunca atingiu patamares... razoáveis. Melhor que Guerra (era difícil não o ser, ok), pior que Emerson ou Joel, prometeu no início da época ser a solução ideal para um meio-campo a quatro que tanto jeito nos dava. Pena sim, mas de não ter um Malafaia a 100%, como nunca tivemos. 

Entradas, apesar dos boatos, nada confirmado oficialmente. Ismael (ex-Joane) e Adriano (o que jogou por nós em 2008) são alguns dos nomes que se falam.

domingo, 15 de julho de 2012

Manuel Campos nos JO





28 de Julho é o dia em que o 'nosso' ginasta Manuel Campos - 12 vezes Campeão Nacional, 12 participações em Mundiais e 9 em Europeus - entra no North Greenwich Arena, participando nos Jogos Olímpicos. O objetivo é “tentar alcançar a final all-around que é de onde sai o campeão olímpico do conjunto dos 6 aparelhos”. 1 de Agosto, dia da final e dos 109 anos do Mágico, esperemos estar colados ao ecrã e torcer pelo melhor ginasta português da atualidade.

 BOA SORTE, MANUEL CAMPOS! UM ORGULHO PARA TODOS OS BOAVISTEIROS

Falando em modalidades do Boavista, não é segredo que estas atravessam um momento terrivelmente difícil, não sendo exceção ao cenário do clube e futebol. Este ano, pelas palavras do presidente, as coisas ainda vão piorar, no que toca a apoios financeiros. Cada setor vai ter que se desenrascar, arranjar sponsors, ludibriar encargos, minimizar custos, mesmo que para isso atletas, treinadores e responsáveis tenham que pagar as respetivas cotas. 
Resumindo, quem pode ser auto-sustentável safa-se, quem não o consegue ser, será, inevitavelmente, muito difícil de continuar com a respetiva modalidade, seja em competição sénior seja em formação. 
Acredito que os responsáveis tenham dado o máximo ao longo destes últimos anos de calvário, em prol do Boavista. Acredito que mereciam mais, muito mais. Mereciam mais do clube, dos adeptos, da cidade. O ecletismo ainda existente no Boavista - e que a todos nos orgulha - deve-se, em grande parte, a essas pessoas. De realce a postura da Associação dos Amigos do Boavista, que faz o que pode. É para tudo que não seja futebol que deve ser direcionado o seu apoio.

A conjuntura atual obriga à reformulação da organização nas modalidades. O nosso grande tiro no pé começou no fim do pavilhão, na falta de um espaço condigno para a existência e prática das modalidades ditas amadoras, que o nosso ecletismo e história mais que justificavam. O erro é, neste momento, irremediável. Por muito que nos custe, já que o futebol é e será o principal foco dos adeptos e clube.  

terça-feira, 10 de julho de 2012

Algumas saídas


 As Ivetes vêm ao Bessa.

O plantel, ao que tudo indica, vai mesmo ser construído do zero. O que se compreende, dada a razia e a forma como acabou a temporada passada (como acabou, como começou, como decorreu).

Mais algumas saídas confirmadas: 
Vitor Fonseca vai para o Lourosa, não sei se para o futsal ou se vai continuar no futebol de onze. Boa viagem. O Flávio, defesa direito/médio (lembram-se?! aquele gajo que apareceu a titular surpreendentemente num dos jogos mais marcantes da época, em Tondela), para o Coimbrões. O Joel (deste tenho mesmo pena, gosto deste jogador) para o União da Madeira da segunda Liga. Apesar de nao fazer da velocidade uma característica, é bom jogador, um dos que se safam da temporada passada, espero que tenha sucesso. Leandro, o ponta de lança, para a terra das alheiras. Tem lógica. Uff! Que alívio.


De resto, apesar dos boatos e do zero-zero, nada de nomes; se há alguma coisa (duvido que haja muuuita coisa), está no segredo. Porreiro. 

Quanto à foto, é só para dar alguma classe ao blogue, chamar pessoal, essas merdas. Dia 29, oportunidade única para recrutamento de brasileiras para o nosso clube. Tou lá. À porta, pelo menos.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Primeiras mexidas


Baixa estatura, extremo, boa técnica e rápido, à semelhança do outro ala da estrutura, Jorge Couto (que se mantêm). Rui Borges, ex jogador do Boavista, é o novo diretor executivo da SAD. Apesar de se desconhecer as suas capacidades como dirigente, há que - como sempre - acreditar. O tempo dirá o porquê da escolha e se foi ou não acertada.

As saídas confirmadas são as que os respetivos jogadores já assinaram por outros clubes: 

- Cavadas. Alguma surpresa pelo destino, o Braga. Mesmo na equipa B, será difícil, por aquilo que mostrou em meia-época de titularidade no Boavista, acompanhar o salto na carreira com o desempenho desportivo correspondente. Bom indício que, afinal, o nome "Boavista" ainda dá boa fama a muito jogador... razoável.

- Kadinha e Nuninho. Rumo ao Chaves, clube que viveu enormes dificuldades financeiras no final da temporada passada, atualmente ainda gerido por uma Comissão Administrativa. Nuninho surpreende; é jovem e justificaria a aposta mais um ano, em busca da 'explosão' que poderia acontecer. Pena por Kadinha, talvez o médio mais tecnicista que passou pelo Bessa nos últimos 2 anos.    

- Filipe Babo. Tirsense foi o destino. Foi um dos mais utilizados na temporada passada, de longe um dos melhores centrais do plantel. A desmotivação e desconcentração em alguns jogos faz com que não se entre em depressão pela perda.


Esperemos por mais novidades que, forçosamente, terão que acontecer nos próximos dias. Plantel, impedimentos, essas tretas. Treinador. 

terça-feira, 26 de junho de 2012

Novo Presidente da SAD


Alguma surpresa na designação do novo presidente da SAD: Dr. Luís Teixeira de Melo, atual presidente da Assembleia Geral do Boavista, cargo que mantém desde a anterior direção. 
Miguel Garcia mantém-se como Vogal do CA acumulando o cargo de Vice-Presidente do Conselho Fiscal do clube, tendo ainda sido designado Diogo Braga para as mesmas funções - ele que também é vice-presidente do clube para a área das Relações Públicas e Comunicação. 

Informação no site do clube, pode ver aqui.


Trabalhe-se. Dê-se tempo, reorganize-se com seriedade, mostre-se sinais de melhorias, é o que se pede. 

domingo, 17 de junho de 2012

Nova direção



Dia 1. Está oficializada a passagem de testemunho da anterior direção do clube para a atual. Novos (nem todos, que alguns 'renovaram') Corpos Sociais oficialmente eleitos, novo discurso de união e a tomada de posse.

Para além de confiar nos novos (que acredito que tragam melhorias) e antigos membros da direção, há que ver aquilo que o clube precisa e os sócios anseiam: sinais de organização e estabilidade.


De relevo nos próximos dias, a formação da direção da SAD. Vem aí pre-época, plantel, inscrições, impedimentos, a história do costume. Força Boavista!

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Portugal



Hora da Seleção, do país no mundo do futebol, da camisola das quinas, do grupo em busca da vitória. De Portugal em campo.

Ignore-se, pois, a escumalha que, teimosamente, não larga o poder e aproveita o intenso mediatismo da Seleção.
Por falar nisso, Manuel José já melhor nas declarações, mais certeiro pelo menos: " de manhã o presidente da FPF falava português e depois do almoço falava escocês", referindo-se ao Madaíl. Que mais?



Gostei do banho de humildade que os deuses do futebol deram ao nosso craque. Vamos ter o melhor da Europa revoltado com ele próprio (isto para não o mandarmos já para o caralhinho, espera-se mais uns dias). Cuidado.

O 'zuca' dá o exemplo da entrega e concentração. Pois. E outros aprendem.

Laranja espremida para se vibrar mais um pouco. Até à final.