terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

A Respeito do 'Caso 2009'


E só para afastar alguns fantasmas.
Sexta feira passada fomos primeira página de todos os jornais, generalistas e desportivos. O Record foi o único a fazer referência ao terceiro processo (mesmo na primeira página), o caso 2009, a réstea de esperança para muitos. A instigar a dúvida, a lançar a farpa. 
No jornal Record de hoje: "(...) processo decidido em 2009, onde se estabeleceu um cúmulo jurídico sobre processos que, afinal, provou-se agora, prescreveram. Nessa decisão, o processo que ficou para trás, relativo ao árbitro Bruno Paixão, o CJ também se tinha pronunciado pela prescrição".

Pelo meio, um excelente texto (de redenção?!) do diretor do jornal e ex-dirigente do belenenses (clicar na imagem para ler).


Tudo indica que as negociações já tenham começado há uns tempos, até pela decisão mais célere do que muitos pensavam, o que também aconselha a manter a postura que se tem adotado.
O passo de gigante foi dado, outros - obrigatoriamente - se seguirão.

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Derrota e apoio ao Campeão

Mais uma derrota, a sétima do campeonato, o que faz com que o saldo seja negativo (6V/7D), sendo que piores defesas que a nossa, só as dos três últimos classificados.

Simples a análise ao jogo: equilíbrio nos primeiros minutos, auto-golo de Frechaut na primeira jogada com relativo perigo do adversário, jogo estragado com uma ridícula expulsão de Rúben Alves à passagem da meia hora. Ridícula já que, sendo simpático, seria uma simples falta por obstrução...
A reação quase não existiu, exceção num lance em que Wellinton aparece isolado na grande área, perdendo tempo de remate. Na segunda parte, a manta tornou-se definitivamente curta, mesmo com Zé Lopes em campo e já sem Zé Manel. Perante uma equipa organizada e também ela com forte apoio das bancadas (entrada livre para associados...), contra a corrente do jogo surge o segundo golo, aniquilando por completo quaisquer hipóteses de recuperção.

Num jogo em que nada correu bem, desde a (des)inspiração da equipa até à brutal influência do árbitro, salvou-se a habitual atitude positiva, numa equipa com três jogadores da formação, ainda com idade de júnior, apostas - e bem - de Petit: Claudio, na direita a substituir Paulo Campos, e os habituais Carraça e Rúben Alves, recentemente convocados para a Seleção Nacional. Jogos e minutos para os miúdos, para o futuro.
Individualmente, para não variar, um Navas omnipresente foi o destaque, enorme na luta de meio-campo e a destruir o possível, ainda com tempo para assistir Adriano na única situação de golo no segundo tempo.

Importante o apoio vindo das bancadas, claramente com a moral em alta dadas as últimas evoluções na nossa luta contra a injustiça: "Está de volta, está de volta o Campeão!".

Ficam 20 segundos de um excelente e original cântico dos nossos Panteras Negras:









quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Os Fracos Desistem



Só os Fortes Resistem!!


FORÇA BOAVISTA!



Adeptos, incansáveis adeptos que nunca deixaram de acompanhar, acreditar, apoiar o símbolo.
Na segunda ou na primeira, Boavista a vida inteira.


  

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Empate

Empate com sabor amargo - apesar da dupla recuperação de desvantagem perante o melhor ataque forasteiro da prova - tivemos os três pontos negados pela trave no último lance do desafio. 

Jogo equilibrado na primeira parte, muito disputado a meio-campo, sem nenhuma das equipas a conseguir superiorizar-se à outra. Empate justo ao intervalo: adversário perigoso nas bolas paradas, Boavista com um futebol mais direto que o habitual, eficaz no único lance de verdadeiro perigo junto à baliza do Limianos.
Segunda parte trouxe um Boavista mais forte, sempre por cima no jogo: mais pressionante, mais rápido na circulação de bola, com menos futebol direto e mais bola no pé. Contra a corrente do jogo - depois de duas oportunidades flagrantes desperdiçadas, Ruben e Fary, isolados - surge o segundo golo visitante, perante a passividade do eixo da defesa. Rápida e boa reação (de imediato sem P.Campos e com Adriano), permitiu-nos chegar ao empate e bem perto da vitória. 
Mais uma vez, grande atitude da equipa, num momento desportivo delicado, tendo em conta as distâncias para os extremos da classificação...

Fary: 38 anos, 7 golos e muita dedicação ao Boavista.

Individualmente, destaque para Pedro Navas. Impressionante no desarme, muito influente na pressão que se conseguiu fazer, foi raro o lance em que foi batido, principalmente na segunda parte, mesmo a central, posição em que jogou depois da saída de Paulo Campos. 
Claudio Lopes, na esquerda como na direita, em bom plano. Na primeira parte, foi até o principal dinamizador do ataque pelo seu flanco. E sempre certinho a defender. 
Pela negativa, de novo, os centrais, culpados em ambos os golos. No primeiro, de canto, em que a bola é cabeceada na pequena área com relativa facilidade. No segundo, em que o lance não é limpo, depois de estar à mercê de Simão Coutinho.
Destaque para a não titularidade de Petit (foi ao banco, Rui Borges o mais ativo a dar instruções), usufruindo Ruben Alves da titularidade. Compreensível, dada a conjuntura atual...

Próxima semana, deslocação ao campo do 5º classificado, o Ribeirão. O clube, o símbolo e os jogadores merecem que se continue a acompanhar, sem dúvida.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Quatro para embrulhar

Bom, muito bom estes quatro golos sem resposta ante o Padroense. Relembro que qualquer vitória por menos de três com estes nossos vizinhos sabem a pouco, depois da última jornada no Bessa há duas épocas atrás...
Aproveitando a onda positiva que parece atravessar o clube, melhor exibição da época traduziu-se na maior goleada, hattrick de Wellington e muito bom futebol, principalmente na primeira parte, em que o jogo ficou decidido com um 3-0 a nosso favor.

Pareceu, por momentos, um prolongamento da segunda parte do jogo da semana passada: não entramos bem, pressionados pelo adversário no nosso meio-campo, mas com uma grande capacidade de contra-ataque. Rápidos, de bola no pé e passe fácil, a jogar nas costas da defesa do Padroense, foi assim que chegamos aos três golos de vantagem na primeira parte. Eficácia, objetividade, muita raça e atitude em toda a equipa.
Segunda parte - apesar de sonolenta - a controlar o jogo e, mesmo contra a corrente - a aumentar a vantagem.

Navas, Carraça e Petit, confirma-se como um meio campo de luxo. Quase inabalável na luta pela bola, excelente nas transições rápidas. O único senão é mesmo o pouco espaço para Rúben Alves poder... contribuir.
Frechaut e Simão continuaram o 'plano de melhorias', mais incisivos no um para um, mais certinhos e atinados. Destaque também para Ricardo Campos, decisivo com duas grandes defesas, seguro em todo o jogo.
Outro ex-júnior, Cláudio Lopes, jogou e bem a defesa esquerdo. Boa exibição do jovem do Boavista.

Terceira jornada da segunda volta, a nove pontos do líder. Acabado? Por culpa da equipa e das caraterísticas deste campeonato, há que acreditar. A confirmar ou não, neste decisivo mês de fevereiro. Jogamos para a semana em Mirandela, seguido dos atuais segundo e terceiro classificados.
Com esta goleada, temos agora o melhor ataque da prova com 25 golos, tantos quanto os sofridos, o que faz com que apenas os três últimos classificados tenham pior defesa...

Em Mirandela - por ser o líder, pelo que se passou na primeira volta no Bessa e por podermos regressar à discussão do campeonato - era ótimo uma presença de adeptos em grande. 

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Porreiro!


Depois das renovações - pelo menos para dar algum moral às tropas - da campanha de angariação de sócios (mais uma!) e da nova camisola, o novo site.

Gosto da aparência - muito preto, muito branco, simples e prático. Vamos ver como se atualiza e como se completa o conteúdo. Importante, principalmente quando a desmobilização, em alguns momentos, parece ter uma dimensão assustadora.

A inaugurar, entrevista de JL com a habitual postura 'respeitável' pertante a fpf, já com destaque na comunicação social.
É isso.

domingo, 27 de janeiro de 2013

Empate em Vizela

Petit no onze, Navas no banco e a repetição da dupla de centrais - coisa rara -, foram as novidades do jogo de Vizela. Lutou-se, tentou-se defender bem e saír a jogar. O empate é amargo mas encaixa bem, já que vimos mais vezes o perigo rondar a nossa baliza, assim como foram nossas as duas últimas oportunidades flagrantes, já perto do fim.

Demo-nos mal com a pressão do adversário (que vem de cinco jogos sem perder), mais dominador na primeira parte, em que sentimos dificuldades para manter e dar sequência à posse de bola, sendo do Vizela a melhor oportunidade (Ricardo Campos em bom plano). A ineficácia do adversário e o melhor acerto de Frechaut e Simão Coutinho ajudaram ao nulo ao intervalo e a maiores dissabores na segunda parte.
A diferença boa esteve na melhor saída para o ataque, já com Navas (saíu Ruben) mais fixo no meio-campo, Petit mais solto, importante na condução do jogo da equipa. Criou-se oportunidades e lances de perigo, arrefeceu-se o adversário. Foi pena a vantagem durar apenas dois minutos e não deixar assentar o jogo, numa altura que o contra-ataque ameaçava tornar-se ainda mais perigoso.

Frechaut e Simão melhores que nos últimos jogos, Petit nos noventa minutos dá um jeitaço.
Destaque para Carraça, que voltou a fazer um bom jogo.

Pela negativa, os oito pontos de diferença para o segundo classificado.




sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Renovações de Contratos


Coisa fina. A construir alguma coisa, que comece por aqui.

Foi anunciada a renovação dos contratos de quatro dos jogadores mais utilizados esta época.

Carraça tem sido a revelação. Jogou nos últimos minutos no primeiro jogo em Vila Verde, só voltou a jogar na estreia de Petit como treinador, em Limianos, para não mais deixar de ser titular. Constante evolução jogo a jogo, forte nas bolas paradas (a rematar e a centrar), bom a ler o jogo, tem um peso tremendo na solidez do meio campo do Boavista. A continuar a evoluir, cuidado com ele.

Rúben Alves não teve uma entrada tão repentina na equipa, sendo suplente utilizado nos três primeiros jogos de Petit como treinador, titular ao quarto desafio, voltando a sê-lo nos últimos três jogos. Estreou-se a marcar nos seniores no último fim de semana, depois de o fazer já esta época em alguns jogos realizados pelos juniores. Excelente técnica no um para um, rápido a pensar e a executar, pode vir a tornar-se uma promessa séria. Jogar e ir jogando só lhe vai fazer bem, como se tem visto nos últimos jogos.


Navas e Wellington são apostas desde início. Navas é o trinco puro, foi subindo de rendimento à medida que a forma física também melhorava. Já fez jogos muito bons. Forte no desarme e na pressão que consegue incutir ao jogo do adversário. Tenta organizar os companheiros e a defesa, gosto de ver isso.
Wellington pode não ser nada ou pode ser tudo, não tenho é dúvidas que é o gajo mais rápido do campeonato. Bola no espaço é com ele, pode melhorar muito se perceber quando tem que ser mais prático e objetivo. Alguns dos melhores e mais importantes golos são dele.




Tem ajudado, apesar das limitações da equipa em alguns setores, o treinador conseguir extraír o máximo rendimento de cada jogador. Continua Petit.

Lembrei-me agora: como estaríamos se tivessemos este panorama no banco desde o início da época, e o dinheiro gasto com o outro senhor fosse para um central? Não sei, não...

domingo, 20 de janeiro de 2013

3-0 sobre o Vilaverdense

Petit no onze (no lugar de Navas, Zé Lopes no banco), boa pressão, grande jogo de Rúben Alves e vitória mais expressiva da época.

Entramos bem e assim nos mantivemos na primeira parte, bem na pressão alta e com boa circulação de bola, em grande evidência na jogada do primeiro golo. Mérito para Rúben Alves, desde o momento em que se desmarca para receber, até à excelente finalização, já na grande área. Vantagem justa, claramente a equipa mais dominadora, ainda que perdendo fulgor com o decorrer do jogo.
Dimínio repartido na segunda parte, até ao lance do segundo golo (que surgiu na hora certa, diga-se) marcado por Wellinton. Dez minutos depois, mais uma boa jogada de Rúben a dar no terceiro golo. Jogo resolvido e daí até ao fim uma exibição segura, mesmo com a boa réplica do Vilaverdense.
A vitória mais tranquila da época, num jogo em que fomos suficientemente seguros e eficazes, perante o segundo pior ataque da prova e a equipa com pior registo fora de casa.

Petit a habitual mais valia, ao lado de Carraça que também esteve em bom plano, assim como Zé Manel, sempre perigoso e esforçado.
Claudio Lopes a defesa esquerdo entrou bem, acabou expulso, vítima do exagero do árbitro no capítulo disciplinar (15 amarelos num jogo... correto!). Ainda assim, positiva a sua exibição, numa lateral que nem é a sua.
Frechaut continua em busca do ritmo, com Simão e Paulo Campos chegaram para as encomendas.

21 pontos (que dor de alma estas duas derrotas...) a seis do segundo, a cinco do próximo adversário, o Vizela. Para tentar andar lá por cima, só ganhando.