terça-feira, 30 de junho de 2020

Investidor?





É a notícia do dia, podendo até tornar-se na do ano, e não é para menos. Há anos, muitos mesmo, que ouvimos dos nossos responsáveis a necessidade da entrada de um investidor, tida como fundamental para suprir as extremas dificuldades dada a nossa enormíssima dívida.

Como é óbvio, nenhum de nós dispõe de informações que não as avançadas pela comunicação social, faltando saber muito do que estará em cima da mesa, logo à partida de que percentagem da sad poderá ou não ser negociada. Geralmente, quem investe quer retorno e controlo, portanto assumiremos que, a confirmar-se, será pela maioria que o investidor estará interessado. O que faz sentido, convenhamos.

E faz mais sentido porque Gerard López não é um investidor qualquer. Muitas vezes associamos essa palavra a muitos (e muitas vezes maus) exemplos por esse mundo fora, incluíndo em Portugal. Aqui não se trata de lavagem de dinheiro, valorização/empréstimos de jogadores unicamente, exclusivo interesses de empresários, por exemplo. A ideia é outra, seguindo o que já nos foi mostrado pelo Lille, pela passagem pela F1 e por algumas entrevistas dadas pelo investidor.

A aposta forte reside em três fatores: formação, qualificação e tecnologia. Esta última será mesmo o principal fator de diferenciação do empresário no que toca ao Futebol. Ou seja, a ideia (repito, julgando pelo que nos é dado a conhecer pelo passado recente, desde 2016 aprox.) é formar para vender, crescendo. E formar como? Recorrendo à qualificação de todos os agentes influenciadores da formação (scouting, analistas, treinadores, etc), à dinamização dos espaços e à tecnologia. A ideia base, prioritariamente, é esta.

Numa das entrevistas recentes, Gerard López explicou a opção por França porque era um dos principais focos de jovens jogadores africanos. A Liga Francesa é a mais vista no continente africano. Referiu o exemplo de Portugal, contrapondo com o Brasil. Poderá estar aí uma das explicações para o interesse no nosso país. De referir que já foi noticiado há uns tempos a hipótese Gil Vicente e, mais recentemente, Vitória de Setúbal. Na semana passada, de um clube belga.


Aguardemos por desenvolvimentos.


Força Boavista!

A [Boa] Reação




Lucas: 2 golos, 4 pontos.


Como tínhamos falado, muita curiosidade para percebermos como a Equipa se iria apresentar em termos de postura, depois do dérbi e a entrar na última reta do campeonato com as contas [quase] resolvidas.
Diria que a resposta dificilmente poderia ter sido melhor: tivemos atitude, Equipa e competência. Houve reação e forte. Independentemente até da vitória, que foi justa, mas não foi por um domínio ou uma exibição tal que não fizesse sobressaír as dificuldades. A juntar a isso, fomos acertivos na estratégia e soubemos pô-la em prática com muita competência e eficácia. Vieram daí os três pontos que, em definitivo, carimbam a permanência.

Como dito por várias vezes pelos intervenientes, foi um jogo 'amarrado', duas equipas que se estudaram e souberam minimizar os pontos fortes do adversário. Tivémos o mérito de marcar primeiro e ainda mais de conseguir conduzir o desafio depois disso. Raras foram as vezes que o Santa Clara importunou Hélton. Bem organizados defensivamente, forte e organizada reação à perda, bem identificados os momentos de pressão alta, conseguimos, mais que dominar, controlar o jogo. Com o pequeno à parte negativo das substituições, acertadas mas algo tardias, nota positiva também para a gestão da Equipa por parte de Daniel Ramos, quer em termos físicos quer em termos psicológicos, não esquecendo o 'recado' do técnico na conferência de antevisão, reforçado após o desafio.

Algumas notas individuais:

Lucas - olhando à exibição, eu não consigo explicar o porquê de ter sido opção tão poucas vezes. O único motivo que me ocorre é o facto de poder não se adaptar ao sistema de três centrais. Entendeu-se bem com Fabiano, outra boa exibição.

Ackah, Paulinho, Bueno - Repito, parte do crescimento da Equipa, principalmente com bola, deve-se a este novo trio de meio campo. Ackah continua a crescer, Paulinho está um médio a sério. Bueno é o toque de artista que muitas dá à Equipa aquilo que ela precisa para segurar jogo, aproveitar espaços ou poder ser eficaz na cara do golo. Realço Paulinho: apesar de falhar algumas vezes na decisão, quer posicionalmente quer na reação/pressão está muito melhor jogador. Muito mesmo.

Cardozo, Sauer, Cassiano - O paraguaio tem grande potencial, sem dúvida, mas ficamos a perceber, de novo, o porquê de ainda não estar pronto para agarrar o lugar em definitivo, mesmo justificando a titularidade no domingo. É jovem e vem de um contexto diferente, daí as dificuldades (principalmente na decisão). Nota positiva para o seu rigor tático sem bola, a não destoar da Equipa. Foi exigente o seu papel e cumpriu bem. Algo que, por exemplo, julgo que Heriberto não seria tão capaz de fazer.
Sauer regressou em grande, acho que é evidente e tornou-se um dos mais importantes valores a segurar para a próxima época. Cassiano é esforço, é pressão, é nunca desistir dos lances. É mais difícil o desequilíbrio individual no ataque com ele, mas está novamente ligado ao golo da vitória, arrancando a falta do livre vitorioso.



38 estão assegurados, faltam sete para termos o melhor registo pontual desde o Regresso, duas vitórias e um empate. Estamos a dois (podendo ficar a 5) do sétimo lugar, o outro objetivo. Quem diria?

Importante é manter esta atitude, a vontade de melhorar e este querer dar tudo pelo Clube até ao fim.



Força Boavista!


sábado, 27 de junho de 2020

Venham Eles: Santa Clara




Vitória por 2-1 no jogo da primeira volta, nos Açores.


Duas grandes dúvidas para este desafio: a já habitual, que diz respeito à forma como nos apresentaremos, a outra como será a postura depois daqueles péssimos 45 minutos no Dragão, se haverão alguns sinais de instabilidade, provocados não só pelo resultado mas também pelo atual contexto em volta do treinador e, provável, parte dos jogadores.

Como já falamos por aqui estes dias, resta saber se haverá ou não algum relaxamento nas últimas jornadas (algo habitual), fruto da classificação positiva e do possível fim da linha para alguns jogadores no Clube, e se poderemos encarar a reta final como o Clube exige: lutar sempre e pela melhor classificação possível. Acima de tudo terá que ser essa a exigência máxima: Atitude.
A confiança, olhando à prestação da Equipa neste regresso, não deve ser abalada em demasia por 45 minutos, por muito infelizes que tenham sido. A Equipa estava bastante bem, convém não esquecer quando a crítica se torna demasiado dura.

Relativamente ao onze, muitas dúvidas, mesmo pela aparente diminuição da consistência defensiva. A saída de Neris não deve ser esquecida, o momento de forma de Costa e, principalmente, de Fabiano também não, e isso pode ter influência na forma como abordaremos o desafio. Além disso, "pode haver quem ache que a época está feita, o que está errado", soa muito a mensagem para o plantel e poderá dar azo a mudanças no onze e convocatória.

Três centrais, Dulanto ou Lucas será a dúvida, e depois quem ocupará uma das alas na frente, se Bueno ou outro.
Abordagem idêntica ao jogo com o Moreirense parece-me a mais... agradável, vá. Fabiano e Costa a centrais, Ackah a trinco, Paulinho e Bueno no meio campo, Sauer, Cassiano e talvez seja a hora de apostar em Cardozo a titular.


Três pontos para arrumar de vez o assunto, até porque 35 pontos devem chegar mas convém jogar pelo seguro. E o calendário aperta ainda mais daqui para a frente.

Como sempre, aberto a bitaites, discussões e discordâncias. Expetativas?



Força Boavista

quinta-feira, 25 de junho de 2020

Pelo Orgulho

Ainda mexe cá dentro e não é pelo resultado: é pela postura. Pode perder, mas Boavista sai de jogo com sangue nos olhos. Com revolta. Com orgulho. É o nosso Orgulho Axadrezado. Não assim.


quarta-feira, 24 de junho de 2020

Ó São João: Vai pró C...




Mas vai mesmo. Já não bastava o não haver festa, nem fogo, marteladas, noitada, nada disso, ainda por cima armas-te em parvo com os gajos da cidade que mais mereciam que tu tivesses alguma consideração por eles e fazes isto. Podias ter ficado pela "sorte do jogo", ou por alguma - enfim - "matreirice disfarçada" ali na zona de eficácia, mas não, tiveste que ir à zona encefálica dos nossos jogadores para parecer fazê-los esquecer que isto é um dérbi e até podemos caír, mas caímos de pé. Com sangue nos olhos se for preciso. E não contente, ainda foste meter nojo nas ideias que ainda estes dias pareciam bem lúcidas, claras e confiantes do nosso treinador (e cheira-me que fizeste isto na conferência de imprensa, prova que planeaste bem as coisas com antecedência, seu asno).
Assim não, foi um bocadinho demais. Muito respeito por ti, mas um par de estalos bem merecias.


Confesso que não vi o jogo com muita atenção (graças a ti, meu boizola), mas ficam as notas:

O pré-jogo não ajudou. Nestes jogos em que o desequilíbrio é grande, tudo conta, e o fator psicológico não fica atrás. Não pudemos contar com isso. Assim como os dois dias de descanso a menos neste atual panorama. Não são desculpas, são factos.
Surpreendeu o Idris no lugar de Ackah. Talvez a intenção de fortalecer o jogo aéreo, nas bolas paradas e não só, um dos pontos fortes do adversário. Yusu na frente, num jogo em que a estratégia passava por não pressionar na primeira fase os centrais do Porto e alguma intenção de explorar a velocidade (?!) do avançado. De resto, como habitual.

Primeira parte estivemos razoáveis. Entrada por baixo, reagimos, permitimos situações de golo, mas tivemos alguns momentos de circulação, de esfriar o jogo com sucesso e conseguimos a nossa única (!) saída com eficácia e chegada à área do Porto em toda a partida.
Depois veio o descalabro. O adversário veio diferente, verdade (julgo que a tal injeção de moral do adversário - porque era possível - ajudou bastante), e nós ruímos. Estivemos mal em vários aspetos, não nos conseguimos adaptar às mudanças que nos fizeram desequilibrar, não reagimos com a atitude que o momento exigia. E ruímos pelo elo mais fraco, Dulanto está ligado a três dos quatro golos e não é por acaso. Algum azar à mistura, mas muita ingenuidade e falta de ritmo (para ser simpático) na base dos problemas.
A eficácia e o acerto do adversário foram determinantes para o avolumar, a sua qualidade também (sim, o gesto técnico do Corona no primeiro golo faz ganhar jogos), a prontidão do Soares Dias (apesar da legitimidade dos penaltys) igualmente, e a nossa passividade e conformismo a fechar o leque.

De tudo, o que mais desiludiu foi mesmo a incapacidade para dividir um pouco o jogo (que seria fundamental, "assustando" aqui e ali)), para reagir, pelo menos com uma atitude diferente, nos momentos adversos.


Que passem depressa estes próximos dias e chegue rápido o desafio com o Santa Clara. Depois disto, ainda mais depois disto, nem pensar em desacelerar e não fazer tudo para acabar a época numa incessante busca pelos próximos objetivos. O mercado, este ano, só reabre em Agosto. Somos Boavista.

E ó São João, espero mesmo que tenhas um dia de merda. Pior que o nosso, o que não é fácil, digo-te já.


Força Boavista!

terça-feira, 23 de junho de 2020

Vergonha





Vergonhoso!

Mais um episódio lamentável. Ontem, peça de mais de dez minutos, conferência de imprensa do FC Porto e, pelo outro lado, nem uma palavra. Perceberam bem: nada, zero. Inacreditável.

Obviamente, é algo transversal a todos os clubes fora da esfera três grandes. Seria grave caso se passasse numa estação privada, sendo um canal do Estado é algo absolutamente indesculpável.
Mais de 90% do país assobia para o lado, claro, mas é hora dos restantes não ficarem calados. A começar pelos Adeptos, passando por todos os agentes ligados ao Futebol, obrigatório iniciar uma revolta a sério. São casos a mais, este é só mais um. Boicote se necessário, caso pretendam façam uma liga a 3. São precisas mais iniciativas, mais revolta, mais voz, mais atitude e menos, muito menos vassalagem.

Por incrível que pareça, foi o Porto Canal a única estação a passar a conferência de Daniel Ramos na sua totalidade.

Mão na consciência quando algum estarola se diz "contra tudo e contra todos".


Força Boavista!

segunda-feira, 22 de junho de 2020

Vamos a Eles: Porto





Desta vez não haverá dúvidas: concerteza a opção deverá recaír nos três centrais. Néris, o jogador mais utilizado, é baixa de peso para o que resta do campeonato. Confesso que é algo que preocupa: só por si, aquele que tem sido o principal elemento da defesa estar ausente já é um sinal menos, a substituição por Dulanto acrescem as preocupações. Julgo que precisa de tempo para evoluir, jogos, intensidade e, ainda assim, veremos se tem as caraterísticas para se tornar um central de Primeira Liga. Muitas dúvidas, admito.

Alguma incerteza no meio campo, veremos se a aposta será idêntica ao desafio em Braga. Ackah e Paulinho como dupla de cobertura (habitual maior liberdade ao brasileiro) e muita responsabilidade na hora de fechar espaços no meio campo dos três mais adiantados. Cassiano é baixa, Stoij será o jogador com caraterísticas mais semelhantes, a confirmar Yusupha (que tem sido a primeira opção vindo do banco) ou Cardozo. Heri, sobretudo pela velocidade em contra ataque, poderá ser aposta.

Daniel Ramos tem estado bem nas estratégias para cada desafio, confiança que também seremos competitivos no Dragão. Sobretudo, seria positivo uma postura de resposta, dividir o mais possível, mesmo contando que, óbvio, a maior iniciativa caberá ao adversário. Mas julgo que parte das hipóteses que temos reside em como explorar as fragilidades contrárias e o que poderemos fazer após o roubo de bola.
O momento das Equipas, sinceramente, é algo que passa ao lado. O adversário poderá não estar na melhor forma, ao contrário de nós, mas a diferença de argumentos quase que anula esse aspeto. Além de ser Derby, geralmente esses dados contam pouco. Só relembrar da última vez que lá pontuamos, Petit no comando...

Aconteça o que acontecer, algo porém já saberemos de antemão o que será discutido nos dias seguintes, triste fado do nosso Futebol:
- fomos agressivos e caceteiros
- metade do país vai achar que fomos beneficiados, outra metade prejudicados
- com algum azar, teremos jogadores comprados por algum dos dois metralhas
- jamais ganharemos ou pontuaremos. Quanto muito, o Porto perderá ou cederá um empate.

Posto isto: para cima deles. Como habitual, no Dragão ou noutro lado qualquer: Raça Axadrezada do início ao fim.

A pergunta que se coloca em dia de Santo Popular e depois da nossa felicidade no passado dia 13 é muito simples: Como é São João, vais querer ficar atrás do Santo António? Vê lá a tua vida.


Força Boavista! Orgulho Axadrezado.

sábado, 20 de junho de 2020

Adiamento do Derbi




Muitos concordarão, e eu sou um deles, que o Derbi na noite de São João era algo evitável. Culpa maior de quem fez o calendário que menosprezou esse dado ou entendeu que o risco seria muito reduzido.
Mais difícil de perceber é a mudança de opinião no espaço de sete dias por parte dos orgãos soc... por parte dos autarcas de Porto e Gaia. Dia 10 defendiam a criação de drive-ins na Invicta, dia 17 o adiamento do jogo.
Mas vá, admita-se que o interesse seria o de proteger as nossas gentes, algo compreensível, apesar da reação tardia e do péssimo timing.

Mas à parte a pequena picardia da foto, o propósito do post é algo bem mais sério e que merece uma pequena reflexão, deixando-nos a nós, Boavisteiros, plenamente orgulhosos da postura do nosso Clube. Porque sim, porque é importante e, minha opinião, os Clubes têm um papel importante na vida social, influenciando atitudes, alertando comportamentos e ajudam, claro, neste momento tão atípico nas nossas vidas, a manter a ordem e a responsabilidade individual e coletiva.
Horas depois da reunião que aconselhou o adiamento do jogo, no site do Boavista, o apelo ao comportamento cívico dos adeptos, entretanto já reforçado (diga-se prática habitual nos últimos tempos). Fomos os únicos a fazê-lo, apesar de ser bem notório quem faz ajuntamentos às saídas para o jogo (apesar de ser no distrito ao lado) ou se reúne às centenas no apoio nas imediações do estádio. Será mais importante a newsletter diária que a responsabilidade social de um clube. Percebemos isso.

São pequenas atitudes mas acho que devem ser valorizadas, que até mostram bem a postura, a personalidade e as prioridades de cada um.

Podemos até não conseguir contrariar o favoristimo azul dentro das quatro linhas, mas fora delas continuamos a ganhar.


Orgulho Axadrezado.

A Rolar



Pela segunda vez esta época duas vitórias consecutivas, o que nos deixa com 35 pontos e a manutenção garantida. Não é a melhor pontuação à jornada 27 desde que subimos mas anda lá perto (ép.17/18, 36 pontos), sendo que o objetivo agora será mesmo esse: superar o oitavo lugar das duas últimas épocas e a barreira dos 45 pontos, a mais alta desde o regresso. Confiança, bom momento, são indicadores que tal podemos alcançar, apesar da baixa de última hora: Néris, o jogador mais utilizado e um dos melhores da terceira defesa menos batida, já cá não está.


Relativamente ao jogo, mais uma exibição positiva e resultado ainda mais. Como se esperava, jogo difícil, talvez com menor controlo (em determinados momentos) e iniciativa de jogo do que o que seria esperado, ainda mais complicado pela postura do adversário, ao que soubemos reagir da melhor forma: com organização defensiva, boa e consequente posse de bola e, mais raro, maior eficácia na finalização.
De novo três centrais, dois médios e três jogadores mais avançados. Saída a três, largura pelos laterais, Cardozo e Bueno a preveligiarem o jogo interior, boa circulação. Bem patente no primeiro golo.

Como já dito, mais importante que o sistema, foi a dinâmica que a Equipa conseguiu imprimir grande parte do jogo, quer na saída de jogo quer em rápidas transições. Foram poucas (comparando com o último jogo em casa, por.ex.), mas boas.
Dificuldades acrescidas no meio campo, com a opção Sauer ao lado de Ackah, algumas vezes com dificuldades em compensar a inferioridade numérica nessa parte do terreno.

Individualmente, só uma nota para Cardozo, estreia a titular. Valeu a pena a espera, jovem, com qualidade, esperamos que seja para ficar e continue a evoluir.

Ah!, e pela primeira vez esta época, três golos marcados num só jogo.


Força Boavista!









quinta-feira, 18 de junho de 2020

Venham Eles: Vitória de Setúbal






Para os mais prudentes, faltará uma vitória para encerrar em definitivo as contas da manutenção; podemos até já olhar um pouco para cima tendo em vista o objetivo seguinte, melhorar a classificação da época passada, o oitavo lugar. Três pontos hoje significarão, mesmo que à condição, igualar esse posto.

Vamos defrontar uma equipa que, apesar de algum descanso na tabela, vem de oito jogos sem vencer e quatro sem perder, um dos três piores ataques da Liga (20 gm, tal como nós) e uma defesa também bastante sólida, com apenas mais seis golos sofridos do que nós.


Principal dúvida quanto à nossa Equipa, a que já vem sendo habitual: três ou dois centrais. Olhando ao adversário e contando com o que foi feito nos dois últimos desafios, é provável que se regresse à linha de quatro na defesa, com um triângulo 1-2 no meio campo, deixando três homens no ataque, com intenção de maior iniciativa de jogo.
Mais dúvidas nos jogadores: veremos se Neris mantem a titularidade (depois da apresentação noutro clube), se Fabiano regressa e se Marlon permanecerá na lateral esquerda. No meio campo, Ackah deverá regressar à posição de trinco, mantendo-se Bueno e outro médio (que poderá ser Reymão ou Reisinho) ao lado.
No ataque, Cassiano parace de pedra e cal, assim como Sauer; maiores dúvidas na outra vaga: Heri, Cardozo, Mateus ou mesmo Yusu. Será a estreia do Paraguaio a titular?


Prioridade mesmo, eu diria, é não abrandar os motores quando os objtetivos estão alcançados, como se tem passado nas épocas anteriores, em que as pontas finais são, geralmente, más.
Temos que ser Boavista do início ao fim, seja qual for a classificação ou os objetivos por alcançar. Verdade, os jogadores e equipa técnica transmitem confiança e fazem acreditar que este ano vai ser diferente, mesmo num contexto... complicado.


Força Boavista!