sexta-feira, 17 de agosto de 2018

Pantera Escondida #3 - Roland Linz




Eu avisei que era fácil: Roland Linz, o avançado austríaco que passou pelo nosso Clube de 2006 a 2008, oriundo do Sturm Graz, marcando 11 golos em 33 jogos. Transferiu-se para o Braga ainda decorria a época 07/08, passando depois por Suiça, Turquia, Áustria e Tailândia, antes de acabar a carreira em Portugal ao serviço do Belenenses em 2014.

A foto é a do jogo contra o estarola vermelho, curiosamente também à 2ª jornada do Campeonato 06/07, no Bessa. Vencemos por 3-0, dois golos do austríaco e um do polaco Kazmierczak (aquela chapelada ao Quim...). Foi um início de época bastante atribulado graças ao episódio 'Judas', com origem no nosso vizinho do lado, como se lembrarão. O treinador de então (por pouco tempo o seria, substituído por Pacheco) era Petrovic, e do nosso plantel faziam parte dois Campeões, William e Mário Silva (ainda hoje tenho dúvidas se podemos chamar Campeão a Khadim...). Zé Manel, Tiago, Grzelak e Lucas também integravam o plantel. E, claro, Fary.
Do outro lado, jogavam Nélson (o defesa direito que passou por cá), Nuno Gomes e o nosso Petit. Os dois últimos acabaram expulsos (acabaram o desafio com 8 jogadores...).
Acabamos em 10º, num campeonato com 16 equipas.

Fiquem com o resumo do jogo, vale a pena rever:



Parabéns ao Francisco Magalhães, o primeiro a acertar no nome do austríaco.

Força Boavista!

quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Pantera Escondida #3




Fácil, fácil, só mesmo um pretexto para se recordar bons tempos.

Quem é o jogador? Aceitam-se apostas, o primeiro a adivinhar vence. Batota não vale.






terça-feira, 14 de agosto de 2018

Plantel






Vamos aos bitaites sobre o desafio de Portimão, aproveitando para fazer um panorama geral do plantel para esta nova época.

Baliza - nota prévia: de todos que saíram, é na baliza que se adivinhavam maiores dificuldades para colmatar a perda de Vagner. O motivo é simples: o brasileiro tem qualidade para outro patamar que não o nosso atual, sendo quase impossível conseguirmos alguém do seu nível.

Sinceramente, esperava ver Bracalli a titular depois dos jogos na Madeira e o de apresentação. Hélton não esteve mal nesses jogos, é certo, mas demonstrou pouca confiança, dificuldade a jogar com os pés, um estilo pouco ortodoxo. Talvez aspetos naturais para quem se estreia em ligas europeias aos 27 anos.
Em Portimão, justificou a aposta de Jorge Simão nele. Interagiu com os defesas, foi prático a jogar com os pés, seguro nas poucas vezes que foi solicitado, no jogo aéreo esteve muito bem. Veremos os próximos jogos mas, para já, e contando que temos um jogador tão experiente como Bracalli no banco, não há motivos para alarme. Assis será o terceiro guarda redes.

Defesa - talvez o setor com menor número de opções e onde poderemos ter mais dificuldades para acertarmos as agulhas. Perdemos os dois centrais com mais minutos, dispensamos outro, assim como dois laterais não-titulares. Reforçamo-nos com duas incógnitas (a fazerem a estreia na Europa) e acrescentamos Samú às opções. Conclusão: arriscado.

Ponto forte da dupla que apresentamos em Portimão: jogo aéreo, quer dentro de área quer a limpar lançamentos longos. Denotaram alguma insegurança (sobretudo na fase inicial, natural sendo uma estreia absoluta) e problemas no posicionamento, principalmente no contra ataque do adversário.
Ao contrário da maioria (e das estatísticas) gostei muito mais do Neris do que Raphael Silva. Contando com a obrigatória evolução, poderemos ter aqui um bom central. Problemas de ambos na saída de bola e, sabendo que tal é importante na ideia de jogo de Jorge Simão, será um aspeto em que ambos terão que crescer bastante.
Talocha ao nível que nos habitou: certinho a defender, ainda a dar uma perninha no corredor central, uma ou outra boa incursão pela lateral esquerda. Muitas dúvidas, muitas mesmo, sobre a aptidão de Samú como lateral esquerdo. Do lado oposto, apesar de ter cumprido bem a sua missão, voltei a não gostar muito da prestação do Carraça. 'Voltei', porque já não tinha ficado agradado com a exibição na Madeira. Acho que pode fazer melhor, desde que consiga dar continuidade à sua evolução nesta sua nova posição. Veremos se Edu tem condição física para concorrer pelo lugar.
Esperemos que nada corra mal, mas uma ida ao mercado para fortalecer uma das laterais (sobretudo a esquerda)  não me parece de todo descabida.

Meio Campo - os três titulares da época passada continuam por cá, substituímos as opções.

Má entrada do Capitão no desafio de ontem, corrigiu na segunda parte, acabando em bom plano e fundamental nos três pontos. Foi o Idris que conhecemos: eficaz no desarme, a reagir forte e rápido à perda, conseguindo impedir, por si só, uma mão cheia de contra ataques do adversário. Com bola é dono e senhor de todos os problemas deste mundo, mas também aí tem simplificado o seu jogo, o que só ajuda. Do pouco que vimos de Obiora (em princípio, o jogador que foi contratado para concorrer com Idris), descansem os haters mais ansiosos: ou melhora, ou mostra muito mais que nos poucos minutos ante o Getafe, ou então esqueçam. Teremos Idris e, não esqueçamos, Sparagna, que também poderá fazer a posição.
Do outro elemento do meio campo, eu vejo-o como um reforço, sobretudo porque quase que o tinha dado como perdido. David Simão é classe pura. Organiza, acalma, distribui, inventa espaços e ainda coloca toda aquela intensidade na luta pela bola. Foi assim ontem. Pensa e executa o que outros não vêem.
Espinho com maior disponibilidade, também com uma atuação positiva, como habitual. Pela amostra, ganhamos uma boa opção para o meio campo com o Rafael Costa. Parece-me ser no miolo, mormente na posição do Fábio, que poderemos tirar o máximo dele, mais até que numa ala. O passe para o segundo golo é soberbo.
Tenho dúvidas relativamente a Gabriel. Jovem com valor, sem dúvida, capacidade de passe longo muito boa, forte e tecnicamente bom, mas passar de uma equipa b para a Primeira Liga poderá não ser fácil. Esperemos pelas próximas aparições, mas comparando com Gorrins e Maks, ainda ficamos a ganhar, isso é certo.

Ataque - a vantagem de ter Rui Pedro e Ruiz uma época inteira é que dificilmente ficaríamos pior. Preocupante a saída daquele que para mim era o elemento mais regular do ataque, Renato, assim como a possivel lesão grave de Yusupha. Ganhamos outras opções válidas, aguardemos uns dias para percebermos se há ou não intenção (e possibilidade...) de fortalecer o ataque. Quanto a mim, seria o ideal mais uma opção para uma das alas.

Falcone é um Bryan Ruiz com mais dez anos de experiência em cima. Melhor, ok, bem melhor, mas igualmente curto. Parece-me muito pouco provável que alguns de nós possam emborcar um gole que seja à pala do argentino. Sabe jogar de costas para a baliza, usar o físico, ontem foi particularmente útil em segurar a bola e permitir que a equipa suba no terreno, mas dificilmente será o homem golo que precisamos. Julgo que como opção vinda do banco poderá ser bem mais útil, sendo provável que, mais tarde ou mais cedo, possa perder o lugar para Rafa Lopes, jogador tecnicamente mais evoluído e mais de encontro ao que Jorge Simão pretende para o eixo do ataque. Talvez. Veremos isso mais tarde. E ainda há o Yusu.
Mateus é, e foi ontem de novo, o Mateus que conhecemos: pode nem estar inspirado, mas mantém aquela intensidade e responsabilidade na hora de defender. Tenho opinião idêntica à de Falcone neste aspeto: poderá ser muito mais útil vindo do banco e conseguindo mexer com o jogo.
Rochinha também com uma boa exibição em Portimão. No último terço consegue desequilibrar graças ao poder de drible, no contra ataque é peixe na água, nem tanto nos momentos de ataque organizado (denota dificuldades na capacidade de decisão), e nos momentos sem bola, responsável por fechar a sua lateral (algo que o Renato fazia de forma exemplar) daí não ser fácil adaptar-se a 100% a uma posição específica. Já foi médio, ala, extremo e até ponta de lança; será por ali no ataque o seu lugar, caso consiga manter a titularidade, algo que não será fácil.
André Claro surpreendeu-me pela negativa nos dois primeiros desafios, confesso. Entrou bem ontem, mostrou bons pormenores, velocidade e selou a vitória com um excelente golo. Admito que estou curioso para perceber o real valor do André.
Relativamente e Matheus Índio e Yusupha, é esperar para ver. Como disse acima, acho que seria importante mais uma opção para o ataque.


Fundamental, e aí estou 200% confiante, mantermos aquelas garras que mostramos ontem nas bancadas. Apoiar a Equipa sempre, sermos um só como temos sido, perdermos, ganharmos e sofrermos todos juntos, a lutar por um objetivo: crescermos.


Força Boavista!

Nova Época

 
Pistoleiro a abrir, Rogério e bis de Duda, lembram-se? Isso mesmo, corria o Ano Sagrado de Todos Nós, altura da última vitória fora na abertura da Primeira Liga. Há 18 anos. Bom presságio.

Atualmente, nem seria preciso relembrar: foi a primeira vitória como visitante em 2018, sendo que a última foi em Paços de Ferreira, corria a jornada 15 da época passada. 35 semanas, quase uma gravidez inteirinha.




Antes de algumas notas sobre o desafio, uma breve análise ao plantel.

Naturalmente, alguma desconfiança no que toca à sua formação e aos reforços (em parte pela dificuldade que ainda temos em ter argumentos financeiros), sendo fácil perceber porquê, bastará olharmos para as últimas três temporadas: entradas tremidas, equipas inconsistentes, treinadores pela borda fora ao fim de algumas jornadas, soar do alarme e consequente ida em pânico ao mercado. Temos tudo para ser diferente este ano.

Começamos bem, com algo que não estávamos habituados e como que a denotar esse pretendido crescimento sustentado: renovações com alguns jogadores importantes da Equipa: Talocha, Edu Machado, Carraça, Idris, Fábio Espinho e Mateus. A par disso, as dispensas: além das 'obrigatórias' (Clarkes, Gorrins e afins), tivemos Mesquita, Aidi, Henrique, Robson, Mak, Tahar, Kuca, Bulos e os inúteis emprestados. Ou seja, ficaram os mais utilizados, saíram os chamados melões estragados e mais alguns que, por um motivo ou outro, ou não contavam para Jorge Simão ou a relação custo/rendimento não seria o pretendido. Junte-se a saída de Vagner e as vendas de Rossi e Renato.

Bracalli e Helton / Neris e Raphael / Rafael Costa e Obiora / Claro, Índio, Rafa Lopes e Falcone. Acrescentemos os três jovens que já nos pertenciam e fazem parte do plantel: Gonçalo, Samú e Gabriel.

Salta à vista o decréscimo no número de melões, ou seja, jogadores de outros campeonatos/realidades, e que nunca se percebeu muito bem o que se viu neles, muito menos quem o conseguiu fazer. Também se sente algo bem diferente: houve vontade em garantir ao treinador jogadores que encaixem minimamente no perfil pretendido. O fortalecimento da Equipa não foi perfeito, mas, parece-me, houve essa preocupação. Convém não esquecer das dificuldades acrescidas que nos assolam (equipa com menor orçamento da Liga)

Resultado: o 'onze' base manteve alguma consistência e regularidade, pode (e deve!) crescer daqui em diante. Uma olhada para o banco de suplentes já não é motivo para depressão: não estamos uma maravilha, mas é um facto que estamos um pouco melhores, com mais e melhores opções para serem lançadas durante os desafios.

Em suma, numa temporada que se prevê de grande dificuldade (a luta pela manutenção é mais complicada, pois descem três; clubes com os nossos objetivos bem orientados e com bons reforços), conseguimos manter algumas coisas boas que tínhamos e tentamos colmatar as saídas de uma forma mais ou menos segura. Ainda assim, uma ida ao mercado não é de todo descabida: ajustes na defesa (nas laterais, por exemplo, como veremos mais à frente) e um ou outro trunfo para o ataque/alas. Veremos o que nos aguarda, sendo que fundamental será, claro, manter estes até ao final do mercado.


Relativamente ao desafio em Portimão: dificilmente teríamos uma melhor entrada no campeonato. É certo que tivemos um pouco de sorte em alguns momentos do jogo, mas fizemos muito por a merecer. Desde logo, é notória a organização da Equipa, em particular no momento com bola. Capacidade para a circular, com paciência se fôr o caso, saída de jogo desde trás, Espinho e Simão a pautarem bem o jogo ofensivo, algumas combinações interessantes no último terço e, na maioria das vezes, a saírmos bem para o contra ataque. Sem bola, no momento de defender, tivemos mais dificuldades, mais ainda nas transições defensivas. Demasiados erros posicionais, equipa com problemas no momento da perda de bola, na maioria dos casos graças a um mau posicionamento do setor defensivo. Estruturalmente, Jorge Simão mantém a sua ideia de jogo: 442 sem bola, 433 (ou 4123) em posse.
Resumindo, viram-se coisas boas, outras muito boas e algumas que precisam de ser melhoradas rapidamente. Outras ainda que, com o tempo e o bom trabalho da equipa técnica, vão concerteza melhorar.
Nota muito positiva para a intensidade que a Equipa conseguiu colocar no seu jogo. Intensidade, concentração, comprometimento com aquilo que é exigido pelos Adeptos. Veremos nos próximos tempos, mas podemos estar descansados nesse aspeto. 

Destaque obrigatório para o habitual: enorme presença dos Adeptos em Portimão. Segunda feira à noite, a 600 km de casa, ter aquela moldura humana... não é mesmo para todos. Orgulho Axadrezado.

 

Análise individual no próximo artigo já que este vai um pouco longo.


Força Boavista!

domingo, 15 de outubro de 2017

Fora da Taça

Esta eliminação é custosa e merece uma reflexão, talvez seja o melhor para tentarmos perceber qual a origem do problema. Mesmo não sendo o primeiro nesta temporada, isto nada mais é que um novo choque com a realidade: acabou a áurea da mudança de treinador e com isso voltamos a sofrer na pele o resultado dos erros cometidos na preparação da presente época. Preparação e desenrolar...

Desta feita, até porque tem um mês de casa (aqui o facto de ser bom treinador não interessa para nada) Jorge Simão não será externamente contestado, nem internamente pressionado, serão os jogadores os arguidos.

Mas fica mais complicado para os causadores do problema que são também os responsáveis pela sua resolução: despedir o treinador é viável, nem tanto os mais de 30 jogadores do plantel.

Boa sorte para o Jorge Simão que bem vai precisar, e enviar um forte abraço aos menos culpados, os Adeptos. Defraudados, depois de mais uma enorme demonstração de confiança e apoio.

Força Boavista.

Ya, a mim também está a custar bastante...

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Blogosfera Axadrezada


Novos espaços de discussão sobre o nosso Clube. Sigam, divulguem, participem!


Tribuna Axadrezada

   https://www.facebook.com/tribunaxadrezada/


Nascente Nível 1

   http://nascentenivel1.blogspot.pt/


Boavistão - O nosso grande amor

   https://boavistao.wordpress.com/



Força Boavista!

sábado, 16 de setembro de 2017

Venham Eles: benfica


Nunca escondi a admiração por Miguel Leal, pela sua mentalidade e postura, pelas suas qualidades enquanto treinador. Mantenho a opinião que se deveria ter dado mais tempo para o crescimento da Equipa, para a integração dos reforços, para trabalhar e cimentar a ideia de jogo. Por outras palavras, três/quatro jogos depois do de hoje, digamos um mês e, aí sim, analisar o momento, a possível preocupação, sem deixar nunca, como é óbvio, de estarmos atentos à Equipa.

Ponto final no tema ex-treinador. Voltaremos a falar dele no balanço que inclua estes cinco primeiros desafios. Pedra no assunto e virando a página porque importante mesmo é o futuro e tentar perceber o que podemos ganhar com esta troca. Sem hesitação, das poucas coisas positivas a retirar deste episódio será talvez a mais importante: Jorge Simão. Pelo menos havia um trunfo na manga, a ter que existir escolha foi a acertada. Falaremos do novo treinador mais à frente, até porque hoje as atenções estão todas direcionadas para a receção ao atual campeão.



Só uma prioridade para o desafio de mais logo: Apoiar o Boavista, defender o Símbolo até à exaustão. É esse o nosso dever no dia de hoje, nas bancadas, no banco, dentro das quatro linhas, na tribuna, seja onde for.
Só unidos seremos mais fortes, só assim poderemos lutar contra quem tão mal nos quer, quis, e quererá caso lhes seja útil de alguma forma. Prova disso é o recente insulto e acusação, mais uma vez, que fomos vítimas há poucos dias, acusação de novo perpetrada pelo mesmo clube de há dez anos atrás, com a descaradez habitual, com a impunidade da opinião pública, com a conivência dos orgãos de comunicação social. A todos os níveis vergonhosos.

Pelas mais VARíadíssimas razões, deveremos estar apreensivos para o que se poderá passar no desafio de mais logo, mas repito, importante é mantermos o nosso foco, contra tudo e contra todos: a defesa do nosso Clube. Nada é mais importante.


Fortaleza! Força Boavista!


quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Sobre a Troca de Treinadores


Tentando analisar os acontecimentos o mais friamente possível, privilegiando os factos: 


- Oficialmente, foi o Miguel Leal que colocou o lugar à disposição, três dias depois do último desafio, três dias antes de um jogo com um estarola, um quarto de hora depois do final do treino. Pressão, falta de confiança, o lanche que caíu mal, alguma coisa se terá passado.

- Por falar em coisas que se passaram, aos olhos de todos e até coisas raras: a entrevista ao site do Clube do presidente, a segunda em onze meses. Além de se frisar que queixas de arbitragens não tem existido deste lado (ok, jogo com estarola à porta), deu-se a conhecer a preocupação dada a situação da Equipa e que todos iriam estar atentos à mesma no jogo de sábado. Como se um jogo contra uma equipa com um orçamento 70 vezes superior fosse decisiva de qualquer forma para uma tomada de decisão deste calibre.

- A celeridade com que Jorge Simão foi contratado. Nem o próprio Leal, quando tomou o lugar de Sanchez e já meio mundo sabia que iria ser ele o sucessor, foi tão rápido.

- Quatro reforços chegaram à doze dias, para fortalecer a Equipa e acrescentar qualidade, que era bem preciso. Os restantes quinze, como sabemos, foram chegando, oriundos dos mais variados pontos do globo.
Não se entende como é que com um simples estalar de dedos a Equipa não começa a jogar melhor.

- Leal salvou-nos de uma situação caót... nem vou falar do que se conseguiu com o Miguel Leal, do nível de consistência que atingimos, do melhor futebol que praticamos desde o regresso, da luta que demos a equipas, em teoria, muito mais fortes. A bancada na Vila da Feira em êxtase e a cantar o nome do treinador foi há sete meses, cinco de competição, há 16 jogos, há 8 derrotas atrás. Oito! Parece que lutamos pelo título com argumentos de Champions.

- Enquanto não nos capacitarmos que não é a sala de troféus que entra em campo vamos continuar a ser incompreensivelmente exigentes. Enquanto não percebermos que estamos em 2017 saídos do inferno e não em 1995 ou 2002 saídos do paraíso, vamos continuar a dar tiros nos pés. Como este.



Afinal, não se deu tempo nem confiança, como eu defendia. São opções, merecem respeito mas não obrigam à concordância. Pena ter sido assim.


A partir de agora Jorge Simão é o nosso treinador. Apoio não irá faltar, desde que, e como acredito, o bom trabalho, a dedicação e a seriedade existam. Espero que venhas com paciência, caro Jorge, estar aqui como treinador é tudo menos fácil. Pergunta aos outros três.




Força Boavista!

Rei Posto


Os últimos três dias numa só imagem.

Que rapidez! que organização e profissionalismo.



DesLealdade


Petit: despedido em Novembro.
Sanchez: despedido em Outubro.
Leal: demite-se em Setembro.

Parabéns sinceros aos impacientes e, em particular, à direção. Belos melões, bom planeamento, excelente timing, dos maiores tiros no pé de que há memória.

Obrigado Miguel Leal, mas não o merecemos.


Força Boavista!