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terça-feira, 31 de dezembro de 2013

2013. Bom 2014!



Seis anos de ausência, os de maior pesadelo vividos pelos Boavisteiros. (Ausência?).
Regresso efetivo em 2013, depois de abandonar em 2007. Agradável a rápida recuperação da doença que afastou o antigo presidente, mesmo depois de assegurar o polémico regresso de ABJ à presidência da SAD, o que na altura contribuiu para momentos conturbados.




Fomos capas de jornais, destaque na comunicação social, num momento em que pareceu que o mundo desportivo português acordou para a realidade: o regresso à primeira, a derrota do caldinho da vigarice cozinhado em julho de 2008. Seis anos depois da cabala dos mafiosos.
Foi a 21 de fevereiro. Olé!



Foram vários dias de indefinição, que acabaram por ditar o alargamento da liga na próxima temporada. Mesmo que a vontade fosse outra, todas as condicionantes fizeram com que este fosse o acordo possível.
Várias vitórias parciais e fundamentais se seguiram, com o objetivo de nos reerguermos. Outras se seguirão.
 

 

Num momento tão conturbado continuamos a resistir às contrariedades, a competir nas várias modalidades e a somar vitórias, dignificando o Símbolo Axadrezado por esse país fora,  tudo com uma atitude e entrega exemplares. Enorme orgulho em quem contribui para tal.







Há quantos anos não sentiamos seriedade e trabalho no futebol sénior?
Apesar de uma das piores classificações de sempre, este 2013 tem sido sempre a subir:
evolução, entrega e honra em vestir a camisola Axadrezada. Jogue-se onde se jogar, seja contra quem for, com um principal objetivo: dignificar o símbolo. Com todas as condicionantes conhecidas, a estabilidade é uma realidade, assim como a continuidade do bom trabalho da equipa técnica e sua própria evolução.





Helena Monteiro, 15 anos, internacional junior por Portugal. Boavisteira como nós.
É só a ponta do icebergue,  mas representa o que de bom se faz na formação do nosso clube, nas ditas modalidades amadoras. Centenas de jovens diariamente no Bessa, nas várias modalidades e diferentes escalões. Prova imensa da dedicação ao emblema de todos que o tornam possível. Bravo.







terça-feira, 24 de dezembro de 2013

O Bom Natal



Última vitória do ano no Bessa, num jogo em que mostramos a nossa superioridade e justificamos a goleada, mesmo com quinze minutos de algum facilitismo após o golo cedo de Bobó. Reagimos e controlamos até ao final, fruto da consistência da equipa e do nosso bom jogo ofensivo.

Em relação ao jogo de Amarante, manteve-se a dupla no meio campo, Cid e Luís Neves. Continuam bem, tanto na luta pela bola como a dar-lhe a melhor sequência, com destaque para o ex-Gondomar neste aspeto. Cid continua com a bateria carregadíssima, cada vez mais. Muito boa evolução nesta primeira metade da época.

Desta vez foi Zé Manuel nas costas de Bobó, no lugar ocupado por Fary nos últimos jogos. Pode não ter resultado como pretendido, mas é essa caraterística que salta à vista, a versatilidade da frente de ataque, ora com Li na ala ou no meio, ora com Zé Manuel a deambular na frente, ora com Bobô a ganhar bolas aéreas mais atrás ou a finalizar na área, ora com Julián a fazer número no meio campo e a romper na frente e assistindo os avançados. Bom entendimento, desmarcações rápidas, boas decisões, fazem com que o balanceamentto ofensivo seja aproveitado pela equipa. Ajuda o facto de ser suficiente dois médios centro, ao contrário dos habituais três, com o trinco mais fixo; veremos se poderá ser possível quando o nível de exigência aumentar, mas aqui podemos estar descansados, os sinais são que a equipa quer e vai continuar a evoluir.

Na defesa, nota para o bom regresso de Afonso (o único defesa esquerdo de raíz do plantel) e de Campinho, que esteve em bom plano, mesmo num desafio sem grande exigência defensiva. Santos e Tiago continuam a mostrar a boa forma.
 

Hattrick de Bobô. Imparável, espelha a boa forma da equipa.  Desde a oitava jornada contra o Salgueiros, sempre titular e substituído por duas vezes, ambas nos últimos quinze minutos de jogo. Definitivamente, juntou os números à utilidade que cedo demonstrou: uma média superior a um golo por jogo, algumas assistências, muitas bolas aéreas ganhas, abnegação na luta em cada lance disputado. E já está a um golo do melhor marcador da série.

Mostramos, e julgo ser esse o principal motivo de satisfação por parte dos adeptos, ser uma verdadeira equipa, mostramos evolução durante os quatro meses de temporada e, dentro do campo, no banco ou nos treinos durante a semana, um verdadeiro grupo, que quer chegar ao máximo de rendimento, lutando pelos objetivos como se fossemos nós, adeptos, a envergar a mágica dentro das quatro linhas. Ninguém é titular de caras, ninguém tem o lugar como perdido, é essa a ideia que passa para fora. Orgulho. Queremos mais.




É um bom Natal desportivo que iremos passar este ano. De caras, o melhor dos últimos anos, independentemente do bom momento desportivo dos comandados por Petit.
Os primeiros sinais foram dados ainda em 2012, a confirmação surgiu em fevereiro deste ano. A possiblidade de nos podermos reerguer e a vitória na luta pela sobrevivência é uma realidade, podendo haver alguma estabilidade, tão rara nos últimos anos.
O primeiro passo era isto, o que está a acontecer. Só o primeiro passo, é verdade, mas é-o, a busca pela estabilidade, acompanhada por algumas vitórias fundamentais para o sucesso no futuro. Sinais de que o clube está unido e quer, em definitivo, reorganizar-se e reerguer-se, contando com todos a puxar para o mesmo lado.
Num período que continua negro, a subsistência das modalidades, a força que demonstram nos vários escalões e o entendimento que revelam com a direção é outro ponto muito positivo.



Força Boavista.

Bom Natal!


segunda-feira, 22 de abril de 2013

Seis na despedida

Dia perfeito para aquele que se espera ter sido o último jogo no Bessa na segunda divisão b. Boa exibição, golos (maior goleada da época), a limpar a imagem do péssimo jogo da semana passada. Com moral em alta nas bancadas e com a equipa-tipo no campo, ainda houve tempo para tributos a Fary (4 golos!), Zé Manel e a Navas, jogador do ano. Também a Petit, não só pelos adeptos como tambem pelos jogadores, mais que merecido pelo simbolismo que representa e pelo trabalho positivo da equipa técnica. No fim, os festejos de quem sente que está cada vez mais perto. 

Se foi merecido para os adeptos esta despedida, também o foi para a equipa, que em termos de atitude e balneário foi a melhor que tivemos nos quatro anos de campeonato amador, apesar dos resultados desportivos. O 10º lugar é o reflexo da qualidade do plantel no seu todo e das suas limitações, que nos fez falhar na consistência em momentos chave da época. Foi o possível ou o realismo com que se encarou esta época, em que houve erros e virtudes. 


Próxima semana em Famalicão, na despedida da época. Vitória, melhor ataque da prova, Fary o melhor marcador e a primeira divisão também para as séniores do voleibol  (que jogam logo a seguir o jogo decisivo também em Famalicão) são os objetivos. Forte apoio que o clube merece.

domingo, 14 de abril de 2013

Evolução IV


Já foram vários os clubes que recorreram da decisão tomada na AG da Liga. O problema para eles é fácil de explicar: caso o Boavista não consiga os pressupostos para se inscrever na primeira liga, o alargamento deixaria de fazer sentido, ficando as coisas como estão, ao contrário do que ficou decidido, pois prevê-se o alargamento com e sem Boavista.

Para nós, é indiferente. Parece-me óbvio que fomos aproveitados pelo presidente da liga para concretizar o seu objetivo número um, o alargamento. Como é óbvio também que quando na data limite para a inscrição das equipas, já o número de clubes da liga terá que estar definido. Só a federação para descomplicar o caso e ignorar estes mete-nojo dos recursos. Duvidar da nossa inscrição é, em certa parte, estar em desacordo com a indemização a que temos direito. Dúvidas não extensíveis aos outros clubes é vontade em complicar o caso, mesmo que o pretexto seja uma guerra que nem é nossa.


Ainda mais óbvio, é que tudo continua nas mãos da federação, não só na ratificação do alargamento, mas principalmente no acordo que terão que alcançar com o Boavista. É que só assim se fará justiça.

Estamos em plena contagem decrescente. Aguardemos.


Aguardemos também, ainda que sem tanta ansiedade, pelo fim da época. A desmotivação parece ter chegado para ficar, depois de uma péssima exibição em Gondomar. É a pior série da temporada, dois pontos em cinco jogos e uma involução que não era esperada, daquele que já foi o melhor ataque da prova.
O 442, com Campos e Fary na frente, não resultou; para além da inoperância, tira-nos os elementos mais desequilibradores, os extremos. 
A mudança de esquema tático não ajudou, o que a juntar à passividade geral, deu num jogo amorfo, apático e sem oportunidades de golo.
Reação: não mais que um encolher de ombros. O fim da época está aí à porta...
E siga, que é por demais evidente que na cabeça de todos e até do próprio clube, o jogo principal é fora dos relvados.

domingo, 24 de março de 2013

Surreal!


Empate arrancado a ferros. Pelo que tivemos de lutar e pelo que não nos deixaram jogar. 
Depois de ameaçar, vantagem com o golo soberbo de Carraça, se bem que a primeira chance de golo pertenceu aos da casa com um remate à barra, após um pé em riste do avançado varzinista e num primeiro sinal do que estava para vir no que toca a critérios técnicos e disciplinares. Depois da expulsão forçada de Navas (dois amarelos em dez minutos que deviam ser só um) esteve-se bem defensivamente e só por uma vez em verdadeiros apuros antes do intervalo. Controle sobre o jogo, a tentar saír para o ataque e criar perigo, apesar de jogar em inferioridade numérica. E entramos melhor na segunda parte, perigosos no contra-ataque e com o duplo-pivot no meio campo (Zé Lopes com tarefas mais defensivas e exigentes esteve bem; sempre muita lucidez com a bola no pé) a segurarem o adversário. 
Depois surge o momento que transforma o jogo: de um lance normal (lance aéreo perdido pelo avançado, protegido pelo defesa) surge a pena capital, o golo e a expulsão de um dos jogadores do Boavista já com amarelo, apesar de toda a equipa protestar.
Daí até ao fim e mesmo com oito jogadores em campo, Paulo Campos a central, Rúben a entrar e saír e obrigados a abdicar do ataque, aguentou-se e bem o jogo junto à nossa baliza. Concentrados e com atitude conseguimos suster a avalanche ofensiva. 

Boa exibição (a melhor de xadrez ao peito?) de Carlos Santos, inúmeros cortes importantes e um golo certo evitado ainda na primeira parte. A expulsão é a mais revoltante das três, também por ser a mais ridícula.
Mais um de Carraça (e vão quatro de livre direto esta época). Bem melhor que no jogo da semana passada, esteve disponível fisicamente os noventa min... os 105 minutos de jogo. À frente, mais recuado ou a trinco, mostra bem que raça não é só no nome.
Tiago Pinto teve uma estreia muito positiva, sempre que foi chamado a intervir esteve bem e mostrou confiança. Esteve perfeito nos lances aéreos, defendeu o penalty, fez o que tinha a fazer perante o que se passava à sua frente. Boa Alfredo!


Mas a arbitragem marca em definitivo o jogo. São demasiados lances incompreensíveis, ridículos e até caricatos. A vergonha sem limites. 
Ódio e inveja serão algumas motivações para um energúnemo bracarense prejudicar tanto o nosso Boavista.
É um ponto interessante, este: porquê, se não fazem falta os pontos nem atrasam em busca de qualquer objetivo, a nós e ao adversário? Resta uma hipótese: a intenção de incendiar os ânimos nas hostes axadrezadas, com a esperança que muitos de nós - adeptos, jogadores e eq. técnica - percam a cabeça a partam para ações puníveis pela fpf e condenáveis pela sempre atenta comunicação social. Uma palavra para a atitude dos responsáveis, céleres a evitar confrontos de cabeças quentes no final do jogo.

Não adianta, já está mais que provado: por muito que nos batam, nós resistimos. Somos Boavista.



PS: Chegaram-nos informações a meio do jogo e estão inúmeros comentários no facebook do Boavista acerca da rádio OndaViva, rádio poveira que acompanhou o jogo.

Tudo bem que uma rádio local será sempre parcial a relatar e analisar o jogo, em favor do clube que acompanha com regularidade. Compreensível, até aceitável. Mas isto:
 -  "Se os jogadores do varzim fizessem no Bessa o que os do Boavista estão aqui a fazer... ui, nem imagino; caía a Torre dos Clérigos"
 -  "Tudo de mau é a caraterística deste Boavista, nem mereciam jogar num campeonato de freguesia"
 -  "Isto é incrível, até parece que estão a lutar para não descer de divisão"
 -  "Era bem feito que sofressem o golo nestes minutos para punir estas atitudes"
 -  "O Boavista tem um grande palmarés e de certeza que não são estes jogadores mal educados que não tem lugar em lado nenhum que vão alterar isso"

Isto é desrespeito pela instituição Boavista, pelos jogadores, e, sobretudo, péssimo jornalismo, por muito regional que seja.
 
Vamo lá: os imeiles e os feicebuques servem para alguma coisa - se bem que seria dar importância a mais qualquer reação oficial ou perder tempo no próximo sábado em Gondomar enfiar-lhes os microfones goela abaixo. Mas sejamos um pouco como eles.
https://pt-pt.facebook.com/radioondaviva1/timeline?filter=1

segunda-feira, 18 de março de 2013

O dia não


Após duas vitórias consecutivas (algo inédito esta época), derrota amarga ante o tirsense. Amarga porque, apesar da exibição cinzenta, criamos oportunidades mais que suficientes para chegar ao empate e poder relançar o jogo. O melhor ataque não marcou, o meio campo não carburou, num dos jogos no Bessa em que Ricardo Campos foi menos chamado a intervir.

Ao contrário do que tem acontecido nas derrotas, não foi pela defesa que não conseguimos ser melhores; falhamos onde costumamos ser mais fortes:
no meio-campo, setor extra povoado pelo adversário, em que Carraça esteve uns furos abaixo, Zé Lopes não conseguiu dar sequência à posse de bola, sendo que tivemos sempre dificuldade em fazer a pressão habitual, ganhar a segunda bola e conseguir fazer circulação. Navas perto do nível habitual.
No ataque, em que não costumamos falhar tantas oportunidades flagrantes como hoje.
O penalty 'ingrato' veio complicar as contas do jogo, incapazes de reagir bem até ao intervalo, exceção nas bolas paradas. Fortes nos primeiros vinte minutos do segundo tempo: Fary, Wellinton e Zé Lopes tiveram nos pés (na cabeça no caso do médio) o empate, assim como Rúben (no pouco tempo que teve para jogar). Paulo Campos foi o último do perdulários.

Jogo azarado a juntar a uma exibição com menor fulgor do que tem sido habitual.
Acredito na reação na próxima semana contra o Varzim (que não perde há seis jogos). Uma boa presença na Póvoa é fundamental, no campo e nas bancadas (a fazer lembrar excelentes deslocações que já lá fizemos).


domingo, 10 de março de 2013

Em Festa


Quatro golos sem resposta (a igualar o nosso melhor 'score' desta época), uma motivação assinalável fazendo esquecer que não há títulos para conquistar ou descida para evitar, grande presença e atitude dos adeptos. Enormes!
44 golos, ninguém tem mais marcados no campeonato; 10 de Wellington, só um jogador supera a marca (ainda assim, uma perna de Wellington vale dois Leandros...).


Cedo se percebeu a superioridade da Boavista, no domínio e controlo do jogo. Eficazes no passe e a explorar os espaços, em alta rotação até materializar o melhor futebol, com quatro remates (três de Carraça, um de Cid à barra) e duas jogadas perigosas já dentro da área, antes do golo inaugural por Wellington. Frechaut e Fary aumentam e decidem definitivamente o vencedor, antes de Paulo Campos fechar com o quarto golo. 

Nota para o regresso de P.Campos à titularidade, bem a defender, melhor nos minutos a avançado, como que a provar que já poderia ter sido essa a opção, pelo menos nos jogos em que é preciso ir com tudo para cima do adversário.
Rotatividade nos médios, no banco e no campo: Cid jogou e bem os 90 minutos, Seidi e João Mendes regressaram ao banco, nos lugares de Zé Lopes e Rúben.

Segue-se o Tirsense no Bessa, fatura a pagar pela injustiça que foi o jogo em Santo Tirso, em que perdemos por 2-1 já nos descontos, o que na altura foi um travão à nossa recuperção. Força Boavista!

quinta-feira, 7 de março de 2013

"Garantimos um comportamento à altura da dimensão do Clube"


Nós sabemos. Aliás, constatamos isso, semana após semana, e é um dos motivos pelo qual o apoio também é para crescer. Parece estranho, mas é uma agradável diferença quando comparado com o que os Boavisteiros têem passado nestes últimos anos.
Entrevista de Petit ao site do Boavista.
Dezoito jogos da equipa técnica comandada pelo Pantera: vinte e oito golos marcados, os mesmos sofridos (7v, 5e, 6d). Nenhuma equipa marcou mais golos que nós desde a 5ª jornada, sendo que só os dois atuais últimos classificados sofreram mais.


A defesa é de caras o pior setor, nem seria preciso a estatística. Não ganhamos mais porque, mesmo evoluindo como equipa ao longo dos últimos tempos, não conseguimos sequer alguma ponta de consistência defensiva. E essa consistência começa no plantel e nas opções. Seja nas laterais ou no centro, foi raro repetir-se as mesmas duplas, foi raro alguém aguentar-se no onze numa posição definitiva. Há jogos em que é claro que não fizemos mais por insegurança no setor recuado (Joane e Famalicão - as únicas derrotas consecutivas - serão os exemplos mais gritantes).
Revolução decisiva no meio-campo: Carraça e Rúben Alves são apostas da formação que vão sendo ganhas, Zé Lopes foi a opção mais credível que resistiu. Espaço reduzido para Zé Tiago, Ismael e Joel, que já cá não estão.


"A verdade é que têm uma atitude formidável". Mesmo sem objetivos desportivos, alguém duvida?

segunda-feira, 4 de março de 2013

Ridículos


Têem razão os fafenses quando dizem que havia adeptos nos túneis de acesso aos balneários. Nós sabemos, e ainda bem que é assim.
Qual de nós adeptos, não questionaria um colega de profissão (que até já trabalhou na nossa casa) se este dissesse que o campeonato do Boavista seria ganhar ao fafe? Claro, a reação dependeria da resposta, ainda para mais em terreno próprio.




Resumindo, tiques de grandeza, até difíceis de compreender. Ou a inveja num ponto crítico, o que até é compreensível. Isto é um guimarães em ponto pequeno. Bem mais pequeno, mesmo comparando com o original.

O respeito merece-se e há que respeitar o Boavista. Ponto final.

domingo, 3 de março de 2013

Fary Well


Não se passou a fatura, mas conseguimos limpar a má imagem deixada do jogo de fafe. Pelo menos isso. Sobra atitude e abnegação da equipa, mesmo sem estar nos melhores dias e desfalcada (comom nunca o esteve) no setor mais forte, no meio campo. Fary e Wellington os marcadores, num jogo em que soubemos reagir às contrariedades, fizemos por isso e conseguimos dominar o adversário. Não sendo uma vitória fácil (até pelo último forcing do fafe, já o Boavista em inferioridade numérica), foi merecidíssima.  

Depois da entrada receosa e do golo oferecido, a reação que nos permitiu pegar no jogo e conseguir chegar perto da área adversária. Destaque para Zé Manel, o mais ativo no ataque, Fary no lugar certo para assistir, ganhar faltas e marcar, empate justo ao intervalo.
Mais pressionantes e melhores na saída para o ataque na segunda parte, conseguimos ser mais objetivos e perigosos, mais intenção de jogar no pé, de passe mais rápido e fácil, a dar frutos nas oportunidades de golo criadas e na vantagem, conseguida por Wellinton.
Sofreu-se no fim, Ricardo Campos ajudou a segurar os três pontos.

Sem Rúben nem Petit, e já sem Zé Tiago, sobrava Zé Lopes, finalmente com uma chance a titular. Foi melhorando no decorrer do jogo, mistura bons momentos de clarividência com alguma lentidão para a sua posição. Esteve no melhor (o passe para o golo da vitória) e no pior (a expulsão, evitável pelo menos), numa exibição de altos e baixos, apesar de positiva.
O erro de Claudio é grave, também sinal de imaturidade, se calhar a mesma que lhe permitiu reagir com confiança no resto do jogo. O outro da 'cantera' esteve ao nível que nos habituou, assim como Navas, que carbura mais que qualquer outro em campo.


Grande parte das cabeças estão viradas para outra direção, o que é compreensível. Mesmo sem objetivos desportivos, a equipa faz por merecer o apoio que tem, e é isso que é importante, num momento difícil em termos de objetivos desportivos.



Após o final do jogo, chegaram relatos de graves agressões nos túneis de acesso aos balneários, a antena1 chegou a noticiar a existência de feridos, o presidente adversário acusa-nos de homicídio, mas, segundo fonte da psp, não houve feridos nem detidos, nem sequer foi necessária a intervenção. Se foram bocas dos sete-a-um, umas chapadas terão sido bem mandadas. Nada de muito grave, como pareceu que se quisesse fazer crer.

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Derrota e apoio ao Campeão

Mais uma derrota, a sétima do campeonato, o que faz com que o saldo seja negativo (6V/7D), sendo que piores defesas que a nossa, só as dos três últimos classificados.

Simples a análise ao jogo: equilíbrio nos primeiros minutos, auto-golo de Frechaut na primeira jogada com relativo perigo do adversário, jogo estragado com uma ridícula expulsão de Rúben Alves à passagem da meia hora. Ridícula já que, sendo simpático, seria uma simples falta por obstrução...
A reação quase não existiu, exceção num lance em que Wellinton aparece isolado na grande área, perdendo tempo de remate. Na segunda parte, a manta tornou-se definitivamente curta, mesmo com Zé Lopes em campo e já sem Zé Manel. Perante uma equipa organizada e também ela com forte apoio das bancadas (entrada livre para associados...), contra a corrente do jogo surge o segundo golo, aniquilando por completo quaisquer hipóteses de recuperção.

Num jogo em que nada correu bem, desde a (des)inspiração da equipa até à brutal influência do árbitro, salvou-se a habitual atitude positiva, numa equipa com três jogadores da formação, ainda com idade de júnior, apostas - e bem - de Petit: Claudio, na direita a substituir Paulo Campos, e os habituais Carraça e Rúben Alves, recentemente convocados para a Seleção Nacional. Jogos e minutos para os miúdos, para o futuro.
Individualmente, para não variar, um Navas omnipresente foi o destaque, enorme na luta de meio-campo e a destruir o possível, ainda com tempo para assistir Adriano na única situação de golo no segundo tempo.

Importante o apoio vindo das bancadas, claramente com a moral em alta dadas as últimas evoluções na nossa luta contra a injustiça: "Está de volta, está de volta o Campeão!".

Ficam 20 segundos de um excelente e original cântico dos nossos Panteras Negras:









segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Quatro para embrulhar

Bom, muito bom estes quatro golos sem resposta ante o Padroense. Relembro que qualquer vitória por menos de três com estes nossos vizinhos sabem a pouco, depois da última jornada no Bessa há duas épocas atrás...
Aproveitando a onda positiva que parece atravessar o clube, melhor exibição da época traduziu-se na maior goleada, hattrick de Wellington e muito bom futebol, principalmente na primeira parte, em que o jogo ficou decidido com um 3-0 a nosso favor.

Pareceu, por momentos, um prolongamento da segunda parte do jogo da semana passada: não entramos bem, pressionados pelo adversário no nosso meio-campo, mas com uma grande capacidade de contra-ataque. Rápidos, de bola no pé e passe fácil, a jogar nas costas da defesa do Padroense, foi assim que chegamos aos três golos de vantagem na primeira parte. Eficácia, objetividade, muita raça e atitude em toda a equipa.
Segunda parte - apesar de sonolenta - a controlar o jogo e, mesmo contra a corrente - a aumentar a vantagem.

Navas, Carraça e Petit, confirma-se como um meio campo de luxo. Quase inabalável na luta pela bola, excelente nas transições rápidas. O único senão é mesmo o pouco espaço para Rúben Alves poder... contribuir.
Frechaut e Simão continuaram o 'plano de melhorias', mais incisivos no um para um, mais certinhos e atinados. Destaque também para Ricardo Campos, decisivo com duas grandes defesas, seguro em todo o jogo.
Outro ex-júnior, Cláudio Lopes, jogou e bem a defesa esquerdo. Boa exibição do jovem do Boavista.

Terceira jornada da segunda volta, a nove pontos do líder. Acabado? Por culpa da equipa e das caraterísticas deste campeonato, há que acreditar. A confirmar ou não, neste decisivo mês de fevereiro. Jogamos para a semana em Mirandela, seguido dos atuais segundo e terceiro classificados.
Com esta goleada, temos agora o melhor ataque da prova com 25 golos, tantos quanto os sofridos, o que faz com que apenas os três últimos classificados tenham pior defesa...

Em Mirandela - por ser o líder, pelo que se passou na primeira volta no Bessa e por podermos regressar à discussão do campeonato - era ótimo uma presença de adeptos em grande. 

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Porreiro!


Depois das renovações - pelo menos para dar algum moral às tropas - da campanha de angariação de sócios (mais uma!) e da nova camisola, o novo site.

Gosto da aparência - muito preto, muito branco, simples e prático. Vamos ver como se atualiza e como se completa o conteúdo. Importante, principalmente quando a desmobilização, em alguns momentos, parece ter uma dimensão assustadora.

A inaugurar, entrevista de JL com a habitual postura 'respeitável' pertante a fpf, já com destaque na comunicação social.
É isso.

domingo, 27 de janeiro de 2013

Empate em Vizela

Petit no onze, Navas no banco e a repetição da dupla de centrais - coisa rara -, foram as novidades do jogo de Vizela. Lutou-se, tentou-se defender bem e saír a jogar. O empate é amargo mas encaixa bem, já que vimos mais vezes o perigo rondar a nossa baliza, assim como foram nossas as duas últimas oportunidades flagrantes, já perto do fim.

Demo-nos mal com a pressão do adversário (que vem de cinco jogos sem perder), mais dominador na primeira parte, em que sentimos dificuldades para manter e dar sequência à posse de bola, sendo do Vizela a melhor oportunidade (Ricardo Campos em bom plano). A ineficácia do adversário e o melhor acerto de Frechaut e Simão Coutinho ajudaram ao nulo ao intervalo e a maiores dissabores na segunda parte.
A diferença boa esteve na melhor saída para o ataque, já com Navas (saíu Ruben) mais fixo no meio-campo, Petit mais solto, importante na condução do jogo da equipa. Criou-se oportunidades e lances de perigo, arrefeceu-se o adversário. Foi pena a vantagem durar apenas dois minutos e não deixar assentar o jogo, numa altura que o contra-ataque ameaçava tornar-se ainda mais perigoso.

Frechaut e Simão melhores que nos últimos jogos, Petit nos noventa minutos dá um jeitaço.
Destaque para Carraça, que voltou a fazer um bom jogo.

Pela negativa, os oito pontos de diferença para o segundo classificado.




domingo, 20 de janeiro de 2013

3-0 sobre o Vilaverdense

Petit no onze (no lugar de Navas, Zé Lopes no banco), boa pressão, grande jogo de Rúben Alves e vitória mais expressiva da época.

Entramos bem e assim nos mantivemos na primeira parte, bem na pressão alta e com boa circulação de bola, em grande evidência na jogada do primeiro golo. Mérito para Rúben Alves, desde o momento em que se desmarca para receber, até à excelente finalização, já na grande área. Vantagem justa, claramente a equipa mais dominadora, ainda que perdendo fulgor com o decorrer do jogo.
Dimínio repartido na segunda parte, até ao lance do segundo golo (que surgiu na hora certa, diga-se) marcado por Wellinton. Dez minutos depois, mais uma boa jogada de Rúben a dar no terceiro golo. Jogo resolvido e daí até ao fim uma exibição segura, mesmo com a boa réplica do Vilaverdense.
A vitória mais tranquila da época, num jogo em que fomos suficientemente seguros e eficazes, perante o segundo pior ataque da prova e a equipa com pior registo fora de casa.

Petit a habitual mais valia, ao lado de Carraça que também esteve em bom plano, assim como Zé Manel, sempre perigoso e esforçado.
Claudio Lopes a defesa esquerdo entrou bem, acabou expulso, vítima do exagero do árbitro no capítulo disciplinar (15 amarelos num jogo... correto!). Ainda assim, positiva a sua exibição, numa lateral que nem é a sua.
Frechaut continua em busca do ritmo, com Simão e Paulo Campos chegaram para as encomendas.

21 pontos (que dor de alma estas duas derrotas...) a seis do segundo, a cinco do próximo adversário, o Vizela. Para tentar andar lá por cima, só ganhando.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Derrota


Mais do mesmo e mais uma derrota. Quatro golos marcados em dois jogos, zero pontos. Consequência: cava-se mais o fosso (que já é de 5 pontos) para a primeira metade da tabela , o que nos deixa a lutar pela permanência nesta entrada para a segunda volta. Duas derrotas nos dois últimos jogos; tivessemos ganho em Joane e ao Famalicão estaríamos a dois pontos do segundo classificado...

Do jogo, pior o resultado que a exibição. De novo, grande permissividade da defesa axadrezada na origem dos maiores problemas, apesar de remodelada. Este Frechaut não difere muito de Simão, André Pereira continua com dificuldades a defender, Carlos Santos não combina com velocidade. Navas e Carraça não sendo suficientes ou a equipa permitindo desequilíbrios ao contra ataque do adversário, torna-se difícil evitar a sua eficácia quase total, neste caso do Famalicão.
Também se mexeu na frente: sem Pedrinho nem Fary, com Adriano a ponta de lança e Zé Tiago na ala esquerda. Algumas boas jogadas na primeira parte, bem nos contra ataques perigosos, conduzidos ora por Rúben, Zé Tiago ou Wellinton. Num deles, a falta que dá origem ao primeiro golo.
Depois da má entrada na segunda metade e apesar da boa reação ao segundo golo visitante (já com Zé Manel e Fary, nos lugares de Zé Tiago e Adriano), de novo a traição defensiva, num momento em que tinhamos tudo para ir para cima do adversário, superioridade numérica e maior fulgor no ataque. 

Destaque para a boa entrada de Zé Manel no jogo (um grande golo mais algumas boas investidas pela direita) e pela negativa para Navas, de fora no próximo desafio, apesar do rendimento quase tão bom como é habitual, assim como Carraça.

domingo, 6 de janeiro de 2013

Desilusão


Perdemos uma oportunidade de ouro para chegar aos da frente, antes dos dois próximos desafios em casa. O adversário é o penúltimo e ainda não tinha ganho em casa, nós na melhor fase da época e já com vitórias fora do Bessa. Ganhando, ficariamos a cinco pontos do segundo classificado

Do jogo pouco há a dizer. Entramos mal e pior ficamos com o golo do Joane nos primeiros cinco minutos, no primeiro erro da defesa. Demoramos a reagir e a tentar assentar o jogo, incapazes de fazer quatro passes seguidos no meio campo adversário. A partir da meia hora o primeiro remate perigoso e a equipa a ganhar no meio-campo, subindo e encostando mais o adversário à sua grande área. Nessa fase, num segundo erro central e num lance de fácil progressão e finalização, 2-0. A abrir a segunda parte, num cabeceamento dentro da grande área, três. Medo e Fafe no horizonte.
Conseguimos dois golos que atenuam a derrota (mesmo criando oportunidades para marcar mais cedo o segundo golo e relançar o jogo) e até provam o quanto era acessível ganhar em Joane. Bastava não falhar tanto em tão poucos lances para falhar. Arrepiante. 

Individualmente, destaque de novo para Carraça. Outro bom jogo, desta vez com um grande golo de livre direto. Ruben Alves também em bom plano, principalmente na segunda parte.
A ineficácia dos centrais (jogo de Caio para esquecer) foi de quase 100%. É difícil qualquer equipa resistir a isto.

Seguem-se Famalicão e Vilaverdense no Bessa. Apoie-se, pois não é por falta de atitude que perdemos.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Ano Novo. Vida Nova?

JL é o presidente. Sou dos que pensa que ele nunca nos abandonou, de uma forma ou de outra. A grande novidade é que já não sobra nenhuma razão para os cartões de associado estarem desatualizados. É só mesmo pagar a quotazinha. Outra novidade, é a esperança-mor que resulta depois de se tentar perceber o 'porquê agora' do regresso da famiglia.

Os Boavisteiros estão cheios dos discursos de tomada de posse. Falar o habitual ou estar calado nestas situações, para um Boavisteiro, é igual, depois de tantos anos a levar com a mesma palha. Esperança, projetos, uniões, varinhas mágicas. Venham elas.

E não, os Boavisteiros não se esqueceram, parece-me. A malta anseia é um Boavista revitalizado. O mundo quer o Boavista. De primeira. Só isso justifica que João Loureiro seja, neste momento, o melhor para o futuro do clube e tenha retomado as rédeas de forma tão... nem sei o termo certo. Leviana? Evidente? Surreal? Careta? Não interessa.

Para já, exigência máxima, como é óbvio. Queremos isto.

O resto é continuar a apoiar. Acompanhar, viver o símbolo e apoiar a equipa. Por falar nisso, estou a gostar do Petit. Depois do dia louco de Fafe, a equipa sempre a subir, sempre a progredir em vários aspetos. Pelo menos a potenciar os pontos fortes e a retirar o máximo de cada jogador, parece-me evidente. Além disso, o espírito de união e luta, a célebre mística, estão em grande dentro do campo. E como há muito não se via, traduz-se em resultados. Carraça foi aposta ganha desta equipa técnica, assim como Rúben Alves também parece ter tudo para o ser. Navas está impressionante. Até os centrais já parecem defesas centrais. Os avançados mais objetivos (destaque para Pedrinho nesse aspeto). Pedro Costa é melhor que André Pereira, para já ficamos a ganhar, apesar de continuarmos a precisar de um defesa esquerdo, para o PC poder ser opção para a direita.
Em Joane, domingo, para ganhar.

Força Boavista e Bom Ano 2013! 


 

domingo, 16 de dezembro de 2012

Primeira Vitória Fora

foto retirada deste video.

Não vi e nada posso falar acerca das incidências do jogo. Mas é de assinalar a primeira vitória fora, depois de uma quase vitória contra o Varzim e algum azar em Santo Tirso. Quatro jogos se passaram depois do pesadelo de Fafe, nada mais que a melhor sequência da época: 7 pontos em 12 possíveis.
As crónicas que chegam de Amarante foi de uma exibição segura e de um resultado justo, apesar das contrariedades, antes e, mais uma vez, durante o desafio. Realce para a eficácia: marcamos mais golos num jogo que nos cinco realizados fora do Bessa esta temporada.

Entramos sem Petit e sem ponta de lança de raíz, talvez na tentativa de explorar a velocidade no ataque: Pedrinho, Zé Manel e Wellinton os homens da frente; Carlos Santos na defesa e Zé Tiago para os lugares dos expulsos no último jogo. Zé Lopes voltou a ser primeira opção para revitalizar o meio-campo (e mais cedo que a semana passada), o jovem Claudio Lopes também jogou (def-dir?) para compensar a expulsão de Caio. 

Importantes foram os três pontos, antes do importante embate da próxima semana, contra o Chaves. Estamos a onze pontos do primeiro classificado, a sete do terceiro e temos mais oito que a linha de água. 

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Para rir


Mesmo não sendo para levar a sério:

Octávio Moreira, treinador do Varzim: "Não percebi, o árbitro estava a fazer um bom trabalho. Nós é que nos sentimos prejudicados, houve uma bola que entrou na baliza do Boavista. O Varzim tem razão de queixa do árbitro da partida (...) faz parte desta forma de estar do Boavista, esta forma agressiva que sempre os caraterizou." 

Fica o resumo do jogo e neste link as declarações (min 4:30) do poeta poveiro.