Petit, Rui Borges e Alfredo formam a equipa técnica. Foi esta a solução encontrada pelas direções do Boavista para treinar a equipa sénior. Bem ou mal, só o futuro o dirá.
A julgar pela boa prestação de Petit no único jogo que realizou, é negativo se ele arruma em definitivo as botas. Desde que esteja bem fisicamente, provou que pode ainda ajudar (e muito!) a equipa como jogador.
É um risco enorme para aquele que já é uma das maiores figuras do Boavista de sempre. Ser treinador é depender quase em exclusivo dos resultados, e isso, olhando às condições atuais, é tudo menos fácil de alcançar. Por muito grande que seja a vontade - que não duvido que é - por muito que se seja "o primeiro a dar o corpo às balas". No fim, assobia-se sempre o treinador. É inimaginável ver esse cenário no Bessa com Petit...
Um dos responsáveis pela formação do plantel - Rui Borges - assume papel de campo, de treinador-adjunto. Provavelmente, dividirá as funções de treinador com o próprio Petit, digo eu. Um no campo, outro no banco, os dois a comandar.
Mais tarde veremos mais contornos.
Num primeiro passo é preciso confiança e acreditar que quem escolheu tem dados para avaliar bem os riscos desta opção.
Nos nomes Petit, Borges e Alfredo, há que confiar. Eu confio.
Força Boavista
