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segunda-feira, 15 de maio de 2017

Vamos a Eles: Setúbal


Fábio Espinho foi o autor do golo da vitória no Bessa, na primeira volta.


Muito simples: três pontos para garantir o 9º lugar, a melhor classificação e o maior número de vitórias na Primeira Liga dos últimos dez anos, ou seja, das últimas cinco participações. Além disso, possibilidade de igualar o maior número de vitórias fora de casa dos últimos 15 anos (5, em 2004/05 - melhor só mesmo em... 2002, numa altura em que discutíamos o título).

Relativamente à classificação, e não dependendo do resultado do nosso último desafio no Bessa, arrumando já hoje a questão:
- empate garante, pelo menos, o décimo lugar
- derrota teremos que esperar que Chaves não pontue e Beleneneses não vença na última jornada.


Sobretudo, vai ser importante ver a reação depois do murro no estômago que foi o último jogo. É uma excelente oportunidade para limparmos um pouco a imagem da semana passada: há três meses que não vencemos fora de casa, sendo que nos últimos dez jogos realizados fora do Bessa, apenas perdemos dois, contra o terceiro e quarto classificados.

Curiosidade sobre as opções para o jogo e se vai haver alguma 'rotação' ou oportunidade para os menos utilizados. Mesquita e Bukia tem dado conta do recado (titulares nos últimos dois desafios, é expectável que assim continue), tal como Schembri. Relativamente à posição de ponta de lança, Bulos já está apto e, estando a 100%, será forte possibilidade que avance para o onze. Abordando o jogo a apostar na transição e numa postura de maior expetativa (como tem sido hábito fora de casa) é bastante provável que o peruano atue de início.
No meio campo, veremos se Carraça, Mackmudov e Rochinha somam mais alguns minutos, em princípio para as posições de Carvalho e/ou Espinho.
Na defesa, como sabemos, Aidi ainda não se estreou tendo aqui, provavelmente, a última hipótese de o fazer a titular.


Importante uma atitude e exibição que orgulhe os Adeptos, trazer os três pontos e assegurar a posição a meio da tabela.

Força Edu!

sexta-feira, 5 de maio de 2017

Venham Eles: Nacional




Penúltimo jogo da época no Bessa e, muito provavelmente, a última oportunidade para fazermos da nossa casa aquilo que realmente merece ser e já o foi em tempos não tão longínquos quanto isso: a Fortaleza. Sobram motivos: podemos ultrapassar a meta dos 40 pontos, acimentar a melhor classificação dos últimos anos, celebrar - que bem merecemos - a excelente temporada que estamos a realizar, e ainda o bónus de mandarmos o adversário para a segundona.


De esperar oportunidades para os menos utilizados, como o treinador referiu, talvez desde logo mantendo as alterações da semana passada, todas elas em bom plano (Schembri, Mesquita e Bukia). Sendo pouco provável mais mexidas na defesa e linha da frente (Aidi, the black chinese?!), sobra o meio campo, um dos setores mais estáveis (e preponderante) ao longo da temporada. Idris praticamente sem substituto, Espinho um dos médios com mais capacidade de criação (e experiência), Carvalho um dos elementos de maior utilidade da Equipa e dos que mais contribui para o nível de consistência que conseguimos atingir.

Rochinha e Mackmudov serão duas das opções minimamente credíveis para o nosso meio campo, sendo que ambos parecem encaixar melhor, falando de características, na posição e função desempenhadas por Fábio Espinho. Ainda assim, ambos a alguma distância da sua responsabilidade na hora de defender e ocupar espaços. Em posse, serão sem dúvida os que mais se assemelham ao nosso número dez.
Embora Rochinha tenha sido mais utilizado como extremo/médio ala, julgo que será no meio campo ofensivo a zona do terreno onde poderá render mais.
Relativamente ao azeri, também o vejo mais como alternativa a Espinho do que a qualquer outro médio, mesmo que algumas das vezes seja utilizado no lugar de Carvalho. Mas não sempre e poucas vezes tal é possível, pelo menos sem danos na consistência da Equipa. Tivemos um excelente exemplo no desafio contra o Tondela:
bem menor exigência defensiva do meio campo, posse de bola maioritariamente nossa e no meio campo adversário, liberdade desse terceiro médio (então Carvalho) foi, ao contrário do habitual, maior e bem mais perto do último terço. Por isso fez sentido, naquele momento ou em situações idênticas, trocar Carvalho por Mackmudov (e, obviamente, a razão por não o fazer), sendo uma situação que se pode aplicar a muitos outros momentos da temporada e que pode ajudar a explicar o porquê do brasileiro ser um dos jogadores mais utilizados e, ao mesmo tempo, injustificar as razões para ser um dos menos apreciados pela massa adepta.


Seja com que onze for, todos os motivos e mais algum para confiarmos nos nossos rapazes. Três pontos, apoio incondicional, atitude dentro e fora das quatro linhas.


Força Edu!   

domingo, 26 de fevereiro de 2017

Venham Eles: Derby


É hoje. Magia do Derby. 

Algumas considerações a poucas horas do jogo.

- Não gostei da temática 'bilhetes'. Perdemos quase tanto tempo a falar disso como o NES a falar da Juventus na conferência de imprensa de antevisão ao jogo do Bessa. Não é bom, porque o que queremos mesmo é ganhar-lhes. E ainda não sabemos se o conseguimos, claro... Vamos concentrar-nos no essencial: todos juntos, todos pela Pantera, de início ao fim.
Muitos deles?! Venham, a receita é de ouro, o estádio é grande e sem correntes de ar.... nas laterais, nada dali pode sequer mexer azulado. É o preço... mais certo.

- Não vale a pena matutar mais, aqueles dois amarelos foram um erro, todos juntos vamos conseguir suprir a falta. Nem penses Idris, ninguém te leva a mal por não vires diariamente para o facebook pedir desculpa. Não custas milhões, mas sabemos que és dos nossos, e sabemos que os teus colegas estão contigo. Assim como nós. Contigo e com quem te substituir.

Tengarrinha por troca direta; Carraça como duplo pivot com Carvalho; Carvalho a trinco, Carraça a interior. Algumas hipóteses, confiança total na equipa técnica. Mais logo veremos.

- Sampaio, Henrique e Santos, para companheiro de Lucas. Veremos se é o brasileiro ou se Henrique está recuperadíssimo.

- Schembri parece mais indicado para esta partida, veremos se a opção recai sobre o maltês ou vai haver aposta na continuidade do Bulos.

Em teoria, encaramos este derby como um dos menos desequilibrados desde o regresso. Faz sentido. Temos o objectivo praticamente seguro, ao contrário do adversário. Estamos em boa forma, confiantes, esperando fazer do Bessa a Fortaleza. É o jogo, é o Derby.

Orgulho Axadrezado, hoje e sempre! A Equipa e o símbolo merecem tudo. Todos juntos em busca dos três pontos, num Derby só isso interessa.

Força Edu!

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Venham Eles - Académica



O Jogo. Assim mesmo, com artigo definido e maiúscula. Fundamental, vital, fulcral e todos os ales que exisitirem. Não é exagero: dos jogos mais importantes dos últimos anos.

É a terceira finalíssima desta nossa nova vida, depois de Setúbal e Tondela, jogo para ganhar ou ganhar.
E vai ser preciso estarmos no nosso melhor, não duvidem disso. Se para nós é importante, para o adversário também não deixa de o ser, talvez mais ainda. Uma vitória colocar-nos-á numa situação agradável para o que aí vem, colando-nos ainda mais ao grupo da frente (podendo subir até cinco posições), podendo encarar a próxima deslocação com a certeza que não baixaremos abaixo da linha de água. Não vencendo, linha à vista, abaixo dela em caso de derrota. Tal como em Tondela, temos uma oportunidade de, além de dar um grande passo em frente nesta nossa luta, dar uma valente machadada no rival. Valerá ouro.

Veremos como Sanchez aborda a partida, sendo natural que não andará longe do que tem sido habitual e tão bons frutos nos têm dado. Quarteto defensivo não deve sofrer alterações, dúvidas sim na dupla de cobertura do meio campo: Idris, Hackman, Gabriel, Carvalho e Tahar para as duas posições. Pouco provável a estreia do argelino, agradáveis dores de cabeça para escolher entre os restantes. Reuben foi dos melhores no último domingo (suficiente para ganhar o lugar a Idris?), o brasileiro contribui para um meio campo mais apto para a posse de bola.
Curiosidade sobre se iremos ter uma dupla [essencialmente] de destruição (repetindo Idris+Gabriel, utilizados como dupla sempre que foi possível) ou abrimos um pouco mais os horizontes com o brasileiro a fazer par com um dos médios mais 'destruidores'.

Na parte ofensiva, dúvida nas alas: Luisinho, Renato e Martinez para duas posições. A titularidade do espanhol deveu-se à impossibilidade de utilizar Renato Santos, veremos se a excelente forma do português o faz retomar o lugar. É natural que sim, mantendo-se SuperMário como opção (partindo do princípio que Luisinho manterá a titularidade, o que também não será assim tão certo).
Coesão defensiva, intensidade, Iriberri matador, Ribeiro a abrir o livro. Parece simples.

De resto, Fortaleza ao máximo. Não podemos falhar, muito menos nas dificuldades que possam surgir aos nossos rapazes. Apoio incondicional em todos os momentos, nos bons, nos maus, nos assim-assim. Infernizar na lateral, queimar no topo, fazer-nos ouvir no mercado, pressionar tudo que não seja pelo Xadrez.
Temos tudo para uma enchente, não pode haver desculpas: tardinha de futebol, preços acessíveis, estádio coberto, Equipa a jogar futebol e com tanta vontade como a nossa, o Símbolo a precisar de nós mais que nunca.


Preparem-se, concentrem-se, chamem este e aquele, levem-na convosco: faltam dois dias. Força Boavista!

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Fary



Fary é diferente. Habituamo-nos a vê-lo no Bessa nos últimos anos, alguns dos mais importantes da vida do Clube. Estava lá nos piores momentos, nas infindáveis greves, nos penosos inícios de época, foi Fary que sempre deu a cara. Nos surreais episódios protagonizados pelos zézinhos e Pedrinhos desta vida, foi Fary que nos uniu, que nos fez esquecer e seguir a apoiar o Símbolo. Nas derrotas mais incompreendidas, é ele o primeiro a chegar perto. Sempre. E a exigir que o acompanhem. Quando é para dar voz, para nos representar, para ser um pouco a nossa imagem para os outros, fá-lo com a humildade que sempre lhe reconhecemos.


Fary é diferente. Não levantou troféus, não foi a finais, não conquistou medalhas nem prémios com a nossa camisola. Foi um bom avançado. Bom. Num Clube com Rickys, Jimmys e Silvas a marcarem passado recente. Mas Fary é mais do que isso. É aquilo que qualquer adepto mais estima: a partilha da paixão e amor pelo Clube. Fary é e será um dos nossos.



Quis o destino que a despedida dos relvados com a camisola do Boavista, na nossa casa, no lugar onde ambicionamos, fosse no dia mais especial para qualquer Boavisteiro. Só podia.

Eterno.

domingo, 10 de maio de 2015

Vamos a eles: Arouca


Uma das últimas oportunidades para conseguirmos duas vitórias consecutivas, assim como repetir uma série de três jogos sem derrotas (algo que só conseguimos entre a 4ª e 6ª jornadas). Moralmente não podiamos estar melhor, como é óbvio. Tal como a Petit, não nos passará pela cabeça haver facilidades, até porque uma vitória fora, com boa presença dos nossos adeptos, é algo que perseguimos há muito. E já merecemos fazer uma viagem de regresso a festejar no pleno.


O adversário não vence há dois jogos e está também há dois sem pontuar em casa (Paços e Belenenses). Estão mais ou menos como nós nestes últimos tempos: praticamente safos, falta-lhes a matemática para garantirem o objetivo manutenção. Perdendo poderão ficar numa situação delicada, mesmo se conseguissem vencer terão que esperar pelo resultado do Gil.
Diferença em relação à equipa que nos visitou praticamente só as opções na frente, que são mais e melhores fruto de empréstimos de estarolas (Kayembé e Yuri).


Quanto a nós, veremos se vão haver muitas mudanças dada a nossa situação. Brito e Tengarrinha são baixas certas (castigados), será provável a entrada de Léo, mais dúvidas no substituto do médio. Veremos se é Anderson (confesso que gostaria que fosse o brasileiro, já que desde Barcelos que pouco contribui) ou se a opção passa pelo regresso de Reuben (que foi suplente utilizado no último jogo). Como terceiro elemento é provável que se mantenha o mesmo tipo de abordagem dos últimos desafios, passando a opção por Lima ou Cech.



Força Boavista!

sábado, 2 de maio de 2015

Venham eles: Moreirense


Tenho muito 'respeitinho' por este Moreirense, em casa ou fora é das equipas que mais dificuldades cria a todos os adversários. Das sete equipas apontadas à luta pela manutenção foi, de longe, a de melhor desempenho e a que mais cedo sossegou. Rivaliza connosco como revelação do campeonato. Nas últimas cinco deslocações, duas vitórias e apenas uma derrota (fora, são a melhor equipa abaixo do 6º class.)
Duas curiosidades: tem no plantel um nosso ex-jogador da 2ªB, Leandro; são a única equipa na primeira divisão que também defrontamos nesta nossa passagem pelo terceiro escalão (em 2010, então 0-0 no Bessa).


Será dos desafios mais exigentes dos últimos tempos, não só pelo adversário mas também pela necessidade de limpar a imagem deixada no último desafio. E, claro, pela ambição de subir alguns lugares na classificação. Que se mantenha a consistência e segurança defensiva e que consigamos ser melhores ofensivamente. Em caso de derrota, será a nossa pior série de cinco jogos (empatando, igualamos com 3 pontos em 15 possíveis).

Na defesa, a habitual dúvida na direita (veremos se voltamos a ter Beckeles) e no eixo, já com Sampaio disponível, é provável que se mantenha a mesma dupla do último jogo.
Curiosidade sobretudo em ver como se vai formar o meio campo ou a forma como abordaremos o desafio: se com maior aptidão defensiva (Idris e Reuben, mais Tengarrinha), se mantemos a linha dos últimos desafios tentando dar maior importância ao momento com bola (Idris ou Reuben, mais Tengarrinha e Cech). Inclino-me mais para esta última, não esquecendo Carvalho que também poderá entrar na equação.
Na frente, não é de descurar alguma mudança: Léo para o lugar de qualquer um dos três habituais (mesmo Uchebo, podendo jogar Zé no meio).



Temos que fazer tudo por estarmos melhor que no último jogo, voltar a ter aquele espírito de conquista que nos valeu 23 pontos em nossa casa, voltar a dar o apoio incondicional à equipa, mesmo quando as coisas... emperram.


É desta. Força Boavista!

domingo, 26 de abril de 2015

Venham eles: Vitória de Setúbal



É a última final no Bessa, daqueles confrontos com os nossos adversários diretos e que nenhum deixamos de vencer. Vai ser preciso o mesmo espírito - no campo e nas bancadas - que durante esta época foi decisivo e que nos permite encarar esta ponta final menos pressionados que os nossos adversários.

Apanhamos o Vitória numa das suas piores fases da temporada: uma vitória nos últimos onze jogos (vá lá, em Guimarães...) e apenas dois pontos acima da linha de água. Fora tem uma média igual à nossa, uma vitória e quatro empates, tendo pontuado nas duas últimas deslocações.


Na nossa equipa, dúvidas ainda no eixo da defesa e se Carlos Santos regressará ou teremos uma adaptação. No meio campo, veremos como Petit encarará o desafio, mas será provável a titularidade de Cech, na companhia ou não de Tengarrinha, dependendo de como se vai resolver o problema na defesa. Zé, Brito e Uchebo, o nosso trio mais forte, para o ataque aos sadinos (não acredito na titularidade de Léo, mas...)


E está mais que na hora. Matematicamente - e devido à vitória do Gil nesta jornada - não temos hipóteses de garantir a manutenção, mas os três pontos permitem-nos chegar aos 32 e praticamente carimbar a presença na primeira liga na próxima temporada.

Não há desculpas. É o nosso dia, todos ao Bessa! Festejar o objetivo alcançado no Vólei, às 16h, seguido do apoio ao futebol. Siga!


Força Boavista! 

domingo, 19 de abril de 2015

Vamos a eles: sporting


E fecha-se hoje os confrontos com os estarolas, em busca do resultado que nos falta nestes seis confrontos. Em teoria complicado, a juntar aos 39 anos sem vencermos para o campeonato em Alvalade temos um sporting sem derrotas em casa, ainda que com cinco empates e doze golos sofridos (só mais cinco que nós). Levam três jogos a vencer como visitado, último empate com equipas de diferentes objetivos concedido em dezembro, frente ao Moreirense.
Estando a manutenção à distância de uma vitória, perdendo mantemos o 12º lugar, podendo, na pior das hipóteses, reduzir a distância para a linha de água para sete pontos.

Curiosidade para saber como se vai colmatar a razia de centrais: Carlos Santos, Ervões e Lucas lesionados, falta saber se Sampaio será o titular ou Tengarrinha será adaptado a central (à semelhança do jogo com o Guimarães). Jogando o português nessa posição, poderá abrir vaga para Cech no meio campo, à frente da dupla de cobertura (Idris e Reuben), o que nos poderá ser útil nas saídas para o ataque. Outra dúvida na frente, se jogamos com os três que tem sido habituais ou, por outro lado, haverão surpresas: Beckeles poderá fortalecer a ala direita e meio campo, jogando a ala; Correia poderá estar de regresso e não deixa de ser uma hipótese jogar também o brasileiro numa ala, se bem que pouco provável, pelo menos como titular (no Dragão atuou a médio). Mesmo com Brito e Zé, é importante trabalho defensivo redobrado, já que parte do perigo do adversário mora aí, nas laterais. E mesmo o avançado, é importante estar de olho em cima do trinco adversário.  


Fundamental é deixar boa imagem, seguros cá atrás, tentar esticar o jogo e discutir o resultado, ao contrário do jogo da Luz. É o último desafio 'mediático' nestas seis jornadas que faltam e será o jogo mais difícil para se carimbar em definitivo o nosso objetivo principal, mas é importante uma boa prestação, confirmando no campo e à vista de todos o facto de sermos equipa revelação desta segunda volta.  


Preto e Branco, Axadrezado, em Todo o Lado. Força Boavista!

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Venham eles: Marítimo



Tinha um pouco a ideia que este Marítimo faz de besta negra quando visita o Bessa, daí fui dar uma espreitadela às estatísticas. Mas não é bem assim, ou melhor, não foi sempre assim. Nunca nos ganharam em nossa casa até à época 97/98, a partir daí temos 6 derrotas em 10 desafios no Bessa, incluindo uma eliminação na Taça.

O Marítimo lembra-me algo do género "Carlos e a ilha das maravilhas". Sempre destilou ódio pelo nosso Clube - lá do alto dos seus enormes telhados de vidro - algo bem evidente não só quando descemos ao inferno, mas também na azia demonstrada aquando dos nossos sucessos. O facto é que muitas autarquias do continente e seus presidentes são aprendizes à beira destes, no que toca a favorecimentos desproporcionais e injustos para com outros... Os números chegam a ser impressionantes.

Olhando aos orçamentos e expetativas iniciais, chegar à jornada 28 com hipóteses de os alcançar no meio da tabela diz bem da época positiva que estamos a fazer. Fora de casa têm apenas duas vitórias perante os dois últimos classificados e nos últimos seis desafios para o campeonato contam apenas uma vitória. Moralmente estão em alta pela vitória caseira frente a um estarola e consequente apuramento para a final da Taça da Liga.
O meio campo parece-me o ponto mais forte, mas atenção que Danilo é baixa.



Quanto à nossa equipa, as principais dúvidas prendem-se com a defesa, na lateral direita e no eixo. Beckeles poderá regressar, assim como Aaron, que depois da exibição em Penafiel deverá manter o lugar no onze, ao lado de Carlos Santos.
Veremos como vai ser acerca do agradável imbróglio que Petit tem no meio campo: acho pouco provável que se desfaça a dupla Idris/Reuben, sobrará um lugar para Tenga ou Cech. Veremos se joga um e o outro irá para o banco ou se haverá novidades (no posicionamento de Tengarrinha, defesa/meio campo). Anderson estará à espreita para qualquer uma das posições do meio campo.


Importante é encher as bancadas, com o apoio que tem sido habitual e que a todos nos deixa orgulhosos. Vencendo chegamos aos 32...




Força Boavista!

sexta-feira, 3 de abril de 2015

Vamos a eles: Penafiel


São a equipa que menos pontua quando joga em casa, onde já não vence desde dezembro. A mudança de treinador trouxe-lhes para já um bom resultado em Estoril (em que até esteve a ganhar por dois golos), e pode funcionar pela positiva no jogo contra nós. Para eles será finalíssima, mesmo matematicamente: vencendo e contando que os dois adversários acima do lanterna vermelha perdem (Gil vs Braga, Arouca vs Vitória) ficam a depender apenas deles próprios para assegurar a manutenção. Em teoria é assim e deve assentar aí o modo ' finalíssima' com que nos vão encarar.
Tem o melhor ataque e pior defesa dos últimos seis classificados.

Estamos talvez na melhor fase da temporada, moralmente também. Por isso mesmo é importante encararmos o jogo do mesmo modo dos anteriores, é uma final como as que temos tido (mais propriamente Coimbra e Barcelos), mesmo com uma maior segurança classificativa e sendo uma oportunidade para darmos uma machadada nas contas da manutenção. Igualamos a melhor série de quatro jogos (7 pontos), perseguimos o objetivo de conseguir, pela primeira vez, duas vitórias consecutivas.

Quanto à equipa, acho que se deve continuar com a estabilidade que temos tido no onze, portanto é provável que as mexidas sejam poucas. O único ausente a sério é Beckeles, que tem alternado a titularidade com Dias. Entrando Tengarrinha para o onze, resta saber para onde: lateral direito ou meio campo, não deixo de lado a hipótese a central, como em Paços, olhando também à forma de Sampaio e à integração de Aaron.


Tem é que haver uma grande presença dos nossos adeptos em Penafiel, espero que assim aconteça. Não faltam motivos para continuarmos a dar todo o nosso apoio, temos que fazer tudo para ser uma deslocação memorável.



Força Boavista!

sábado, 21 de março de 2015

Decisivo


Pondo as contas em dia:

Depois da partida em Paços (um dos dois adversários que nos venceu em ambos confrontos no campeonato), a última jornada não foi péssima graças aos resultados dos três últimos classificados, que nos acompanharam na derrota. Mantivemos a distância para a linha de água e lanterna vermelha, mas houve adversários que chegaram mais perto.

Acerca do jogo de sexta feira, apesar de dar para se perceber um pouco o porquê de ser uma das deslocações mais complicadas desta segunda volta, a verdade é que não estivemos demasiado por baixo, nem nos limitamos a defender junto à nossa área, após uma boa entrada. Abordamos o jogo como temos feito: dando prioridade à consistência e posicionamento defensivo, controlando as investidas do adversário, e ir tentando crescer para o jogo, tentando-o esticar à medida que o resultado se mantêm aberto. Daí fazer sentido a continuidade na aposta em Beckeles (na vez de um extremo mais ofensivo), e mesmo a dupla de cobertura, Idriss e Reuben.
Foi isso que fizemos por acontecer, até ao lance que marca o desafio, o penalty e expulsão de Tengarrinha. Encaramos a segunda metade à semelhança do que havíamos feito ante o Rio Ave, mantendo os quatro defesas, com dois médios e três avançados prontos para o combate no ataque. Sentimos dificuldades acrescidas devido às caraterísticas do nosso meio campo, com menor capacidade de esticar jogo, mesmo em inferioridade numérica. Sem Tengarrinha, Cech e Anderson, optou-se declaradamente pelo jogo mais direto. Também graças à ineficácia do adversário, fomo-nos mantendo no jogo, ainda conseguindo criar um par de oportunidades para empatar.



Já hoje, dois dos que estão na luta pontuaram: Académica ultrapassou-nos (estava atrás desde a 10ª jornada), Penafiel mais perto. Olhando à proximidade da linha de água, à próxima deslocação, mesmo ao confronto entre dois dos mais aflitos, os pontos em disputa amanhã serão dos mais decisivos desta segunda volta. Vencendo damos um passo de gigante (indo à final de Penafiel menos pressionados); perdendo, a linha de água ficará a cinco ou seis pontos.

Para o confronto com os nossos amigos pastéis, é provável que regresse ao onze a dupla de centrais mais utilizada (Sampaio&Santos), assim como o meio campo seja idêntico ao da semana passada, com Cech como médio mais solto, à frente da dupla afro (ou teremos Anderson?). Uchebo e Brito (continuando a formar uma boa ala esquerda com Afonso), havendo a dúvida na terceira posição do ataque, assim como na de lateral direito.
Em teoria, a instabilidade do adversário poderá ser-nos favorável, até porque aquilo não foi uma típica chicotada psicológica. Nunca fiando, mas é um facto.


Força Boavista!

sexta-feira, 13 de março de 2015

Vamos a eles: Paços


Das deslocações mais complicadas que teremos até ao final da época. O Paços atravessa um momento razoável, mesmo longe da forma aquando da visita ao Bessa (então com apenas uma derrota em onze desafios). Em casa, vem de três jogos sem derrotas, tendo o 5º melhor ataque na condição de visitado (melhor só os 3 primeiros e os chorões). Para hoje, contam com o regresso de três titulares, ausentes dos últimos desafios.


Quanto a nós, relembro que nos últimos sete jogos tivemos apenas duas derrotas (e ambas com estarolas). A linha de água não está longe e é preciso abordar os jogos - no campo e na bancada - como até aqui. Isto está longe de estar resolvido e todos os jogos devem ser encarados como uma oportunidade para chegarmos mais perto do objetivo.

Relativamente ao onze, mais complicado que nunca, mas por boas razões. Já temos os dois centrais habitualmente titulares disponíveis (esperemos que se confirme como boa notícia), no meio campo cinco elementos para três posições, em princípio. Brito, Uchebo, Zé, Léo e Pouga, todos eles com via aberta para a titularidade (em probabilidade, talvez por esta ordem).


Ponto fundamental:  TODOS A PAÇOS!

Apoio como habitual, até porque os carunchosos foram dos que mais regozijaram com a nossa descida. E até lucraram com ela.



Força Boavista!

sábado, 7 de março de 2015

Venham eles: vitória



Cá está "o jogo". O Clássico não-estarola de regresso ao Bessa. Esqueçam a importância dos pontos, a situação na tabela, os momentos de forma, as baixas ou contrariedades. O objetivo mínimo é ganhar, mas a vontade é humilhar. Aqui, na nossa que é mesmo "nossa" casa, perante os invejosos que tanto apregoavam que o dia em que iríamos acabar estaria a chegar. Não chegou, e espetar o maior número possível de tabefes nas fuças do conquistador é a melhor forma que temos para lhes relembrar isso mesmo. De frente, olhos nos olhos.

E é um vitória diferente no palmarés desde a última visita ao Bessa, há que o dizer: dobraram o número de troféus e conquistaram uma das duas provas mais importantes do futebol português, algo que ainda não tinham conseguido. Para nós, a diferença de estatuto nunca foi problema para assumirmos a rivalidade com os blancos e não o será agora. Nem os objetivos diferentes de cada um na presente temporada. Humildade, ao contrário do opositor, é algo que nunca nos faltou.
Veem de seis pontos nos últimos seis jogos (tal como nós), e há outros tantos que não vencem fora do municipal. Abanaram um pouco com a saída de um dos desequilibradores da equipa e com o facto assumido de serem barriga de aluguer do estarola azul, mas continuam, claro, bastante fortes como equipa.


Entramos na fase decisiva da época, digamos que a chegar ao ponto sem retorno. Olhando para a tabela, à proximidade da linha de água e aos próximos desafios, mesmo ao número de jogos que levamos sem vencer, revestem-se de mais importância ainda estes três pontos. Fundamentais, claro. E sim, estamos pressionados pela quase obrigatoriedade de pontuar.

Não costuma ser fácil acertar no onze de Petit, com as ausências ainda mais complicado se torna. Por partes:
- para o o lugar dos dois centrais, estando Lucas lesionado, sobram Ervões (suplente nos últimos dois jogos, utilizado no último) e Aaron. Problema acrescido se o gabonês não estiver apto: Pimenta, apesar das boas indicações deixadas nos dois jogos da Taça da Liga, tem jogado no campeonato de juniores e será, naturalmente, um risco enorme avançar para a titularidade. Achando Petit que a nossa jovem promessa ainda não estará pronta para a estreia na Primeira Liga, a solução passará por uma adaptação de um jogador do meio campo. Tengarrinha será o nome mais lógico (até porque não lhe é uma posição completamente estranha), Idriss poderá ser outra hipótese. No caso deste último, positivo o facto de podermos contar com o português no miolo, nem tendo que mexer muito no meio campo que atuou bem em Barcelos. Cech (suplente não utilizado nesse jogo) será também hipótese a ter em conta. Veremos como vamos abordar o desafio.
- ainda na defesa, a confirmar se é desta que Beckeles regressa à lateral direita ou se continua Dias por lá. Não deixo de lado a hipótese Beck a ala, à semelhança da segunda metade na semana passada...
- No ataque, Brito e Uchebo serão prováveis titulares, dúvida na terceira posição. Temos Zé Manuel e Léo (ambos a precisarem de recuperar rapidamente a boa forma) e Pouga.


Símbolo no campo e Adeptos na bancada, como um só. Temos todos os motivos (muito positiva a campanha de bilhetes para este jogo) para continuar a apoiar a equipa como até aqui. Mais ainda, tendo os tristes acontecimentos da primeira volta e todo o sofrimento que isso implicou para o nosso adepto no pensamento.


 
Força Boavista!

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Vamos a eles: Gil Vicente





Segunda final fora de casa, jogo complicado e de vital importância para o nosso objetivo. Fundamental para nós e para eles (talvez ainda mais), estão em jogo os pontos, o confronto direto e a forma (psicológica, pelo menos) como poderemos encarar as próximas batalhas.


O adversário está, de facto, melhor que quando nos visitou na primeira volta e tanto nos dificultou a vida. Mantem os argumentos ofensivos (alas e muito boa referência no eixo do ataque), mas é mais atrás que está diferente. No meio campo ofensivo claramente para melhor (culpa de Ruben Ribeiro, e da facilidade que tem em dar boa sequência aos ataques), mantendo os problemas no eixo da defesa. Os dois centrais chegaram em janeiro, não sei se melhoraram muito ou não, mas denotam ainda muitos problemas nessa zona (pelo que vi não fiquei com nenhuma pena do Cadú não ter regressado).
Últimos cinco jogos no campeonato perderam um (com o estarola verde), sendo que nos últimos quatro em sua casa também só têm uma derrota (levaram cinco do estarola azul), vencendo a Penafiel e Paços, empatando com Vitória de Setúbal. Nada, nada fácil...

Precisamos da receita dos últimos dois jogos: concentrados, bem na ocupação dos espaços e consistentes na defesa e meio campo. Ir crescendo com o jogo e evitar os tais erros que por vezes são uma machadada na discussão dos jogos.
Preocupação extra dada a ausência de Idriss, que seria particularmente útil neste jogo. Reuben será o seu substituto natural, como [ou um dos] elemento mais recuado do meio campo. Tengarrinha estará de regresso, dúvidas no terceiro homem: Carvalho não tem estado brilhante, é verdade, mas tem contribuído para as melhorias na consistência. Jogando o brasileiro, Tengarrinha poderá ocupar posição mais adiantada (como em Coimbra), sendo igualmente útil naquela primeira pressão ao início dos ataques do adversário (algo que Cech poderá não ser tão eficaz). Sendo o eslovaco titular (e aqui julgo que só Anderson lhe poderá dar o lugar, salvo alguma surpresa), ganharemos soluções ofensivas e talvez maior poder de contra ataque (lembro-me dos bons sinais dados no jogo em casa frente ao Braga - Tenga e Cech -, se bem que com Idriss mais atrás).
Na defesa, a dúvida prende-se com a lateral, gostaria de ver o regresso de Beckeles à direita.
À frente, faz todo o sentido apostar em Brito, depois das boas exibições em Coimbra e contra o porto. Nas outras duas posições, Uchebo e Zé na primeira linha, Léo e Pouga para o que for preciso. Veremos o onze de Petit, com a certeza que, os que jogarem, o farão com a raça e atitude que sempre demonstram. 

  

Vai ser necessário estarmos no nosso melhor, no campo e na bancada, não podemos deixar de marcar presença em Barcelos, fazer da união entre Equipa e Adeptos uma das nossas grandes armas. Apoiar,  desde o início do desafio e não parar nos momentos mais complicados. Aliás, não parar nunca, como tem sido hábito.



Força Boavista!

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Vamos a eles: Académica



É a primeira de duas verdadeiras 'finais' fora de casa, com um jogo no Bessa a intercalar. Em caso de vitória damos um salto gigante na nossa luta pela manutenção, aumentando para nove os pontos de distância sobre o adversário de domingo e com vantagem no confronto direto (e é bastante provável que os dois perseguidores mais perto de nós não pontuem sequer, um na Luz, outro em Braga). Um empate será um mal menor, apesar de perigoso dado o calendário apertado. 

Académica que é a equipa do campeonato com pior ataque (-4 marcados do que nós), menos vitórias (1), com mais empates (11) e a única que ainda não venceu no seu estádio (mas só perderam com os dois primeiros classificados). O momento é conturbado, fala-se por aqueles lados que em caso de resultado negativo contra nós poderá ser o último jogo de Paulo Sérgio. Para nós, sendo uma partida de quase tudo ou nada para o adversário, só aumenta o grau de dificuldade do desafio.


Na nossa defesa, alteração forçada na direita perante a ausência de Beckeles. Muito embora a boa prestação de Tengarrinha no último desafio nessa posição, é provável que seja João Dias a ocupar a vaga. Além disso, Aaron poderá ser presença nos convocados (pelo menos no banco, evitando que se vá a jogo sem centrais nas opções, como no último desafio). Titular ou não, logo veremos.
No meio campo, Idriss e a outra dúvida, Cech ou Carvalho. Não acredito no regresso ao onze de Gabriel, Lima será um pouco arriscado, mas depende de como Petit encarar o duelo no meio campo e como vai olhar para a debilidade ofensiva do adversário.
Ucheb e Zé Manuel seriam as minhas apostas para dois dos três lugares na frente. Talvez Quincy e podemos contar com Léo, Brito, mesmo Pouga para serem lançados no onze.


Importante vai ser o nosso apoio. Adorava que conseguíssemos uma boa presença no Municipal, os nossos rapazes merecem e será importante todo o apoio num jogo desta importância. O bilhete é acessível (dez euros) e o horário do jogo convidativo a um belo passeio a Coimbra.



Força Boavista!

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Venham Eles: Rio Ave



Não lhe chamaria de uma 'final', daquelas que já tivemos no Bessa com opositores diretos, mas será um jogo tão complicado quanto importante, olhando para o calendário (antecede uma deslocação fundamental a Coimbra) e para a aproximação dos concorrentes diretos (à exceção do Penafiel, todos pontuaram).

Grau de dificuldade na linha do último desafio em casa, talvez até mais difícil, em teoria: igualmente fortes nos contra ataques, safam-se bem melhor em ataque organizado (apesar de inferiores individualmente) e têm outros argumentos na zona central da linha avançada (sempre problema acrescido para nós). A receita é, pois, a mesma que nos ajudou a garantir os três pontos contra o braga: concentração, intensidade e o mínimo de erros cá atrás e nas perdas de bola no meio campo.  E, claro, a eficácia possível.

No onze, não deve haver grandes mudanças: Beckeles, Sampaio, Santos e Afonso; Idriss, Tengarrinha e Cech;
A haver alterações, poderá ser no ataque (salvo algum impedimento físico de última hora). Não tiraria Uchebo da ala, nem Zé Manuel do onze. A dúvida será no posicionamento do português, se no eixo do ataque se na ala. Atuando o Zé na lateral, poderá entrar Pouga (se o adversário estiver realmente mais frágil no eixo da defesa, poderá fazer sentido); ficando pelo centro do ataque (à semelhança do jogo com o Braga), Léo, Brito ou Quincy, entrarão para o onze.



Taça da Liga

Participação modesta, é certo, à semelhança da maioria das equipas que encararam esta competição como nós, com prioridade para dar minutos aos menos utilizados e experiência aos mais jovens oriundos da nossa 'equipa b'.
Tivemos pontos positivos, como as exibições caseiras (mesmo sem deslumbrar, merecemos a vitória em ambos os embates), o reaparecimento de Afonso Figueiredo, os bons sinais de Pimenta, assim como de Lima, Quincy e Pouga.
Pela negativa, algum amargo pelo que se passou em Alvalade e pelo que não conseguimos tirar do jogo quando as coisas até nos poderiam correr de feição. Encerramos as contas num jogo complicado para se evitar uma derrota, atendendo aos argumentos com que nos apresentamos e atendendo as especificidades do jogo (cumprir calendário no nosso caso - e culpa daquele penalty na semana passada -, ao invés do opositor que jogava o acesso à meia final).


Duas notas, ainda a respeito deste desafio em Setúbal:

Mais um de Julián. Também não há outro para colocar ali a jogar, enquanto for nestes jogos já nem dá para chatear muito.
Luís Pimenta talvez o melhor Axadrezado em campo. Não tem culpas diretas naquele caos defensivo inicial, preocupa-se em se posicionar bem, lance que ataca é lance para ganhar. Olhando às poucas opções que temos para a equipa principal, se acontecer alguma emergência (ou catástrofe, em emergência já nós estamos) pode ser que ainda seja útil no campeonato.



Hohe, é para continuar a fazer do Bessa um inferno. Força Boavista!

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Venham Eles: vitória


É sempre um jogo com um dos principais rivais e mesmo que exista a tendência para menosprezar a importância de uma partida destas, depois do apito inicial a rivalidade é para levar bem a sério. A falta de competitividade e a pouca importância dos pontos em disputa podem tirar algum interesse, até concordo, mas deve ser algo mais que um aperitivo para o jogo dentro de mês e meio. Dentro do campo pode ou não aquecer, nas bancadas é ambiente inflamado pela certa (ou será que vai haver alguma acalmia depois dos vergonhosos acontecimentos em Guimarães?).

Curiosidade para ver os nossos menos utilizados assim como os que habitualmente competem na nossa 'equipa B.' Pimenta, Samú, Abner e Edu são alguns dos nomes que mais curiosidade suscitam. Importante também para percebermos como estão Diego Lima, Quincy e Pouga, por exemplo.

Na classificação, apesar de ainda termos hipóteses de apuramento, quase as hipotecamos na totalidade depois da derrota em Alvalade e do empate caseiro com os pastéis.


#nemafeijões, não há lugar a brincadeiras e treinos são à luz do dia e sem equipamento oficial.



Força Boavista!

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Venham Eles: Estoril



Dezanove pontos! Metade do campeonato com quase dois terços do objetivo cumprido seria excelente. Serão dos mais difíceis opositores que teremos no Bessa, mas, até olhando às perfomances e momento atual das equipas, é um adversário ao alcance, estando nós ao nível do melhor que já nos exibimos neste campeonato.

Dado importante: é o primeiro de uma série de desafios no Bessa contra equipas 'europeias', equipas que foram à Europa nesta época ou estão em posição de a garantir para a próxima. Seguem-se Braga, Rio Ave, Porto e Vitória. Junte-se deslocações à Luz e a Coimbra e teremos o nosso ciclo infernal. Ao contrário da primeira volta é preciso pontuar nestas próximas batalhas, sob pena de pagarmos caro (na classificação!) alguma mão cheia de derrotas. Nada melhor do que começar com uma vitória...
A distância para os perseguidores é perigosa: em caso de derrota poderemos descer três posições (e duas se empatarmos), ganhando subimos um lugar (apesar de com os mesmos pontos que o Estoril).



Olhando para a nossa equipa, na defesa não devem haver mexidas, mantendo-se a dupla de centrais (ou vamos ter Ervões?), Beckeles na direita e o regresso de Afonso à esquerda.
No meio campo, a grande curiosidade prende-se com Cech (que deixou boas indicações em Alvalade) e se poderá ser opção ou não. No caso de o ser e a titular (no meio campo, pois também poderá sê-lo na lateral esquerda, se bem que não acredito que Afonso perca a titularidade) veremos quem lhe dará o lugar (não sei se será boa altura para tirar Diego Lima da equipa, apesar de o jogo convidar a um meio campo mais trabalhador e cauteloso). Mas aqui é a habitual incógnita, em que parece que só Idris tem lugar cativo.
No ataque, não podendo contar com o nosso jogador mais utilizado, Zé Manuel, temos Brito, Léo e Uchebo. Será surpreendente algo diferente deste trio.

Do adversário, parece-me claro que são uma equipa perigosa e com boas soluções no meio campo e ataque; na defesa, têm uma baixa importante na lateral esquerda, ao que parece com dificuldades para a colmatar.
São a equipa que menos perdem fora de casa depois dos três primeiros classificados: têm apenas duas derrotas, sendo de longe a que mais empates têm (5).
Nota para o reencontro com José Couceiro (depois do seu mais que provável regozijo pela nossa descida), aquele para quem o Boavista Campeão Nacioal e a representar Portugal na Champions deveria ser uma vergonha para os portugueses. Lembram-se disso? Por mim é daquelas merdas que não se esquecem nem perdoam no mundo do futebol. Aconteceu ainda antes da polémica em 2004, entre ele e o nosso presidente e em que envolveu processos judiciais, depois das suas declarações acerca da suspeição que rondava o Boavista. É recebe-lo... bem.

 
Força Boavista!

sábado, 10 de janeiro de 2015

Vamos a Eles: Nacional


Quem diria? 16ª jornada, visita à Madeira à frente do Nacional na classificação e, seja qual for o resultado, assim nos manteremos. Em caso de derrota poderemos descer um lugar (caso o Setúbal vença o Arouca), se não perdermos mantemos o 12º lugar, com hipóteses de ultrapassar o Estoril  na próxima semana. Mesmo com 'almofada' para o que der e vier, seria ótimo, numa jornada em que seis dos sete últimos classificados jogam entre si, conseguir sacar pontos e depois tentar fechar em grande a primeira volta no Bessa.

Adversário moralizado pela vitória para a Taça, vêm de apenas uma vitória (tambem contra o Marítimo) nos últimos sete jogos para o campeonato, sendo que o último foi goleada em Guimarães.  Em casa só perderam contra dois grandes e Moreirense (ora, dão-se mal com grandeza e xadrez, tá bom), somando 11 dos 12 pontos que têm na Choupana.

Curiosidade para ver como encaramos o jogo, se à semelhança dos dois últimos desafios fora de portas, com uma postura defensiva e mais na expetativa (como o jogo aconselha, procurando prolongar a indefinição no resultado o maior tempo possível e tentando tirar partido de uma maior frescura física) ou, por outro lado, de forma idêntica ao que fizemos nos jogos com Belenenses e Arouca, com maior equilíbrio entres os momentos defensivo e ofensivo.
Não podemos contar com Gabriel, um dos médios todo-o-terreno, nem com a recente contratação. Carvalho provável no meio campo (no lugar de Lima ou de um avançado?), podendo ainda passar Beckeles para a ala direita entrando Dias para lateral, como tem acontecido (aqui no lugar de um dos três do ataque).
Na esquerda, e depois dos últimos dois jogos, não faz sentido mudar Afonso, assim como os centrais.


Confiança na equipa e vamos a eles! Força Boavista!