sábado, 30 de janeiro de 2021

Vamos a Eles: Portimonense


VAMOS A ELES: Portimonense.

Péssimas recordações da nossa última viagem ao algarve, relembro, ao estilo 'road-trip' com mentalidade 'we're the best, bro'. Diria que, hoje, tudo terá que ser diferente: atitude, consistência e, acima de tudo, o resultado. 

Reside aí também parte da força do discurso de Jesualdo (excelente na antevisão, mais uma vez): a mentalidade, por força do momento delicado, terá que ser diferente. Não só neste jogo, mas daqui para frente. 
Os objetivos coletivos - parece claro - foram redefinidos à força: agora, importante mesmo é vencer, chegados ao momento em que não somar pontos poderá se tornar num beco sem saída e numa espiral negativa sem retorno. É o preço a pagar por [algumas] coisas mal feitas.

É obrigatório juntarmos os condimentos e pô-los em prática no terreno: União (e espírito de grupo!), mentalidade, evolução coletiva e individual, consistência. A palavra "final" diz tudo: mais que jogar, é vencer. E os próximos três desafios, pelos motivos que todos conhecemos, são isso mesmo: Finais.

Mais importante ainda, por ser no dia seguinte a um verdadeiro sôco no estômago: ontem perdemos. Não terá sido pontos mas, da forma como aconteceu, terá sido algo pior. A esmagadora maioria de nós, Adeptos, não quer acreditar no que a minoria, no que "os da casa" nos proporcionaram de vergonha. A nós e ao Símbolo. Por isso mesmo, mais ainda, é hora de União, de confiança, de Vencer. De retomar o caminho, o tal que terá que ser diferente.

Desportivamente, grande dúvida (outra vez!), no eixo defensivo. Apostaria em Rami e Chidozie, se o francês plenamente recuperado (como deu mostras disso mesmo no último desafio). Meio campo de regresso ao habitual em Jesualdo: Javi, Paulinho e Santos. Na frente, Gomes e Elis terão, novamente, via aberta para o onze. Maior dúvida no terceiro homem, apesar de grande probabilidade na escolha por Sauer. Dúvidas: Benguché (libertando Angel de 'falso 9'), Yusupha ou Juninho (se já inscrito e convocado). 

Mais que o onze, tática ou sistema, haja dinâmica, haja entendimento coletivo, vontade e revolta por dar a volta aos acontecimentos. 

É hora de unir. Sim, muito difícil, mas somos Boavista! Só assim.


Força Boavista!

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