domingo, 9 de dezembro de 2012

Empate injusto


Bom jogo das duas equipas, resultado algo injusto pela superioridade mostrada pelo Boavista em grande parte do desafio.

Conseguiu-se dar sequência às melhorias dos últimos dois jogos, depois do desastre de Fafe, apesar do resultado negativo. Navas, Carraça e Petit fazem um dos melhores meio-campos do campeonato, todo o jogo da equipa ganha com estes três em campo. Dão consistência, pressionam, dão sequência à posse de bola. Excelente jogada do primeiro golo, uma das muitas em que se conseguiu chegar à área com perigo, Petit a finalizar de cabeça. Vantagem justa ao intervalo.
Não deixamos de controlar na segunda parte, nem deixamos de criar as melhores situações para aumentar a vantagem (Petit primeiro, depois Fary) mesmo com boa réplica por parte do Varzim.
Minuto 70 vira a história (e a justiça..) do jogo: expulsão de Paulo Campos e penalty assinalado por mão na bola de Caio (a juntar à substituição de Petit). Atitude e crença abnegadas, mesmo quando em inferioridade numérica e física (já com Carlos Santos a defesa esquerdo e sem ponta de lança), foi do Boavista a melhor oportunidade, Wellinton a desperdiçar isolado dentro da área.
Cabeças quentes e revolta contra aquilo que se passava dentro das quatro linhas resultou na expulsão de Alfredo e Petit.

Em bom plano os centrais (alguns cortes in extremis, principalmente por Simão Coutinho), Paulo Costa dá segurança e consistência à ala esquerda.

Óbvias razões de queixa do trio de arbitragem: exagero de cartões amarelos para ambos os lados (se bem que Paulo Campos foi bem expulso), perda do controlo do jogo e do critério nas faltas assinaladas. Erro enorme, um fora de jogo mal tirado na primeira parte ao Boavista, já que o passe de Zé Manel, mesmo antes do ressalto no defesa adversário, foi executado para trás da linha da bola. Ficaria isolado, na grande área, julgo que Fary. O penalty, prontamente marcado pelo mesmo fiscal de linha, deixa muitas dúvidas.


quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Boavista, federação, recurso: Ganhamos.


'Aquela' reunião foi por água abaixo. Em definitivo (embrulha Freitas...).
Mais um patamar ultrapassado na luta com a fpf. Recurso do TAS favorável ao Boavista, pelo que, no mínimo, a federação terá que repetir a fatídica reunião de 2008.

O puzzle dos últimos dias:

Peça 1 - demissão de Maio.

Peça 2 - Apelo do Boavista ao PER, tendo em vista a recuperação (proteção?) do clube, desconhecendo-se ainda se tal será mesmo possível (talvez um género de PEC, a sigla mágica para quem quer inscrever equipas profissionais e deve este mundo e o outro).

Peça 3 - Decisão do TAS, indeferindo o recurso da fpf,

Peça 4 - João Loureiro como candidato à presidência do Boavista (mesmo sendo para rir a cena do "ceder à pressão" e do "em prol da união").

Peça 5 - Notícia do pedido de indemnização.

Para tirar as conclusões.

Sendo o mais factual possível e depois da espera de tantos anos, resta aguardar um pouco mais, já que está mais que visto que isto está muito mexido. Demais para um clube tão moribundo. A candidatura de João Loureiro é o maior sinal que as coisas podem estar a encarreirar para o desfecho que todos os Boavisteiros querem: o regresso à primeira liga e a possível recuperação financeira.


A não perder, o "5 para a meia noite" desta semana, com Petit e Jorge Couto. Falou-se muito e bem do Boavista.




sábado, 24 de novembro de 2012

Agora a sério: mas que é esta merda?


Cedo se ficou com a boca doce. E por mim falo, admito-o prontamente. Há alguns anos que não tinhamos uma inscrição da equipa tão célere, tão silenciosa e calma. A reconstrução da equipa foi avante com os defeitos que já todos pudemos ver, com os erros que os responsáveis poderão assumir, mas construiu-se o possível, dadas as condições.
Desportivamente estamos mal, mas não estamos - ainda - condenados.

O descalabro desportivo não ajuda nada a que se possa continuar a manter tudo e todos a dormir. Percebe-se isso, entende-se o incómodo.

O descrédito é total, mediante não só a demissão (e pelos motivos apresentados, pouco há a dizer) mas, principalmente, pela nomeação do ex-presidente para voltar a exercer um cargo que seja. Do silêncio, da matreirice patente, da frieza com que se gere e manipula o destino do clube.
Os que votaram, os que acompanham o clube, os que são movidos pela paixão inexplicável, sentir-se-ão, naturalmente, defraudados com toda a situação. Irremediavelmente defraudados, digo eu. Desmotivados, descrentes e desconfiados. 

Para quando um "chega desta merda"? E teremos nós, clube, força para isso?

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Que éssamerda?


Dá resultado estar uns dias sem vir à net, pelo menos desportivamente. Numa semana, regressamos às vitórias, não sofremos golos num jogo, perdemos seis pontos na secretaria e mudamos de presidente.

Domingo passado fêz-se o que tinha de ser feito: ganhar, depois de uma das maiores humilhações da história do clube. Com lampejos de raça e força, inspirados por Navas e Carraça, levamos de vencida uma das equipas com menor orçamento do campeonato (recém promovida à 2B). Pela margem mínima e sem sofrer golos, o mais positivo foi mesmo a intenção de reação, mesmo longe de uma brilhante exibição.

Início da semana, notícia da possibilidade da perda de seis pontos por dívidas ao jogador Essame (jogador de 2005 a 07). Estranho, por os impedimentos estarem ultrapassados e pela reação do clube, que afirma ter tudo regularizado com o jogador, conforme acordado com o mesmo. A prescrição do caso poderá ter intereferência no assunto, mas o melhor mesmo é esperar para confirmar se não é mais um tiro para o ar de uma qualquer fonte mal informada ou mal intencionada.
Só isso para justificar a retirada das duas únicas vitórias que tanto nos custaram a conquistar. A confirmar-se, ficaremos em 14º lugar, ainda acima da linha de água. Na luta pelo título, nada disto terá alguma influência, pois claro...

Final da semana, duas notícias, no mínimo, inesperadas: a nomeação de dois novos administradores da SAD(presidente e vogal) e consequente demissão do atual presidente do clube. A razão para tal são problemas de saúde. É daquelas razões fodidas, convenhamos. Se alguém duvida é insensível, apesar de todos os motivos e mais alguns para se torcer o nariz e o sobrolho; se ninguém duvida, é maluco ou desfasado da realidade.  
De enorme realce, o nome do novo presidente da sad, indicado pelo atual presidente demissionário do clube: Álvaro Braga. 

Resumindo, temos aí eleições. Outra vez. É deixar rolar mais para se perceber o filme e o seu enredo e... butar!

domingo, 4 de novembro de 2012

Humilhação


É difícil ter palavras depois de uma derrota destas. Vou tentar.
Do jogo, dizer que, acho que pela primeira vez este ano, repetiu-se um onze inicial. Entramos mal, lentos e cedo se deu espaço ao adversário. Pior: espaço central, eixo da defesa demasiado exposto para o que pode ser aceitável. Aos vinte minutos ainda andava a equipa perdida (com Zé Manel no lugar de Pedrinho) e o Fafe já com vantagem de dois golos, falhando mais quatro situações flagrantes até ao intervalo. Reações, só de bola parada e só por uma vez com perigo (Carlos Santos por cima na pequena área). Impressionou a lentidão da defesa, a facilidade com que o adversário ganhava no um para um, o espaço para rematar com perigo.  
Entrou-se bem na segunda parte (e a favor do vento), criou-se até condições para alterar a história do jogo, por incrível que possa parecer. No espaço de oito/dez minutos, Carraça reduz de livre direto, Fary manda ao poste e o árbitro deixa passar uma mão clara à entrada da área (corte no chão, com a mão), resultando daí o terceiro golo e o início do descalabro. A partir daí... 
Já com Carlos Santos a defesa-esquerdo (entrou Ruben) e Navas como central, quando ainda se tentava discutir o jogo, velocidade e bola rasteira não combinam com os nossos centrais, no meio de olés e duma eficácia tremenda, nem há palavras para descrever.

Negro, um dos dias mais negros vividos pelos adeptos Boavisteiros.


Estas derrotas têm o condão de aprofundar a reflexão. Sobre a época, equipa, mas principalmente sobre o clube. Expõem a dura e crua realidade, que é esta. Por vezes escondida nos resultados para os cada vez menos adeptos e cada vez mais impacientes, a grande questão mantêm-se a mesma dos últimos anos: se vale ou não a pena continuar a competir para simplesmente existir, ir existindo até que o milagre aconteça.
Mesmo sem os problemas com o plantel no ano passado, a competitividade tem mesmo que ser maior que a que se tem visto. Isso é inegável...


sábado, 3 de novembro de 2012

Visita a Fafe


É comum, em conversas de família, falar-se do jogo de Fafe. Histórico, marcante, célebre e inesquecível, dizem os que presenciaram esse jogo, na véspera de São João no ano de 1963.
Vai daí, decidi consultar a nossa Bíblia, "BFC, a primeira história". Partilho convosco um excerto do livro. Vale a pena ler:

"Foi um jogo memorável, tal era o ambiente que o rodeava. Nessa época, os minhotos haviam apostado forte na subida e o resultado do Bessa (2-1) fazia manter intactas as esperanças na passagem.
Do Porto, deslocaram-se alguns milhares de adeptos e amigos do Boavista que, ao chegarem a Fafe, depararam com um clima de hostilidade e intimidação. A terra estava engalanada para vitoriar o vencedor, que não podia ser outro senão o... Fafe. No campo vivia-se um ambiente indescritível de euforia e entusiasmo e, pela instalação sonora, faziam-se as ofertas mais mirabolantes (uma casa para o jogador fafense que apontasse o 5º golo...).
Grande parte dos adeptos boavisteiros foram impedidos de entrar, à força, no superlotado campo, gerando-se um momento de grande tensão.
Neste célebre jogo de Fafe e à semelhança de todos os desafios dessa época, Olímpio de Magalhães, delegado do BFC, depois de constatar as precárias condições, fez com que o Boavista jogasse sob protesto, o que desencadeou uma tal manifestação de hostilidade que o dirigente boavisteiro chegou a temer o pior.
O empate serviu as aspirações boavisteiras, mas desencadeou uma onde de violência dificilmente contida pela Guarda Republicana. A equipa só conseguiu saír do campo três horas depois do final do jogo, com as viaturas escoltadas durante vários quilómetros. Contudo, depois dessa escolta ter deixado a caravana aconteceu uma verdadeira emboscada, com jogadores e dirigentes agredidos e diversas viaturas danificadas.
A comitiva seguiu depois para o hospital de Guimarães, onde os feridos receberam tratamento, chegando ao Porto por volta da meia-noite. À sua espera estava uma enorme multidão. Como era noite de São João, viveu-se uma redobrada euforia.
Desse dia e dessa época, gloriosos para a história do Boavista, recordam-se os nomes: Oswaldo Campos (treinador), Carlos da Fonseca (diretor), Vieira e Norberto (GR), Serafim Ribeiro, Albano, Torgal, António Carlos, Sousa Ribeiro, Leitão, Pinho, Germano, Oliveira Santos e Alfredo.
A partir daí, o Boavista iniciou uma ascensão segura e não mais voltou a viver momentos tão dramáticos."



Defrontamos o Fafe em 89, na primeira divisão, jogo em que empatamos a um, já com Isaías, Bertolazzi e.. João Pinto. No banco, estava outra figura histórica do nosso Boavista, atualmente membro da equipa técnica: o grande Alfredo!

Amanhã, por todos os motivos, só a vitória interessa. A proximidade com o outro grande rival faz-nos sentir ainda mais desejosos do regresso aos palcos principais, aos jogos quentes, aos ambientes hostis, que tanto estamos habituados e tão bem nos... adaptamos. Força Boavista.





segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Primeira vitória


Exibição consistente, equipa aguerrida e concentrada, justa vitória num jogo que fica para a história como o primeiro no Bessa tendo Petit como treinador. E, diga-se, começa a sentir-se a marca da Pantera que está no banco. Na identidade que a equipa já mostra dentro do campo, e até mesmo antes do jogo começar, a insistir aos jogadores para não só agradecerem o apoio como também se dirigirem perto das bancadas, assim como no final. Bom de ver e de sentir.

Três alterações no onze relativamente ao último desafio: Caio no lugar de Simão Coutinho, Pedrinho no de Zé Manel e Fary na vez de Adriano, a ponta de lança. Três homens da casa (dois ex-juniores e um veterano), a juntar aos também oriundos das camadas jovens André Pereira, Carraça, Rúben e Miguel Cid. A aposta e a ponte entre formação e equipa sénior não é só falatório... 


Entramos bem e assim estivemos durante toda a primeira parte. Compactos, objetivos e eficazes nas lutas pelas segundas bolas (Navas e Carraça em muito bom plano), linhas a subir sempre que possível, a tentar pressionar bem alto o adversário (Pedrinho e Wellinton também bem nesse aspeto). Em duas recuperações de meio-campo, forçado o erro do adversário, ganhamos vantagem: primeiro Welinton em jogada individual, depois Fary, após boa assistência de Pedrinho. Mantivemos a rotação alta até ao intervalo, a criar ainda algumas jogadas perigosas, sempre com olho na possibilidade das subidas dos laterais, Campos e André Pereira, e a dar poucas chances de ataque organizado ao adversário.
Segunda parte tivemos um Boavista à espreita do contra-ataque faltando alguma lucidez e objetividade para criar mais perigo e poder matar o jogo com o terceiro golo. Apesar do controlo do desafio caber então ao Ribeirão, nunca o Boavista se deixou dominar, muito menos sufocar, apesar da fadiga evidente. Falha de Ricardo Campos permitiu à equipa visitante reduzir a desvantagem, redimindo-se do erro a cinco minutos do fim, evitando o imerecido empate para os visitantes. 
Tentou-se e bem minimizar os danos provocados pelo cansaço, lançando Zé Manel e Rúben (homem por homem, nas mesmas posições) e Miguel Cid nos últimos dez minutos, para restabelecer alguma da consistência perdida.

Alguns destaques:
Navas é um muro; sabe desarmar e posicionar-se bem, como um bom trinco, inabalável enquanto as forças existem. Hoje teve Carraça mais perto, a fazer dupla na missão de impedir que o jogo chegue aos centrais, dando também mais liberdade a Zé Tiago. Nota positiva para as bolas paradas, quase sempre bem executadas por Carraça, em que foi visível também trabalho de casa.
André Pereira continuou bem a atacar, hoje também acertado a defender. 
Vimos um Pedrinho mais objetivo e prático, coisa rara nele. Veremos se é para continuar.
Última nota para os centrais: Caio esteve bem na estreia, Carlos Santos autoritário onde ele é mais forte, no jogo aéreo, não tão bem a fazer algumas faltas desnecessárias. De resto, estiveram bem 'guardados' pelo meio-campo.

Justíssimos três pontos e primeira vitória da época, esperemos que a primeira de muitas. Sete pontos, os mesmo do nosso próximo adversário (Fafe), a seis do primeiro. 

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

O problema


Para já e desde há 4 anos,o problema é nosso, vivido como um pesadelo sem fim. Pode deixar de o ser, se o Supremo Tribunal Administrativo confirmar a decisão do TACL (como tudo indica) e o cj da fpf, repetindo a pseudo-reunião de 2008, não confirmar as decisões aí tomadas (haverá a possibilidade de prescrição). Aí, o problema passará a ser da federação, como é óbvio. Afinal, como se torna cada vez mais evidente, é mesmo para isso que continuamos a querer respirar por uma palhinha.

A novidade é que foi o presidente da fpf a referir e a relembrar a situação.

domingo, 14 de outubro de 2012

Novo empate


Mais um empate, num jogo equilibrado, muita disputa pela posse de bola e poucas oportunidades de golo. A melhor foi nossa, Pedrinho na área, isolado, a rematar por cima. Houve atitude, entrega e concentração dentro do campo. Houve também uma equipa de arbitragem com mão pesada para os jogadores do Boavista (5 ou 6 cartões amarelos), não tão pesada para os liminanos. Fora dele, estranhe-se, superioridade dos da casa no número de adeptos.

Carraça no meio campo foi a novidade no onze, sem Fary e com Adriano, Zé Manel e Wellinton, numa frente móvel e pressionante, o mais alto e cedo possível. Pressão e disponibilidade para ganhar as segundas bolas, maior proximidade nos jogadores e preocupação em ocupar bem os espaços - principalmente os do meio-campo, no apoio a Navas - na tentativa de ganhar a bola rapidamente o que resulta também em maior proteção ao setor mais frágil, o eixo da defesa, foram as grandes diferenças, tendo em conta o que temos visto. Apesar da dificuldade em fazer circular a bola, conseguiu-se chegar perto da área adversária, em bola corrida (destaque para Zé Tiago, principalmente na primeira parte) e nas bolas paradas que se dispôs (Carraça o marcador de serviço e bem). 
Nota para a estreia positiva do júnior Rúben (no lugar de meio-campo mais ofensivo, Zé Tiago). Pedrinho (por Zé Manel) e Joel (pelo esgotado Adriano) foram os outros suplentes utilizados.

De diferente também a 'alma' que vem do banco, tanto Petit como Rui Borges bastante interventivos. O Boavista dá sinais de uma mentalidade mais agressiva - no bom sentido - mais arrojada identidade de jogo; pressão sem bola, jogo rápido e aberto quando com bola. Só o tempo para se perceber se vamos ser capazes. 

Na classificação o arranque traduz-se num atraso de 9 pontos para o primeiro e pior ataque da prova.
Mas subimos um lugar. Quinze dias até ao próximo desafio, quinze dias para se ganhar fôlego e afinar a máquina.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Solução interna


Petit, Rui Borges e Alfredo formam a equipa técnica. Foi esta a solução encontrada pelas direções do Boavista para treinar a equipa sénior. Bem ou mal, só o futuro o dirá. 

A julgar pela boa prestação de Petit no único jogo que realizou, é negativo se ele arruma em definitivo as botas. Desde que esteja bem fisicamente, provou que pode ainda ajudar (e muito!) a equipa como jogador.
É um risco enorme para aquele que já é uma das maiores figuras do Boavista de sempre. Ser treinador é depender quase em exclusivo dos resultados, e isso, olhando às condições atuais, é tudo menos fácil de alcançar. Por muito grande que seja a vontade - que não duvido que é - por muito que se seja "o primeiro a dar o corpo às balas". No fim, assobia-se sempre o treinador. É inimaginável ver esse cenário no Bessa com Petit...

Um dos responsáveis pela formação do plantel - Rui Borges - assume papel de campo, de treinador-adjunto. Provavelmente, dividirá as funções de treinador com o próprio Petit, digo eu. Um no campo, outro no banco, os dois a comandar. 
Mais tarde veremos mais contornos.

Num primeiro passo é preciso confiança e acreditar que quem escolheu tem dados para avaliar bem os riscos desta opção. 
Nos nomes Petit, Borges e Alfredo, há que confiar. Eu confio.


Força Boavista